Polícia ‘caça’ feminicida que matou companheira a golpes de picareta, em Rondonópolis,

Autor usou uma marreta e picareta para golpear a vítima, que chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos


A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis realiza buscas pelo paradeiro do homem que matou a companheira a golpes de marreta, na noite desta quarta-feira (20.11), na cidade | PC-MT
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis realiza buscas pelo paradeiro do homem que matou a companheira a golpes de marreta, na noite desta quarta-feira (20), na cidade.

Francisca Pereira da Silva, de 38 anos, foi agredida dentro de casa, no bairro Jardim Vetorasso, no final da noite de quarta-feira, pelo companheiro, Antônio Sousa de Jesus, 57 anos. Ele usou uma marreta e depois uma picareta para desferir os golpes contra Francisca.

A vítima chegou a ser socorrida pelo Samu ao Hospital Regional de Rondonópolis, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu logo após dar entrada na unidade de saúde.

Francisco fugiu em uma motocicleta Honda CG 125, logo após o crime.

A equipe da DHPP está com as diligências para localizar o pedreiro. Quem tiver informações que possam levar ao paradeiro de Francisco, pode entrar em contato com o disque denúncia da Polícia Civil, pelo 197, ou no telefone da DHPP: (66) 98156-0028.

PF prende 3 e destrói máquinas usadas em garimpo ilegal em MT

A Polícia Federal, em ação conjunta com o IBAMA, a FUNAI e com a Polícia Civil, encerrou, nesta sexta-feira (22/11), uma ação de repressão a crimes ambientais e à ordem econômica nas Terras Indígenas Nambikwara e Vale do Guaporé, em Mato Grosso. A ação visou combater a extração ilegal de ouro e realizar a desintrusão de áreas atingidas pelos garimpeiros, inutilizando instrumentos e maquinários empregados na atividade de garimpagem ilegal.

A operação foi desencadeada a partir de uma informação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), relatando a presença de garimpeiros ilegais na região. Os suspeitos estariam usurpando matéria-prima da União, por meio da extração ilegal de minério de ouro e desmate de madeira.

Ao chegar no local, a equipe policial flagrou caminhões e tratores utilizados para realizar o desmate e transporte da madeira extraída, bem como, grande quantidade de madeira pronta para ser retirada da Terra Indígena.

Durante as ações de repressão à extração ilegal de madeira, foram apreendidos dois tratores, dois caminhões e cinco motos, sendo ainda inutilizados três tratores. Sete pessoas foram autuadas por infração ambiental.

Em continuidade aos trabalhos em campo, as equipes localizaram uma frente de garimpo ilegal no interior da TI Nambikwara. A polícia prendeu em flagrante três pessoas por porte ilegal de arma de fogo, extração ilegal de minério e usurpação de matéria prima da União. Outras 14 pessoas foram autuadas pelo Ibama por infrações ambientais.

Quanto aos instrumentos utilizados pelos criminosos, foram apreendidos seis veículos, uma escavadeira hidráulica e uma arma de fogo. Também foram inutilizadas no local outras quatro escavadeiras hidráulicas.

Após o encerramento das atividades em campo, todos os autuados serão relacionados na investigação em curso, cujo objetivo é identificar os financiadores das atividades ilegais.

Midia Jur

Veja organograma de como funcionava esquema de fraude e desvio de recursos em prefeitura de MT

Por g1 MT

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) apresentou um organograma com os seis presos na Operação Gomorra, que foi deflagrada nessa quinta-feira (7)mostrando como funcionava o esquema entre os investigados por fraude de licitações e desvio de recursos em Barão de Melgaço, a 121 km de Cuiabá. De acordo com o MP, esse mesmo grupo tem contratos, que agora são investigados, com mais de 100 prefeituras e câmaras municipais .

No documento apresentado pelo MP, em conjunto com a Polícia Civil, é possível identificar que Edézio Corrêa, líder do grupo, contava com a ajuda e apoio da convivente: Tayla Beatriz Silva Bueno Conceição, dos sobrinhos: Roger Corrêa da Silva, Waldemar Gil Corrêa Barros e Jânio Corrêa da Silva, da irmã: Eleide Maria Correa, e da sócia: Karoline Quatti Moura (veja abaixo a ligação entre eles).

Para viabilizar o esquema, quatro empresas foram criadas com o objetivo de firmar contratos fraudulentos com as prefeituras e câmaras municipais. Cada integrante da organização ficou responsável pela administração de uma dessas empresas, garantindo o funcionamento do esquema e a manipulação dos processos licitatórios.

Organograma mostrando como funcionava o esquema de desvio — Foto: MPMT

Organograma mostrando como funcionava o esquema de desvio — Foto: MPMT

O que cada integrante fazia:

  • Tayla: sócia da Pontual Comércio e Serviços de Terceirizações LTDA;
  • Roger: sócio da Pantanal Gestão e Tecnologia LTDA;
  • Eleide: sócia da Saga Comércio e Serviço Tecnologia e Informática LTDA e foi sócia da Centro América Frotas LTDA de janeiro a março de 2020;
  • Waldemar: foi sócio da Saga Comércio de 2017 a 2020;
  • Jânio: sócio ativo da Centro América desde 2007
  • Karoline: proprietária da Karoline Quatti Moura e PP

O g1 tenta localizar a defesa dos investigados.

De acordo com o MP, Karoline fazia movimentações desde o ano de 2019 e, até 2020, movimentou mais de R$ 8,3 milhões para a Saga Comércio, durante esse período.

Além disso, a investigação constatou que o esquema de fraude consistia em manipular processos licitatórios para garantir contratos fraudulentos entre a administração pública e empresas de fachada. O modus operandi envolvia a participação ativa de prefeitos municipais, que, como ordenadores de despesa, facilitavam a fraude e garantiam a continuidade do esquema, mesmo após a prisão de alguns dos investigados. Até o momento, não foi divulgado o nome de prefeitos ou vereadores envolvidos na organização criminosa.

As investigações também revelaram que o grupo atuava principalmente em prefeituras do interior de Mato Grosso, sendo o município de Barão de Melgaço, um dos principais alvos das fraudes.

A investigação identificou quatro empresas que, embora legalmente registradas, eram utilizadas de maneira indevida para viabilizar as fraudes. No caso específico de Barão de Melgaço, o esquema se tornava ainda mais evidente, com as empresas sendo contratadas para fornecer serviços e produtos que, na prática, nunca eram entregues, ou eram entregues de forma inadequada e superfaturada.

Diante às fraudes, o Ministério Público solicitou à Justiça uma série de medidas cautelares para impedir que o grupo siga atuando. Entre as medidas requeridas, estão a suspensão das atividades econômicas das empresas envolvidas no esquema e o afastamento do sigilo de dados eletrônicos. A Justiça manteve a prisão temporária dos integrantes do grupo.

Além disso, o MP e a Polícia Civil também solicitaram a busca e apreensão de computadores, notebooks, celulares e documentos nos endereços residenciais e profissionais dos investigados, para coletar mais provas que possam esclarecer o papel de cada envolvido e detalhar a atuação do grupo criminoso.

Entenda o caso

 

Nesta quinta-feira, após a prisão dos envolvidos, o Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco) divulgou uma lista com supostos contratos firmados pelo grupo com mais de 100 prefeituras e câmaras municipais de Mato Grosso (veja lista no final da matéria).

Conforme a investigação, em Barão de Melgaço, a 121 km de Cuiabá, os suspeitos utilizaram ‘cartões coringa’ como mecanismo para desvio de combustível e prática de sobrepreço — valor cobrado acima do preço justo de forma abusiva.

De acordo com o Naco, a identificação do esquema ocorreu após a análise de todos os processos licitatórios homologados pela Prefeitura de Barão de Melgaço com uma empresa, desde o período de 2020 até a atualidade.

A investigação

 

Durante a investigação, foi constatado que outras empresas que participaram desses processos tinham sócios pertencentes à mesma família do proprietário da empresa. Além disso, algumas dessas empresas nem sequer estavam em operação.

Servidores são alvos de operação que investiga aliciamento de eleitores indígenas para influenciar resultado de eleição em município de MT

Envolvidos teriam coagido indígenas a transferirem os títulos eleitorais para o município, com o intuito de votarem em determinados candidatos durante as eleições municipais de 2024.

Dois servidores públicos foram alvos de uma operação deflagrada pela Polícia Federal, nesta sexta-feira (8), que investiga um esquema de aliciamento de eleitores indígenas da etnia Enawene Nawe, em Brasnorte, a 580 km de Cuiabá, para influenciar no resultado das eleições municipais deste ano.

A suspeita é que os envolvidos teriam coagido indígenas a transferirem os títulos eleitorais para o município, com o intuito de votarem em determinados candidatos a vereador e a prefeito.

Conforme a investigação da polícia, servidores estariam envolvidos no fretamento de dois ônibus para transportar eleitores indígenas ao município durante o período eleitoral. Segundo a PF, os votos arrecadados seriam para atual prefeito do município, Edelo Ferrari (União), reeleito nas eleições municipais de 2024, com 4.634 dos votos válidos.

g1 entrou em contato com a Prefeitura de Brasnorte, que informou não ter conhecimento oficial dos fatos apurados pela operação e que, assim que tiverem acesso às informações, prestarão os esclarecimentos necessários. Já Edelo não deu retorno até esta publicação.

Prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari, afirma que Brasnorte é o futuro celeiro de Mato Grosso. — Foto: Prefeitura de Brasnorte - MT

Prefeito de Brasnorte, Edelo Ferrari, afirma que Brasnorte é o futuro celeiro de Mato Grosso. — Foto: Prefeitura de Brasnorte – MT

Outros crimes eleitorais

 

Uma outra operação deflagrada também nesta sexta, em Brasnorte, investiga a divulgação de vídeos íntimos, envolvendo outro candidato a prefeito nas eleições 2024.

A Polícia Federal cumpriu quatro mandados de busca e apreensão, com o objetivo de coletar provas que possam identifiquem os responsáveis pela produção e divulgação das imagens.

Policiais apreenderam uma quantia de R$ 100 mil em espécie — Foto: Reprodução

Policiais apreenderam uma quantia de R$ 100 mil em espécie — Foto: Reprodução

Durante as buscas, os policiais apreenderam três celulares, uma pistola, várias munições e uma quantia de R$ 100 mil em espécie.

Em decorrência da posse ilegal de arma de fogo, o suspeito foi preso em flagrante e uma nova investigação foi instaurada para apurar a origem do dinheiro apreendido.

Fonte: G1 MT

Polícia doa ao IFMT celulares novos apreendidos em unidade prisional

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Polícia Civil, entregou, nesta terça-feira (05.11), 47 aparelhos celulares apreendidos na Penitenciária Central do Estado (PCE) ao Instituto Federal de Educação de Mato Grosso (IFMT).

A doação foi autorizada pelo juiz João Francisco Campos de Almeida, do Núcleo de Inquéritos Policiais da capital. Os celulares novos e acessórios foram apreendidos na unidade prisional em agosto de 2022.

Conforme a investigação da GCCO, os aparelhos foram apreendidos em um veículo de uma empresa que estava prestando serviço dentro da penitenciária.

O caminhão era conduzido por um reeducando e foi abordado por policiais penais, que encontraram uma caixa de ferramentas onde estavam escondidos os smartphones, acessórios e chips de telefonia.

Com base na apuração, a GCCO representou ao juízo do Nipo para a doação dos aparelhos, argumentando a origem desconhecida e ilícita. O Ministério Público se manifestou favorável à doação, que foi feita ao projeto de expansão e interiorização da educação superior e inclusão digital e redução de desigualdades conduzido pelo IFMT.

A doação foi entregue nesta terça-feira pela equipe da GCCO ao reitor da instituição federal de ensino, professor Júlio César dos Santos.

O delegado da GCCO, Gustavo Belão, argumenta que os aparelhos passaram por análise da equipe de investigação e não foram encontradas informações úteis, portanto, sendo mais útil a doação para uso, uma vez que com o passar do tempo, os telefones ficam desatualizados, podendo se tornar inservíveis.

“Com grande satisfação, vemos mais um reflexo do trabalho incansável da Polícia Civilque combate diariamente o crime organizado de maneira sistemática e integrada. Estes aparelhos celulares, anteriormente destinados a atividades ilícitas no interior da Penitenciária Central do Estado, agora assumem um novo papel: serão ferramentas de inclusão digital e apoio à educação dos alunos do IFMT. Este é um simbolismo poderoso na nossa luta contra o crime organizado, onde os instrumentos de transgressão são transformados em recursos educacionais, fomentando a inclusão e promovendo a redução das desigualdades sociais”, pontuou o delegado titular da GCCO.

Conforme a coordenação do projeto, os aparelhos celulares serão destinados a atender pessoas em condição de vulnerabilidade social.

Midia Jur

Ex-procurador da Lava Jato prevê que investigação baseada em celular de Zampieri “acabará em pizza”

O ex-procurador da República e ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) revelou em suas redes sociais e em seu canal no Youtube que as investigações de venda de sentenças contra ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) devem “acabar em pizza”. Segundo ele, o ministro Cristiano Zanin, que conduz o caso no Supremo Tribunal Federal (STF), já teria comentado nos bastidores que não vê indícios de participação de ministros do STJ nos esquemas de venda de decisões judiciais.

Um possível esquema de venda de sentenças na corte superior surgiu com a apreensão do celular do advogado Roberto Zampieri, morto no dia 5 de dezembro de 2023 quando saía de seu escritório no bairro Bosque da Saúde, em Cuiabá. Durante as investigações que poderiam levar a Polícia Civil a chegar aos assassinos, foram descobertos fraudes possivelmente cometida pelo advogado, em conjunto com lobistas, servidores do Judiciário e até magistrados.

Inclusive, a morte do advogado teria como motivação a proximidade do jurista com um desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, responsável por julgar um caso de desapropriação de terras no Estado. O celular do advogado foi apreendido e os dados repassados ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para apurar eventuais ilícitos cometidos por magistrados.

O aparelho telefônico de Zampieri se tornou uma verdadeira “bomba relógio”. Os dados dele já geraram os afastamentos dos desembargadores Sebastião de Moraes Filho e João Ferreira Filho, ambos do TJMT, do juiz Ivan Lúcio do Amarante, da comarca de Vila Rica, e ainda de cinco desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Reportagens em âmbito nacional apontam ainda que Zampieri em conluio com lobistas com atuação em Mato Grosso e Brasília teria interferido em decisões de ministros do STJ. Por conta do foro privilegiado, essas investigações foram levadas ao STF, sob relatoria de Cristiano Zanin.

Ontem, reportagem do portal PlatôBR, que tem acompanhado o caso de perto, gerou o comentário de Deltan Dallagnol, que foi o principal procurador da Operação Lava Jato. Ele prevê que o caso, apesar das evidências, não deve gerar qualquer tipo de sanção aos ministros, podendo ser até anulado.

“O mais provável é que esse caso de corrupção do Judiciario seja totlamente anulado. Ou então, seja arquivado em relação aos ministros, que são os poderosos, que são os tubarões, enquanto que aquela arraia miúda, os peixinhos pequenos, que são os assessores dos ministros, vão todos pagar o pato”, falou o ex-procurador, sem citar qualquer nome, além do relator do caso no STF.

Para Dallagnol, essa situação reforça a tese de que o Brasil é o “país da impunidade”, onde ele relembra a Operação Lava Jato, que levou políticos e empresários à cadeia, mas que está sendo praticamente anulada pelo STF.
“A impunidade é regra em casos de corrupção e não a exceção, principalmente em relação aos poderosos. Quanto mais você sobe na escala de poder, menor a probabilidade de que sejam punidos”, ironizou.

Em relação ao caso de venda de sentenças obtidos a partir da apreensão do celular de Zampieri, o ex-procurador admite que não existem provas cabais contra os ministros. Todavia, a expectativa que tem é de que o caso seja arquivado sem sequer er uma investigação aprofundada.

“Até agora não surgiram provas robustas de ministros do STJ no esquema, mas tem alguns indícios preocupantes e que merecem ser investigados, como relatório do Coaf indicando que um ministro do STJ recebeu dinheiro de um dos lobistas do esquema”, pontuou, reforçando que o caso deve ser mais um esquema de corrupção impune no país.

“Quem vai dar a palacra final sobre tudo é claro que é a Justiça. E todos tem que ser considerados inocentes até o trânsito e julgado da condenação criminal, que nunca acontece no Brasil”, acrescentou.

O ex-procurador opinou que é praticamente impossível um esquema de venda de decisões ocorrer numa corte superior se limitando a assessores de gabinete, sem o conhecimento dos ministros.

“Considerando aquilo que a gente escuta nos tribunais, em relação a alguns desembargadores, parece muito improvável que existisse um esquema de corrupção amplo desses no coração do STJ envolvendo a venda de decisões judiciais por cifras milionárias em vários gabinetes, inclusive com entrega de decisões antes delas serem proferidas e depois elas são publicadas exatamente iguais àquelas entregues pelos lobistas sem que nenhum ministro do Tribunal soubesse ou participasse disso. Me parece muito improvável que seja uma coisa só de assessores”, assinalou.

Veja análise de Deltan Dallagnol sobre o caso:

Fonte: Midia Jur / GILSON NASSER

Estudante morre após complicações em cirurgia de lipoaspiração em Cuiabá

Thayane foi transferida para outro hospital particular após as complicações, acompanhada de um anestesista e um cirurgião assistente, mas não resistiu e morreu.

Uma mulher de 35 anos morreu depois de complicações em uma lipoaspiração no Hospital Valore, em Cuiabá, nessa quarta-feira (23). Thayane Oliveira Sousa Leal deixa 3 filhos e o marido.

Em nota, o Hospital Valore informou que a paciente deu entrada na manhã do dia 23, passando por todos os protocolos de internação antes de ser encaminhada ao centro cirúrgico, onde ocorreu uma intercorrência (veja nota na íntegra no final da matéria).

“Durante o procedimento, houve uma intercorrência, sendo prestado prontamente todo o atendimento necessário. Conforme os protocolos estabelecidos, após a estabilização da paciente, ela foi transferida para outro hospital em Cuiabá, onde continuou a receber todo o suporte médico adequado”, disse.

Segundo a Polícia Civil, a vítima foi transferida para outro hospital particular após as complicações, acompanhada de um anestesista e um cirurgião assistente. As equipes do hospital tentaram reanimar a vítima, mas sem sucesso.

Nas redes sociais, amigos e familiares lamentaram a morte da estudante. Thayane cursava óptica e optometria em uma faculdade particular da região e compartilhava sua paixão pela família e vida saudável.

O procedimento realizado na vítima custa a partir de R$ 6 mil, mas varia de acordo com a cidade, hospital e profissional escolhidos.

Outra morte

 

Eliza da Silva, 27 anos, morreu em 2021 — Foto: Arquivo Pessoal

Eliza da Silva, 27 anos, morreu em 2021 — Foto: Arquivo Pessoal

Em 2021, uma jovem de 27 anos morreu após passar por uma cirurgia plástica no mesmo hospital, em Cuiabá. A vendedora de carros Eliza da Silva sofreu um ataque cardíaco durante o procedimento.

Ela realizou todos os exames necessários, que não apresentaram nenhuma anormalidade. Apta para o procedimento, paciente foi liberada para realizá-lo.

Na época, a família da jovem registrou boletim de ocorrência e alegou negligência médica.

Apesar de ser considerada uma cirurgia estética, a lipoaspiração não é um procedimento tão simples assim. Ela requer a realização de diversos exames preparatórios e cuidados por parte do paciente e do médico, mas mesmo assim apresenta riscos.

G1/MT

Projetos que dobram salários de prefeito e vereadores de Tesouro são aprovados

Salário de prefeito chegará a R$ 34 mil, enquanto a remuneração dos nove vereadores do município, passará de R$ 3,4 mil para R$ 6,9 mil. Um dos vereadores é presidente da Câmara e receberá o salário base acrescido de 50% do mesmo, chegando ao valor de R$ 10,3 mil.

Um projeto de lei que aumenta o salário do prefeito de Tesouro, Isaack Castelo Branco (PSB), de R$ 16 mil para R$ 34 mil, e outro projeto que aumenta o salário dos vereadores foram aprovados durante sessão na Câmara do município, a 385 km de Cuiabá, nessa segunda-feira (21). De acordo com os documentos, a decisão entrará em vigor a partir de 1º de janeiro de 2025.

g1 tentou contato com a Câmara e entrou em contato com o prefeito, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

Ainda segundo o documento, quando licenciado para tratar de assuntos particulares, o prefeito passa a receber o valor do subsídio do vice-prefeito, Gledson (União), que receberá 50% do salário fixado para o prefeito, ou seja, R$ 17 mil. Além disso, os secretários municipais receberão salário no valor de R$ 8 mil.

Na mesma sessão, foi aprovado o projeto 008/2024, que aumenta o salário dos vereadores, entre eles, o presidente da Câmara, James Teixeira (PSB). A remuneração passará de R$ 3,4 mil para R$ 6,9 mil.

O subsídio do presidente da Câmara será o salário base acrescido de 50% do mesmo, chegando ao valor de R$ 10,3 mil.

Ambos os projetos foram aprovados com 8 votos a 1, o único vereador que votou contra foi Nelson José (MDB). Durante a sessão, ele afirmou que fazia questão de votar e disse que o orçamento do município não é adequado com os aumentos.

“O projeto de aumento de salário do prefeito que ganha R$ 16 mil, que vai chegar a R$ 34 mil, mais de 120% de aumento, coisa que não existe em lugar nenhum, um aumento desse aí. Em Guiratinga, é R$ 19 mil o salário do prefeito, eles vão dar o aumento de 15% para chegar a R$ 22 mil. Em relação aos vereadores, também é um aumento de mais de 100%”.

Quem é o prefeito de Tesouro

 

Prefeito de Tesouro (MT), Isaack Castelo Branco (PSB) — Foto: Reprodução

Prefeito de Tesouro (MT), Isaack Castelo Branco (PSB) — Foto: Reprodução

Isaack Castelo Branco (PSB) foi reeleito para os próximos quatro anos, com 1.848 votos, 74,34% dos votos válidos.

Isaack tem 39 anos, é casado, tem ensino superior completo e declara à Justiça Eleitoral a ocupação de prefeito. Ele declarou um patrimônio de R$ 663.530,13.

G1/MT

Com período chuvoso próximo, Vigilância Ambiental reforça as ações de combate ao aedes aegypti em Primavera do Leste

Poder público conta com engajamento da população

Coordenadoria de comunicação

O período de chuvas está chegando em Primavera do Leste. E quanto mais água parada nos recintos, maior a possibilidade dos recipientes virarem criadouros do aedes aegypti, o mosquito da dengue. Para minimizar essa situação, a Vigilância Ambiental do município passou a intensificar as vistorias aos imóveis e orientar sobre ações assertivas que os moradores precisam realizar para evitar criadouros do mosquito.

 

O aumento do número de visitas foi expressivo. Em julho foram realizadas cerca de 9 mil visitas a mais do que no mês de junho, passando de 1.280 para 11.021. Em agosto, o número também subiu para quase 3 mil visitas a mais do que julho, chegando a 13.888, conforme dados do Informe Epidemiológico da Secretaria de Saúde de Primavera do Leste, divulgados em setembro.

 

“Para enfrentar a questão da dengue no nosso município nós estamos atuantes enquanto poder público mas precisamos também da colaboração da nossa população, recebendo os agentes comunitários, cuidando do quintal para não acumular água nos recipientes, enfim… porque essa é uma luta de todos nós”, afirmou o prefeito Leonardo Bortolin.

 

A coordenadora da Vigilância Ambiental no município, Juscilene Sousa Henicka, lembra que as orientações são as mesmas de todos os anos, mas nunca é demais reforçar. “Sempre manter calhas limpas, colocar areia nos vasos de plantas, armazenar pneus em locais cobertos, manter a caixa d’água bem fechada, não acumular sucatas, são formas de cuidar de si, da própria família e de todo o entorno”, enfatizou.

 

Ainda existe muita resistência por parte dos moradores, que hesitam em deixar os agentes comunitários adentrarem nas casas, segundo Juscilene, mas essa ação de orientação e vistoria é fundamental para o combate ao mosquito.

 

De janeiro até agosto deste ano foram registrados 2.968 casos confirmados de dengue no município. O aedes aegypti também é transmissor de outras duas doenças, zika e chikungunya. Até o oitavo mês de 2024 foram confirmados 27 casos de chikungunya e nenhum do zika vírus, segundo dados do Sistema Nacional de Agravos de Notificação (SINAN).

Solar Coca-Cola abre 60 vagas efetivas no Mato Grosso para o Plano Verão

As vagas devem reforçar a operação da Solar no período de aumento da demanda por bebidas

A Solar Coca-Cola, fabricante do Sistema Coca-Cola com atuação em 70% do território nacional (regiões Norte e Nordeste, Mato Grosso e parte de Tocantins e Goiás), está com 60 vagas abertas em Mato Grosso para reforçar sua operação durante o Plano Verão. O programa anual de contratações da engarrafadora tem como objetivo otimizar a mão de obra da empresa no período em que há um aumento na demanda por bebidas durante a estação mais quente do país.

Ao todo, mais de 400 vagas estão abertas nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, para áreas ligadas à logística e comercial. As oportunidades contemplam cargos de analista de logística, promotor de vendas, assistente administrativo, motorista de entrega, almoxarife, operador de empilhadeira, dentre outros.

Nossa expectativa com o Plano Verão, além de preencher as vagas, é reforçar nossa equipe com pessoas que vistam a camisa da Solar. Nosso propósito como marca empregadora é justamente poder impulsionar oportunidades e a empregabilidade nas regiões onde atuamos”, destaca Karla Campos, Gerente Regional de RH da Solar Coca-Cola.

Os candidatos podem se inscrever por meio da plataforma Gupy: https://solarcocacola.gupy.io/. Para mais informações sobre estas e outras vagas, os interessados podem acessar o site: www.solarbr.com.br/trabalhe-conosco.

Inclusão e diversidade

A Solar Coca-Cola é uma empresa reconhecida por valorizar e incentivar políticas de contratação para mulheres, pessoas com deficiência, entre outros profissionais de grupos diversos, por meio do Programa de Diversidade e Inclusão #EuIncluo. A empresa também dá apoio a juventude que busca ingressar no mercado de trabalho através do Coletivo Jovem. Neste curso totalmente online, os jovens têm acesso a um programa de capacitação para conseguir o primeiro emprego.

Coletivo Jovem

A Solar Coca-Cola também impulsiona a empregabilidade de jovens que almejam ingressar no mercado de trabalho. Um exemplo disso é o projeto Coletivo Online, destinado a pessoas entre 16 e 25 anos, com renda familiar de até dois salários-mínimos e que finalizaram ou estão concluindo o Ensino Médio.

O programa online distribui conteúdos gratuitos por meio do WhatsApp, permitindo ao jovem realizar o curso em qualquer lugar, a qualquer momento. Ao longo da formação, os participantes têm acesso a temas como: plano de vida, planejamento financeiro, construção de currículo e preparação para processos seletivos.

Para mais informações, inscrições e detalhes sobre o Coletivo os interessados podem acessar o site oficial do projeto:   https://institutococacolabrasil.my.site.com/jovem/s/informacoes?utm_campaign=BOTTLER&utm_source=SolarImprensa.

Sobre a Solar Coca-Cola — Entre os 20 maiores fabricantes do mundo do Sistema Coca-Cola, a Solar Coca-Cola conta atualmente com 13 fábricas e atua em uma área que representa cerca de 70% do território brasileiro, operando na totalidade das regiões Norte, Nordeste, Estado do Mato Grosso e parte de Goiás e Tocantins. Destaque no cenário nacional como uma das maiores empresas de bens de consumo do país, a companhia conta com mais de 18 mil colaboradores (as) e é responsável pela produção e distribuição de mais de 220 produtos do portfólio da Coca-Cola e de parceiros para cerca de 400 mil pontos de venda. Com faturamento anual de cerca de R$ 9,6 bilhões, a companhia alcança mais de 80 milhões de brasileiros.

Assessoria de Imprensa Solar Coca-Cola – Capuchino Press