Primavera do Leste / MT - Domingo, 18 de Janeiro de 2026

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Deputado justifica voto e diz que queda de Temer é “cavalo de Tróia” com PT dentro



O deputado federal Victório Galli (PSC), um dos sete da bancada mato-grossense que votaram contra a autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) processar o presidente da República Michel Temer (PMDB) por corrupção passiva, publicou texto no Facebook justificando o posicionamento. Afirma que fez opção pelo “mal menor” e que a queda do peemedebista representaria um “cavalo de Tróia com o PT dentro”.

 

Representante da bancada evangélica na Câmara dos Deputados, Galli lembra que a esquerda mais radical, representada pelo PT, PCdoB, PSOL, Rede e a maioria do PSB quer a saída de Temer para ocupar o espaço político. Alerta que querem apenas o poder, não estão preocupados com o Brasil e são mentirosos.

 

“O mesmo grupo que elegeu Temer, agora tenta colocar a culpa em nós pelos erros deles. Esse grupo que deseja a saída de Temer quer impedir a implantação do comprovante impresso para urnas eletrônicas. Isso nos remete ao fato de estarem planejando uma fraude eleitoral para 2018”, afirma Galli.

 

Alega que se Temer sofresse impeachment e acontecessem eleições diretas, não daria tempo para implantar o dispositivo contra fraude. Esquece, no entanto, que, com o afastamento, quem assume o cargo é o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“E, se assumir um novo presidente ligado ao PT, o compromisso é impedir a implantação deste dispositivo antifraude eleitoral. Com isso, acabou a democracia. A verdade é que a esquerda odeia a democracia”, completa.

Para Galli, existia a possibilidade de Temer ser substituído por nomes ligados ao PT. Em sua opinião, seria o “maior golpe de todos os tempos contra os brasileiros.

“Inclusive com a implantação efetiva da ideologia de gênero nas escolas e o retorno de livros que defendem o incesto, como o que já conseguimos retirar com o apoio do atual ministro da Educação”, lembrou o parlamentar.

Apesar de dizer que não é contra a investigação, pontua que a opção por Temer foi a escolha do mal menor. Para reforçar o argumento, usou o exemplo da Segunda Guerra Mundial.

Citou que Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, homem de direita e conservador, foi obrigado a se aliar com o Stálin. Isso porque o ditador comunista representava o mal menor perante o nazismo de Hitler e o fascismo de Mussolini.

Um dos “medos” de Galli é que o Congresso, em eleições diretas, substituísse Temer pelo ex-ministro dos Esportes e da Defesa Aldo Rabello (PCdoB). O nome do dirigente comunista foi cogitado nos bastidores como alternativa para presidência da República.

“Com Aldo Rebello na presidência do Brasil ou alguém do mesmo grupo, o resultado será o fim do Brasil. Aldo é comunista, defensor de pautas anticristãs e ligado ao PT. Os nomes que a esquerda quer colocar na presidência terão o compromisso de acabar com a democracia, impedir o voto impresso e acabar com qualquer possibilidade de elegermos um presidente cristão, conservador e de direita”, avalia.

 

Cavalo de Tróia

De acordo com Galli, com a queda de Temer, o Brasil receberia um “cavalo de Tróia” com o PT dentro. Enfatiza ainda que em 2018 o Brasil pode deixar de eleger “Dilmas”, “Ciros” e “Temers” e terminar de limpar o país do que chama de estelionato eleitoral de 2014.

“Essas turmas que pede o Fora Temer também são os verdadeiros responsáveis pela lambança que estamos vivendo hoje. São eles mesmos que elegeram Temer e agora querem jogar essa responsabilidade para todos nós. São mentirosos, amam a mentira. O Temer não deixará de ser investigado, irá ser após o término do mandato, mas agora é um risco para o Brasil. Não me julguem, pois tenho certeza, que muitos irão descobrir que estávamos corretos, mas tudo no seu tempo”, concluiu.

Cenário MT

 



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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