Justiça nega recuperação judicial de empresa que deixou estudantes de medicina, direito e odontologia sem festa de formatura em MT

Empresa informou que está passando por dificuldades financeiras, mas que não pretende encerrar as atividades, ou fugir das obrigações legais. Mais de 100 denúncias foram recebidas, diz polícia.

 

A Justiça de Mato Grosso negou o pedido de recuperação judicial da empresa que deixou universitários de diversos cursos superiores, entre eles medicina, direito e odontologia, sem festa de formatura. A decisão foi assinada pelo juiz Márcio Aparecido Guedes nessa segunda-feira (3).

Em uma nota divulgada na última sexta-feira (31), a empresa Imagem Evento informou que está passando por dificuldades financeiras e, por isso, entrou com um pedido de recuperação judicial, mas que não pretende encerrar as atividades, ou fugir das obrigações legais.

De acordo com o juiz, a empresa demonstrou “desleixo” ao não apresentar todos os balanços patrimoniais, relatório de passivos fiscais, certidões imprescindíveis, relação de bens particulares dos sócios, extratos atualizados das contas bancárias, entre outros da lista de documentos solicitados.

O documento aponta ainda, que o valor da causa indicado pela empresa está em completo desacordo com a realidade, tendo atribuído à causa o valor de R$ 1.500 a um passivo milionário.

O juiz também considerou contraditório o fato da empresa ter solicitado recuperação judicial, ao mesmo tempo em que cancelou eventos que seriam essenciais para manter o próprio negócio.

Após analisar os pontos citados, o juiz negou a solicitação, alegando que “a empresa não preenche o mínimo dos requisitos essenciais para o deferimento do processamento da recuperação judicial e não encontra resquícios de realidade com o noticiado na inicial”.

G1 MT

O apoio nutricional às crianças em Primavera do Leste

O Projeto Mãe Cidinha recebe apoio nutricional e educacional para crianças, além de promover atividades físicas

Em Primavera do Leste, Mato Grosso, o Projeto Mãe Cidinha tem transformado a vida de 160 crianças e adolescentes, proporcionando uma alimentação mais saudável e atividades educativas essenciais para o desenvolvimento de cada um. O Programa Agrosolidário, promovido pela Aprosoja Mato Grosso, tem desempenhado um papel fundamental nesse processo ao fornecer a bebida de soja, que tem sido um complemento nutricional essencial para as crianças atendidas pela instituição.

Além de promover o fortalecimento nutricional, o projeto oferece atividades como judô, capoeira, artesanato, reforço escolar, informática e muito mais, contribuindo diretamente para a educação e o preparo dos pequenos para o mercado de trabalho. Maria Eduarda, de 10 anos, compartilha com entusiasmo o que tem aprendido nas aulas, como manobras de dança e bordado no artesanato. “Quando eu crescer, posso fazer crochê e bordado. Eu adoro aprender essas coisas aqui”, contou ela, destacando as oportunidades de aprendizado.

Lara Fernanda, de 9 anos, também expressou sua gratidão pelas aulas e pelo apoio recebido, especialmente no aprendizado de matérias como português e matemática. Ela ainda destacou os benefícios da bebida de soja, que a mantém animada e pronta para as atividades. “Eu gosto da bebida de soja de morango, porque ela é bem geladinha. Quando eu tomei, fiquei mais animada e disposta para brincar com meus coleguinhas”, disse Lara.

A diretora-presidente do Projeto Mãe Cidinha, Creonice Pessoa dos Santos, reafirma a importância do trabalho realizado pela instituição, que se dedica a oferecer atividades gratuitas que contribuem para o desenvolvimento integral das crianças. “Nós oferecemos oficinas culturais e educacionais, como judô, dança, capoeira, música e reforço escolar. O objetivo é que nossos alunos aprendam de forma divertida e criativa, mas também se preparem para a vida e o mercado de trabalho”, afirmou Creonice.

Ela também destacou o impacto positivo da bebida de soja no cotidiano das crianças. “Temos visto que a bebida tem uma vitamina altíssima e ajuda muito na energia das crianças. Isso reflete no aprendizado delas, que ficam mais dispostas para as atividades”, explicou a diretora-presidente, agradecendo o apoio recebido.

Douglas Rodrigues Cruz, professor de capoeira, expressou o orgulho de fazer parte dessa história de transformação. “A capoeira tem um papel importante na formação de cidadãos. Ela ajuda a criança a aprender respeito, disciplina e a se tornar mais educada, tanto na escola quanto em casa”, afirmou Douglas, que acompanha o desenvolvimento das crianças ao longo dos anos.

Com a parceria do Programa Agrosolidário, o Projeto Mãe Cidinha tem fortalecido a alimentação das crianças e oferecido a elas a oportunidade de se desenvolverem de forma integral. A bebida de soja, além de ser uma importante fonte de nutrição, tem contribuído para o ganho de peso e o bem-estar das crianças, promovendo não apenas saúde, mas também carinho e cuidado.

Canal Rural

Justiça mantém nome de fazendeira de MT na ‘lista suja’ do trabalho escravo

Uma advogada e dona de uma propriedade rural em Juína (735 km a Noroeste) teve seu nome mantido pela Justiça do Trabalho em Mato Grosso na “lista suja” de empregadores que submetem trabalhadores a condições análogas à escravidão. Um funcionário dela, 69, vivia em condições insalubres na fazenda.

A decisão, proferida no final de dezembro, também validou os autos de infração lavrados por auditores fiscais e reforçou a gravidade das violações constatadas.

A fiscalização revelou que o empregado vivia em um barraco improvisado na Fazenda Água Boa, sem qualquer estrutura básica de alojamento, acesso à água potável ou banheiro. Admitido em 2013, ele realizava diversas atividades rurais, como limpeza de pastos e aplicação de agrotóxicos. Nos 10 meses antes do resgate, foi transferido para uma área insalubre e estava exposto a riscos como ataques de animais selvagens e intempéries climáticas.

A situação degradante foi confirmada pelos auditores fiscais do trabalho, que encontraram o trabalhador no barraco feito de lona, sem proteção lateral ou sanitária, sendo que tinha que consumir água de um córrego barrento, também usada para higiene e preparo de alimentos. Além disso, o trabalhador sofreu uma redução salarial injustificada em 2020, prática vedada pela legislação trabalhista.

A fiscalização, que resultou em 9 autos de infração, contou com a participação do Ministério Público do Trabalho (MPT) e agentes da Polícia Civil.

A fazendeira alegou que as irregularidades constatadas eram administrativas e não configuravam trabalho análogo à escravidão. Afirmou que a inclusão de seu nome na ‘lista suja’, como é conhecido o Cadastro Nacional de Empregadores que submeterem trabalhadores a condições análogas à escravidão, trouxe prejuízos financeiros, como impossibilidade de contratação de financiamento, cassação de benefícios e antecipação de vencimentos de operações bancárias.

A Advocacia Geral da União (AGU) rebateu os argumentos da proprietária da fazenda, destacando que as condições identificadas representavam uma afronta a valores constitucionais, como a dignidade da pessoa humana, o valor social do trabalho e a função social da propriedade.

A AGU também ressaltou que o conceito contemporâneo de trabalho escravo abrange práticas degradantes e desumanas, independentemente da restrição física do trabalhador, e argumentou que a exclusão da fazendeira da ‘lista suja’ comprometeria os esforços nacionais e internacionais de combate à escravidão moderna.

Violações graves
Na sentença dada na Vara do Trabalho de Juína, o juiz Adriano Romero apontou que as provas, incluindo fotos e depoimentos, confirmaram que o trabalhador foi mantido em condições sub-humanas, irregularidades admitidas inclusive pela própria fazendeira.

“A manutenção do vínculo de emprego por mais de uma década, sem registro em carteira, e as condições degradantes de trabalho revelam um grave desrespeito à dignidade do trabalhador e às normas de segurança e saúde”, escreveu o magistrado.

A decisão destacou ainda que a conduta da fazendeira foi incompatível com seu conhecimento jurídico, agravando a gravidade da situação: “Não se está a falar de uma pessoa simples do campo, mas de uma advogada, conhecedora do ordenamento jurídico brasileiro”, ressaltou.

As condições às quais o trabalhador foi submetido configuram uma grave violação, concluiu o juiz.

“O empregado vivia em um barraco construído de forma improvisada, sem proteção contra intempéries, sem acesso à água potável ou banheiro, e sujeito a ataques de animais selvagens. Essas condições não apenas violaram normas trabalhistas, mas também representaram um flagrante desrespeito à dignidade da pessoa humana”, escreveu o magistrado.

O juiz apontou que as justificativas apresentadas pela empregadora eram insuficientes e contraditórias. A alegação de que o trabalhador seria argentino e não possuía documentação legal foi considerada inválida, já que a fazendeira admitiu que o empregado trabalhou por anos sob suas ordens sem qualquer tentativa de regularizar a situação. Da mesma forma, não foi aceita a justificativa da fazendeira de que a redução do salário do trabalhador ocorreu em razão do arrendamento de parte das terras.

Com a decisão, a fazendeira permanece na “lista suja”, instrumento de combate ao trabalho escravo no Brasil criado em 2003. Segundo o Ministério do Trabalho, a lista atualmente conta com 717 empregadores e empresas, sendo atualizada semestralmente para dar transparência às fiscalizações e combate ao trabalho escravo contemporâneo.

GD

PRF apreende motocicleta com sinais de adulteração em Primavera do Leste

No dia 16 de janeiro de 2025, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma motocicleta com sinais de adulteração, no município de Primavera do Leste, em Mato Grosso.

A ação teve início após a denúncia de que a placa de uma motocicleta havia sido extraviada em setembro de 2024 e estava sendo utilizada de forma irregular. A motocicleta adulterada foi localizada e abordada pela equipe PRF.

O condutor, que afirmou ter adquirido o veículo por meio de troca, foi detido em flagrante por adulteração de sinal identificador de veículo automotor e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil.

Presa mulher que tentou matar a irmã no Médio Norte

A Polícia Militar prendeu uma mulher de 31 anos em flagrante, ontem, suspeita por tentativa de homicídio contra a própria irmã, de 27, no bairro Buriti em Diamantino (a 182 km de Cuiabá). Conforme o boletim de ocorrência, no local, a vítima relatou ter sido atacada após uma discussão.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu a vítima até uma unidade de saúde para atendimento médico. Após a tentativa de homicídio, a suspeita fugiu pelos fundos da casa.

Diante das características da autora do crime, os militares intensificaram o policiamento na região e localizaram a suspeita próximo ao ginásio do Buriti, acompanhada do filho de 4 anos. O menino ficou sob a responsabilidade do pai.

A suspeita apresentava uma pequena escoriação no pescoço. Ela relatou que teria sido agredida pela irmã. A mulher foi encaminhada à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Botelho reconhece acertos de Abilio, mas diz que prefeito ‘não tem humildade nenhuma’

Em entrevista na manhã desta terça-feira (7) o deputado estadual Eduardo Botelho (União) fez duras críticas à postura do prefeito Abilio Brunini (PL) nestes primeiros dias de administração. O presidente da Assembleia Legislativa reconheceu os acertos do novo gestor da capital, na questão econômica, mas disse que ele “não tem humildade nenhuma” na forma como trata algumas pessoas.

Após assumir a Prefeitura de Cuiabá, o prefeito Abilio decretou estado de calamidade financeira e relatou que o antigo prefeito Emanuel Pinheiro não deixou dinheiro suficiente em caixa para que fosse possível honrar os compromissos do município. Ao programa Tribuna, da Rádio Vila Real FM (98.3), Botelho avaliou isso como um acerto.

“Primeiro que não é novidade pra ninguém. Se ver o que eu falava na campanha eu já dizia (…), a campanha inteira eu falei sobre isso, que nós teríamos uma dívida de curto prazo de R$ 800 milhões a R$ 1 bilhão e está aí se concretizando o que eu já tinha levantado durante a campanha. (…) Ao meu ver o Abilio fez certo em criar esse decreto de calamidade, fez certo em diminuir os cargos comissionados”.

Apesar disso, Botelho criticou alguns atos do prefeito, como a decisão de retirar as placas dos locais inaugurados por Emanuel na véspera do fim de seu mandato e por já ter afirmado que a Associação do Mercado do Porto não ficará mais responsável pela administração do local, insinuando, inclusive, que foram coniventes com as ações de Emanuel.

“O Abilio não tem humildade nenhuma. Onde já se viu humildade num cara arrogante que ataca todo mundo? (…) Ir lá nessa forma arrogante e até covarde, porque mexer com aqueles caras que trabalharam debaixo de lona, dizendo que foram coniventes, que coniventes? (…) Essas atitudes dele pra mim não são atitudes de prefeito, se ele quer ser um prefeito decente, tem que parar de humilhar as pessoas (…), não vai dar resultado pra Cuiabá se ficar com celular fazendo vídeo”, disse.

Abilio já disse que deve buscar ajuda financeira com o Governo do Estado e também com os deputados, estaduais e federais, para conseguir arcar com as despesas da cidade. Botelho disse que ainda não foi procurado e pontuou que não pretende ter uma relação com o prefeito.

“Comigo ele ainda não sentou (…). Eu não tenho relação com Abilio Brunini, não tinha com Emanuel Pinheiro, nunca tive, apesar do que o Abilio e Lúdio faziam essa colocação mentirosa, acabou a eleição, nunca tive relação administrativa nenhuma, de nada, com Emanuel Pinheiro, a não ser uma relação cortês como tenho com Abilio, com Lúdio (…). Não estive com Emanuel durante os 8 anos dele e não pretendo ter com Abilio também”.

Apesar do tom pouco amigável em relação a Abilio, Botelho disse que ele tem capacidade de ser um bom prefeito, pois já começou com alguns acertos.

“Ademais ele está fazendo certo, inclusive é habilidoso, ganhou a Câmara, as principais comissões (…). O começo dele, pra mim, eu dou uma nota positiva, ele está começando bem, ele fez um decreto que eu faria, fez a Câmara que eu faria (…), acho que ele está corretíssimo na questão da economia (…). Acho que inclusive ele pode ser um grande prefeito, mas tem que parar com essa mesquinhez de brigar com gente pequena, gente sofredora, como a Associação do Mercado do Porto”.

GD

Fávaro é exonerado do cargo de ministro da agricultura

Carlos Fávaro foi exonerado do cargo de ministro de Agricultura e Pecuária do Brasil e deve retornar ao senado federal e assumir a vaga que estava ocupada pela sua suplente Margareth Buzetti. A decisão assinada pelo presidente da república Luis Inácio Lula da Silva foi publicada na edição de segunda-feira (02) do Diário Oficial da União.

 

Conforme o decreto, a demissão foi a pedido do congressista, que é senador e deve retornar ao posto para participar de votações na Casa de Leis.

Fávaro é filiado ao Partido Social Democrático (PSD) e em 16 de novembro de 2022, foi nomeado pelo vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, como coordenador do Grupo Técnico de Trabalho da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Gabinete de Transição Governamental e em dezembro nomeado a ministro da agricultura.

 

Essa é a segunda vez que o senador pede para ser exonerado para retornar a casa de leis onde tem vários projetos.

GD

Aluno é agredido por dois homens dentro de escola em Primavera

Ainda segundo informações, o desentendimento começou após o estudante, que estava pilotando uma moto, invadir a pista contrária, onde os suspeitos estavam. 

Um vídeo que está circulando nas redes sociais mostra um estudante de 17 anos sendo agredido por dois homens dentro da Escola Estadual Alda Gawlinski Scopel.
A situação aconteceu na última sexta-feira em Primavera do Leste.
De acordo com as informações da Diretoria Regional de Educação (DRE), os
suspeitos entraram na unidade de ensino sem autorização e começam as
agressões contra o aluno. Os acusados, ambos de 35 anos estavam alcoolizados e seguiram o adolescente nas imediações da unidade.

Assim que perceberam o ataque contra o jovem, servidores da escola separaram os três e prestaram atendimento ao aluno. Após isso, ficaram com o estudante até a chegada do pai do adolescente, que o levou até a delegacia para registrar a ocorrência.

Ainda segundo informações registradas no Boletim de Ocorrência (BO), o
desentendimento começou após o estudante, que estava pilotando uma moto, invadir a pista contrária, onde os suspeitos estavam. O jovem chegou a ser puxado do veículo, mas conseguiu escapar.
Os dois suspeitos seguiram o estudante até a escola, e além dele, agrediram outras pessoas que estavam na instituição.

Agora MT

Bebê é resgatada após cair em buraco de 4 metros de profundidade em obra

Criança brincava quando caiu no buraco. Apesar do susto, ela passa bem

Uma bebê, de 1 ano e 9 meses, foi resgatada após cair em buraco de 4 metros de profundidade em uma obra, em Anápolis, na região central do estado de Goiás. O acidente aconteceu na tarde da última segunda-feira (2) em uma área privada onde está sendo construída uma casa no Jardim Itália. Apesar do susto, a menina passa bem.

Criança brincava quando caiu em buraco

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, acionado para atender a ocorrência, a menina estava brincando no local quando caiu no buraco que tem aproximadamente 4 metros de profundidade e 30 cm de diâmetro. Ao chegar no local, os militares verificaram que a menor estava presa, sem poder se mexer. Como a perfuração era muito estreita, não havia a possibilidade de um bombeiro entrar no buraco para retirar a criança.

Após muito esforço, as equipes conseguiram retirar a criança do buraco sem nenhuma lesão, mas chorando bastante. Apesar de ser socorrida consciente e não apresentar ferimentos aparentes, a criança foi encaminhada ao hospital para avaliação médica.

Segundo a corporação, o local estava aberto. Como o nome do responsável pela obra não foi divulgado.

Mais Goias

Trio é preso com drogas em ‘boca de fumo’ no interior

3 pessoas, entre elas um menor de 17 anos, foram detidas por tráfico de drogas, em Primavera do Leste, na noite de sexta-feira (29). Comparsas conseguiram fugir e grande quantidade de droga foi apreendida no local.

Segundo informações da Polícia Militar, com a Operação Tolerância Zero as diligências foram reforçadas na cidade nos últimos dias. Em militares receberam informações do comércio de drogas em uma casa do bairro Vale Verde e realizaram a abordagem.
Com a chegada da polícia, alguns suspeitos conseguiram fugir, mas 3 foram detidos.

No ponto de tráfico os policias encontraram 12- Tabletes grandes de substância análoga à maconha, 42 porções de substância análoga à maconha, 16 porções de substância análoga a cloridrato de cocaína, 15 porções de substância análoga a haxixe, 3 tabletes grandes de substância análoga à pasta base de cocaína, além de material para a fabricação das porções, 2 falsas armas de fogo e uma espingarda de pressão.

O grupo foi levado para a delegacia da cidade e vai responder por tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, desobediência, resistência e associação para o tráfico.

GD