Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Agosto de 2025

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Opinião

E agora José? Grampos comprovam ações orquestradas para difamar vereadores em Primavera



Com A Palavra / Luis Costa

O principal alvo dos difamadores é Luis Costa “Ma moço, nego sem vergonha, tô processando aquele negro lá”

Apelidos pejorativos a Casa de Leis de Primavera do Leste são jogados aos montes nas redes sociais, sempre as mesmas pessoas, com  pretensões de serem candidatos, candidatos derrotados, ex-servidores da Câmara de Vereadores e muitos que gostariam de estar na Casa de Leis trabalhando. Pessoas más resolvidas, com discurso de ódios, jogam os questionamentos como paladinos da moralidade.

Já postei aqui na coluna diversos áudios de ameaças, difamação e ódio ,até questionamento de quem manda publicar ou compartilhar as noticias fakenews.

Com a denúncia de uma possível negociação de cargos envolvendo um ex-servidor e um vereador do município de General Carneiro Magnun, a investigação revela muito mais da possível negociação dos cargos. Com a quebra do sigilo de justiça, os vereadores que haviam solicitado as informações tiveram acesso ao processo e confesso que fiquei surpreso com tamanha sacanagem e politicagem e possível crime eleitoral cometidos por quem mais queria cassação do vereador.

O denunciante não contava com astúcia do promotor em pedir sigilo do processo e colocar grampo nos envolvidos na denúncia.

Com os grampos feitos pelo serviço de inteligência da Policia Civil é possível detectar nas folhas 84 e 85, que Paulo pede para Alessandro insinuar indignação para acelerar o processo contra Miley, e coloca para espalhar nas redes sociais avisando que se promotor não tomar providência a TV Band iria pra cima.

Veja parte da conversa na integra, até com erros nas falas.

Numeral cadastrado em nome de PAULO SOBRINHO CASTANON DOS
SANTOS,   apresentou 661 (seiscentos e sessenta e um) registros de chamadas durante a interceptação, das quais 02 (dois) áudios tiveram trechos transcritos e tem relação com o fato ora investigado
e 01 (um) áudio teve um trecho transcrito entretanto sem relação direta com as investigações.

Alessandro x Paulo – Paulo fala seu novo endereço e  fala que conversou com doutor Sandro para marcar com Juiz, Alessandro fala que tá tendo boato que a polícia vai aparecer, Paulo fala que o promotor ligou pedindo os telefones da mulher do Magnum e Lobato. Paulo fala que passou tudo e que vai conversar com ele para não esquecer. Paulo fala que se a Promotoria esquecer a Band vai encima.

Alessandro – Não, tranquilo, deixa eu ti fala, cê foi lá no coisa co juiz não vê não?

Paulo – Não fui nada Alessandro, não tive tempo cara, mexendo com mudança tem trêis dia.

Alessandro – Ah!

Paulo – Amanhã que eu falei po doto Sandro vê se ele consegue marca pra mim ih lá com ele

Alessandro – A tá.

Paulo – Já falei co dotor Sandro vê se marca pá manhã.

Alessandro – Ahãm, não, tranquilo. Tá tendo buato ai que a polícia vai vim ai, que não sei o que! Cê viu?

Paulo – O promotor mi pidiu, me ligo.

Alessandro – Ahm?

Paulo – Me pidindo o nome da muié do Magnum completo

Alessandro – Ahãm?

No mesmo contexto, o áudio do dia 04/07/2018 às 09:20:35, PAULO conversa

com o interlocutor que chama de “CLAUDIOMAR”, utilizador do terminal telefônico 66.99996.7775 cadastrado em nome de CLAUDEOMAR GOMES DA SILVA, e curiosamente o interlocutor comenta: “(…)Ele grampeo tá, tem gente, os cara tão tudo grampeado!(…)”, após PAULO ter falado sobre o comentário de ALESSANDRO no grupo de whatsapp sobre “venda de vagas de funcionária na Câmara”. E ainda, os interlocutores tecem comentários difamatórios

contra o “Parquet”.

Paulo x Claudiomar – comentam sobre os peixes roubados, Comentam que Luiz Costa fez bo contra Canário, Paulo fala que falou no grupo e que Alessandro mando um áudio que a Câmara de Primavera está vendendo vaga de funcionário na câmara, Claudiomar fala que os denunciados foram grampeados e que o MP estão investigando

Claudiomar – E o, quem é o vereador que o menino tá batendo lá?

Paulo – O Bolo? (Camaro)

Claudiomar – Canário?

Paulo – U, u, u, Luiz Costa.

Claudiomar – Ixi.

Paulo – Tá batendo duido.

Claudiomar – O Luiz fez um bo contra ele?

Paulo – Feiz. Du dia das abóbra, diz que ele quis joga abóbra nele.

Claudiomar – Ma moço, nego sem vergonha, tô processando aquele negro lá.

Paulo – Cê tá?

Claudiomar – Oh!

Paulo – Tem que chega.

Claudiomar – (áudio ruim) dano moral contra ele.

Paulo – Tem que chega o pau nele memo!

Claudiomar – Ehm, e o filha da puta do promotor não devolveu ainda, fala ai e alerta ai, fala só tô esperando o promotor devolve o processo que o bicho vai pegá.

Paulo – Pois é nego aquele promotor tá um covarde né rapaiz!

Claudiomar – Filho da puta!

Paulo – Onti eu mandei um áudio do Alessandro.

Claudiomar – Ahm?

Paulo – Que fala assim no grupo: Ua tô sabendo que Primavera tão vendendo vaga di di funcionária na Câmara!

Claudiomar – Ahm?

Paulo – No grupo e eu pá, mandei po Promotor

Claudiomar – Ahm?

Paulo – Será que a justiça não vai toma providência? Dentro do grupo, eu cupiei e mandei e falei po promotor: douto isso aqui é dentro do grupo.

Claudiomar – Ahm.

Paulo – Essa conversa é do cidadão dentro do grupo.

Claudiomar – Ahm.

Paulo – Querendo sabe sobre aquela denúncia da câmara. Ele visualizo, não respondeu nada.

Claudiomar – Uhmm!

Paulo – É tipo assim, a, a sociedade tá cobrando.

Claudiomar – Ele grampeo tá, tem gente, os cara tão tudo grampeado!

Paulo – É né!

Claudiomar – A informação que eu tenho é essa.

Paulo – Intão.

Claudiomar – Eles tão investigando, ele não paro não, aquilo ali, Ministério Público é igual gravideiz.

Paulo – (áudio ruim)

Claudiomar – Passa a madeira e depois o trem vai crescendo.

Paulo – (risos)

Claudiomar – Quando o nego discunfia ele istora.

Paulo – É verdadi. Ai teve uma muié que mi falo, a Lenira falo agora cedo: não aposta não que ele vai toma sua casa que ele tem dinhero pra compra voto.

Claudiomar – Oia!

Paulo – Eu falei: Dona dona Linira, eu não tenho dinheiro pá compra voto não, eu acredito no trabalho prestado pelo meu deputado dentro de Primavera, é isso que eu acredito! E como eu nasci pá ganha e perde nesse mundo, eu só pronto pa tudo numa apostinha! Mais eu vô fala pa senhora que eu vô perde igual eu perdi po Getúlio contra, do Mateus contra o Erico.

Claudiomar – Ahm.

Paulo – Que eu fiz com a turma de lá aposta, daquele memo tipinho, eu vô perde!

Claudiomar – Ahm!

Paulo – E ela fico doida! Ma o grupo tá pegando fogo agora cedo lá, depois que eu fui nas nove, nove im ponto eu meti o pau no grupo!

Surpreendentemente nas gravações xingam todos sem pudor e humanidade usando termos baixos contra o promotor e contra minha pessoa chamando me de “nego sem vergonha”, pedindo para Camaro falar ou bater muito em mim.

03/07/2018  as 10:12:00  Paulo e Camaro falam entre os assuntos a venda de votos de 60 pessoas se baixasse um imposto de uma casa e churrasco em troca do apoio a um candidato.

Paulo x Canário/Bolo – Fala que se conseguir abaixar o ITBI da casa de um eleitor ele irá conseguir 60 votos para o deputado, que irá fazer até um churrasco.

Paulo – Fala meu irmão!

(Camaro)Bolo – E ai, que que foi o patrão, tô ligando pô patrão, ele não qué fala?

Paulo – Uai, eu tô ligando pá ele desde cedo tamém o telefone dele só chama, chama, e não atendi

(Camaro)Bolo – Tenho uma familia ali o cara, o cara garantiu sessenta voto, ma eu tenho que baxa o TBI das duas casa dele, ele disse que adesiva o carro se baixa o TBI das casa dele lá ele diz que adesivas os carro dele tudinho.

Paulo – Eu mudei pra cidade agora Bolo!

(Camaro)Bolo – Ah?

Paulo – Eu mudei pra cidadi!

(Camaro)Bolo – Ahm?

Paulo – E agora fico mais fácil pra nóis trabalha!

(Camaro)Bolo – Pois é, é.

Paulo – Mais se eu consegui fala com ele.

(Camaro)Bolo – O cara qué marca um reunião, o cara qué marca uma reunião lá, diz que faz até um churrasco lá pá apresenta a família dele, todinha, reuni todo mundo. I ele qué paga o ITBI da casa só que os cara avalio muito alta a casa dele, ele falo que se consegui baxa os ITBI ele diz que paga i TBI e ainda apoia, apoia o deputado.

Paulo – Não, beleza intão!

Ainda no inquérito do Ministério Publico  tem conversas do ex-assessor Jeferson Lobato negociando apoio político para o então candidato Miley sem pedido explícitos de valores em dinheiro.

Todo o processo esta disponível no Ministério Público e também no gabinete dos vereadores que pediram informações, fica claro que a investigação que a princípio seria dos cargos indicados para trabalhar na Câmara de Vereadores, que é um procedimento de praxe, deverá tomar outros rumos com envolvimento direto do grupo do mau, pessoas que a todo custo tentam desqualificar o trabalho da atual legislatura, ataques gratuitos por perseguições políticas voltadas para desestabilizar agora possíveis pré-candidatos principalmente ao cargo de prefeito de Primavera do Leste. Fica claro a intenção de atacar a minha honra a todo custo, em quanto isto continuo trabalhando com seriedade e transparência acreditando que o bem pode sim vencer, agora aguardo o desfecho da justiça para ai sim poder ter um freio a tudo que hoje vem ocorrendo. Há uma pergunta que não quer calar quem é o patrão citado em varias conversas, ou seja, quem paga o grupo do mau?

 

 



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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