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Opinião

A volta de quem não foi



PDT nega retirada de Mateus Viana da disputa

A notícia divulgada na terça feira 17, pelo presidente do PSC (Partido Social Cristão) Oziel Oliveira e esposo da vereadora Carmen Borges PSC, foi desmentida pelo diretório municipal do PDT (Partido Democrático Trabalhista). A informação que circula pela cidade é que Mateus não quer ser o candidato a prefeito e sim uma imposição do pai e o tio, na busca de tentar manter o sobrenome Viana no poder.
É notório a vontade do presidente do PSC em ter a vereadora na cabeça da chapa e pular de vice-prefeita para prefeita, com sua forma própria de articular Oziel tenta somar forças e acomodar e convencer os Vianas para Carmen ser a protegida e candidata do grupo.
Já Mateus segundo informações de bastidores político não quer ser o candidato, porém de fato, o candidato do grupo é Mateus, porque não protocolou nem um pedido de desistência, enquanto o presidente do partido que ofereceu a vice para grupo, fala aos quatro cantos da cidade que Carmem é a candidata e estariam procurando um vice para ela, o mais provável que tudo não passa de especulações dos bastidores do poder primaverense, enquanto não define quem será o candidato dos Vianas, os fãs e fiéis eleitores brigam em redes sociais com comentários e xingamentos pedindo a volta de Mateus, a volta de quem nem se foi, o grupo ainda não colocaram a campanha na rua, enquanto outros fazem a campanha “volta Mateus”, o presidente e marido da vereadora Carmen tenta aquilo que tentou emplacar nas convecções, a Carmen ser a candidata a prefeita e com isso se torna o esposo da prefeita ou “primeiro damo” caso fosse eleita.
Torcemos para que vença o melhor para Primavera, quem quer trabalhar e lutar pelo nosso povo de fato e não apenas paixões de grupo políticos.
Foto montagem com imagens da internet



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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