Primavera do Leste / MT - Sábado, 17 de Janeiro de 2026

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Comunidade do Nova Poxoréu participa de reunião para regularização fundiária



Prefeito de Poxoréu garante que vai prevalecer a vontade do povo para qual município eles desejam permanecer


Uma reunião para tratar da regularização fundiária da região do Assentamento Nova Poxoréu, foi realizada na manhã desta terça feira (05), na residência do presidente da associação Nova Poxoréu Vanderlei da Silva.
A reunião contou com a presença do Prefeito de Poxoréu Nelson Paim (PDT), Vereadores Carlos Instrutor (PSD), Carmem Borges (PSC), Carlos Araújo (PP), Miley (PV), e Luis Costa (PR), presidentes dos assentamos vizinhos, assessores do Deputado Federal Valtenir Pereira e coordenador do programa Terra Legal de Mato Grosso André Welter.
A discussão sobre a regularização começou no ano de 2014 levantada pelo advogado e assessor do Dep. Federal Valternir Dr Luiz Alberto, “recebi o Vanderlei na época e começamos os tramites para regularização, após O Governo Federal sancionar recentemente a Lei n°13.465/17, que trata das diretrizes da regularização fundiária no país, ganhamos força para regularizar através da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead) órgão responsável por gerenciar a aplicação da Lei na Amazônia Legal.”, afirma Dr Luiz.
André Welter coordenador do programa garante que está fácil a regularização da área, pois o prefeito e vereadores estão abertos ao diálogo lutando juntos para regularização, “em um prazo de três meses queremos está com nosso trabalho pronto, podendo ser feita a doação para o município de Poxoréu que fará a doação para os moradores”. Afirma Welter.
O prefeito em sua fala afirmou que está sensível às necessidades da comunidade e pretende trabalhar em parceria com Primavera do Leste, “não tenho vaidades de querer que este assentamento pertença para Poxoréu, quero manter um bom diálogo com todos e aquilo que o povo decidir eu vou apoiar”, declarou Paim.
Vereador Luis Costa em sua fala garantiu aos moradores que nem um vereador vai contra as ações para aquela região, “vamos unir forças para atender o cidadão que necessita de água encanada, luz elétrica, escola e estradas, parabéns ao prefeito de Poxoréu que se mostra sensível a vontade do povo”.

Vereador Carlos Instrutor, afirma que todos os vereadores tem ações para os assentamentos, “a Câmera de Vereadores tem buscado apoio aos deputados, senadores para ajudar esta comunidade que precisa com urgência de avanços”.

Vereador Miley garante que não medira esforços para que seja feito parceria entre os dois municípios para a população que a tanto tempo espera por infraestrutura.
O presidente da associação Nova Poxoréu se mostra confiante com a regularização, “sabemos que existe tramites legais para Primavera e Poxoréu atender nossa comunidade, após a regularização poderemos receber emendas parlamentares para melhorias do nosso bairro”. Garante o presidente Vanderlei.



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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