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Associação dos revendedores de gás fiscaliza preço praticado em Primavera



O preço baixo que está sendo comercializado do gás, é provocado pelas revendas clandestinas

Fenelon Costa presidente da AMRGÀS e fiscal da SINERGAS

O preço do gás de cozinha em Primavera do Leste têm assustados os primaverenses e sido alvo de reclamações até investigação pelo Procon pedida pelos vereadores. Quando finalmente o preço baixou, chegou a fiscalização para acabar com alegria de quem está comprando gás em torno de R$ 60,00. A explicação do preço cobrado nos últimos dias segundo o presidente da AMRGÀS – Associação Mato-grossense dos Revendedores de Gás, Fenelon Costa, é devido a uma “guerra” das revendedoras motivadas pelos vendedores clandestinos.

Fenelon Costa está em Primavera do Leste para fiscalizar as revendas de gás do município, segundo ele denúncias da existências de revendedoras clandestinas motivou a fiscalização, “associação geralmente é convocado quando há disparidade de preço, ou igualdade, normalmente somos convocados pelo Ministério Público para averiguarmos, e em Primavera do Leste o preço tem sido executado abaixo da tabela recomendada, isto implica em crime para o revendedor”.

Fenelon garante que em Primavera do Leste, o gás não pode ser vendido por menos de R$ 92,39 pauta do mês de novembro, o deposito pode vender para cima, porém quando o valor é para baixo o revendedor pode praticar somente a variação 3%.

O preço exercido hoje em Primavera do Leste, segundo o presidente é ilegal, “as revendas estão praticando preço irregular, uma concorrência desleal, esta briga entre eles para superar as vendas clandestinas, está acarretando em crime, este preço não pode ser praticado e iremos fazer um “pente-fino”, para localizar os clandestinos que acabam obrigando as revendedoras que estão com suas documentações em dias entrarem na guerra do preço e vender abaixo da tabela, não apoiamos também que o preço seja abusivo, pois o gás é um item essencial para população seja ela pobre ou rica, quem trabalha legalizado não vai conseguir praticar estes valores por muito tempo, fechará as portas”, completa Fenelon.   

A associação garante ainda que ficará de olho nas revenderas, não permitindo que exista concorrência desleal e nem mesmo preços abusivos.  Fenelon Costa é também diretor fiscal da SINERGAS – Sindicato das Empresas Revendedoras de Gás da Região Centro Oeste. 



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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