Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 03 de Abril de 2026

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Bailinho na Praça tem edição especial com a Super Banda Knecus



O grupo do Rio Grande do Sul promete agitar a Pista de Caminhada com estrutura diferenciada

Neste domingo (7) o Bailinho na Praça será especial, a cidade vai receber a Banda K’necus, de Porto Alegre – RS. O grupo traz uma estrutura de iluminação e som diferenciada, com muita música gauchesca, alemã, forró, sertaneja e muito mais. O Bailinho, que a Prefeitura de Primavera do Leste realiza, por meio da Secretaria Municipal de Cultura,  ocorre todos os domingos, na Pista de Caminhada (em frente ao Banco do Brasil), às 19h.

A Super Banda K’necus se lançou no mercado das maiores bandas do Estado em 09 de junho de 2007, no Baile de Escolha da Rainha da 9ª Oktoberfest de Maratá – RS.

A formação Atual conta com Ari Miguel Vier no bandoneon, sopro e vocal, Fábio Isaías Griebeler no trompete, Wilson Sulzbach no sax tenor, sax alto e soprano, Luiz Carlos Kirsten no sax tenor, Fernando Siweris no trombone, Renato Luis de Carvalho no vocal, Pedro Paulo Dieckel no baixo, Mateus Gerhard na bateria, Maicon Bavaresco no acordeon e teclado e Alexandre Silveira da Rosa na guitarra.

A missão é levar a típica alegria da cultura alemã e os sucessos do momento, para fazer a festa de todas as idades em todos os recantos deste país.

ASCOM – Prefeitura de Primavera do Leste



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Opinião - política

Troca de legenda, mesma lógica: Bira muda de partido e recalcula rota para 2026


Charge política.

Por Luis Costa/ Redação

Em Primavera do Leste, a política inova, pelo menos no discurso e na  prática, manual de reposicionamento, onde mudar de partido é menos sobre ideologia e mais sobre encontrar o melhor lugar ao sol.

Bira deixou o PL e desembarcou no Podemos. A justificativa oficial vem carregada de termos nobres: “reorganização”, “maturidade política”, “fortalecimento de grupo”. Tudo muito elegante quase poético , não fosse o fato de que, na prática, trata-se de um movimento clássico de quem decidiu apostar em um campo mais promissor.

Ao sair da base de Wellington Fagundes e se alinhar ao grupo de Max Russi, com conexão direta ao vice-governador Otaviano Pivetta, Bira não apenas mudou de partido. Mudou de eixo de poder. E isso, sim, é o que realmente importa , o resto é narrativa para consumo público.

A nova filiação o posiciona melhor no tabuleiro estadual e, de quebra, mexe no cenário de Primavera, onde disputa espaço com o ex-prefeito Leonardo Bortolin. Com uma legenda mais “leve” como gostam de dizer, tenta ampliar alcance e reduzir resistências. Traduzindo: quer mais voto e menos desgaste, e quem sabe consegue unir muitos primaverenses em torno do projeto com chance de conseguir ter um deputado.

No pacote, entra também o tempero tradicional da política local: fé e articulação caminhando lado a lado. A influência da igreja, representada por lideranças como o pastor Ary Dantas, segue presente, lembrando que, por aqui, espiritualidade e estratégia eleitoral costumam dividir o mesmo púlpito.

Enquanto isso, o apoio do prefeito Sérgio Machnic, em parceria institucional com Max Russi, é apresentado como compromisso com o desenvolvimento e sinal de alinhamento. E é mesmo, alinhamento de grupo que fica ainda mais forte.

Para completar o cenário, Eduardo Botelho deixa o União Brasil e migra para o MDB, garantindo que o tabuleiro continue em movimento suficiente para parecer dinâmico, garantindo quase que uma vaga já no partido, podendo dificultar ainda para Léo.

No fim, a tal “mudança de jogo” existe, mas não exatamente como vendem. O jogo continua o mesmo, o que muda é quem está melhor posicionado nele. E nisso, convenhamos, Bira fez seu movimento no tempo certo.


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