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Empresas que apoiam ideologia de gênero entram na lista negra dos brasileiros; Confira quais



A ideologia de gênero foi adotada como um valor por algumas empresas que atuam no Brasil, fazendo apologia ao conceito que distorce a biologia ao dizer que nenhum ser humano nasce homem ou mulher, mas se torna o que escolher ser a partir das experiências e influências à sua volta.
Essas empresas, que constroem fortunas a partir da comercialização de produtos e serviços, se tornaram alvo de uma maciça campanha de repúdio nas redes sociais, com diversos formadores de opinião – evangélicos, católicos e mesmo outros sem vinculação pública com essas religiões – se manifestando contra.
Empresas como o Banco Santander, a TV Globo, a marca de sabão Omo, o hipermercado Carrefour e a empresa fabricante de cosméticos Avon conheceram a determinação do público conservador em rebater as tentativas de erotização infantil.
Confira abaixo o envolvimento de cada uma dessas empresas na apologia à ideologia de gênero, em uma lista que compila a essência de cada polêmica com que as marcas foram envolvidas. A iniciativa é do portal Guia-me:
Santander


A mostra “Queermuseu”, promovida pelo Santander Cultural em Porto Alegre (RS), foi amplamente criticada por causa dos quadros com apologia à ideologia de gênero, pedofilia, zoofilia, vilipêndio à fé cristã e até insinuações de racismo. As frases “criança viada deusa das águas” e “criança viada travesti da lambada”, foram as que mais chamaram atenção do público de forma negativa, o que levou o banco a cancelar a exposição.
Omo
O oportunismo da marca de sabão se deu com a proximidade do Dia das Crianças, quando algum publicitário responsável pela estratégia de posicionamento da empresa achou que seria adequado pregar a ideologia de gênero com um comunicado semelhante a um “recall“, em que os pais precisariam passar por uma “atualização” de conceitos.
“Omo convoca pais e mães a fazerem um recall de todas as brincadeiras que reforcem clichês sobre gênero, com o objetivo de ressaltar da experiência e do desenvolvimento das crianças. Não existe brincadeira de menino e brincadeira de menina. Toda criança tem o direito de se sujar e se divertir livremente, sem cores, regras ou padrões”, dizia o texto.
O resultado foi uma intensa crítica à empresa nas redes sociais, com o vídeo da campanha recebendo mais de 250 mil reações negativas no YouTube.


Carrefour
A rede de hipermercados talvez tenha sido a mais covarde na postura de apologia à ideologia de gênero: fez uma publicação no Facebook, e diante da reprovação generalizada, com direito a comentários até do defensor do porte individual de armas Bené Barbosa, excluiu a imagem e não voltou mais ao assunto.
“Depois que viram adultos, meninos que brincam de boneca ou casinha tornam-se mais conscientes e responsáveis com a família. Brincadeiras não têm gênero. Brincadeiras têm diversão e aprendizado”, dizia o texto que acompanhava a ilustração de um menino segurando um urso de pelúcia. “Brincadeiras não têm gênero“, incentivava.


TV Globo
A emissora da família Marinho vinha usando sua principal novela, A Força do Querer, como uma panfletagem ideológica de defesa da construção social do gênero, através da estória da personagem Ivana, contada por Glória Perez.
Com as manifestações de repúdio, a Globo demonstrou que não estava apenas polemizando com a abordagem do assunto na dramaturgia, e produziu matérias “jornalísticas” em seu principal programa dominical, o Fantástico, ouvindo apenas especialistas favoráveis à ideologia de gênero, tentando retratar o assunto como “brincadeira de criança“, e criticando a postura dos telespectadores que se opunham a isso e às exposições de arte com nudez.
Na mesma ocasião, o documentário Repense o Elogio se tornou de conhecimento público, com a entrevista da diretora, afirmando que era um erro elogiar meninas como “princesas”, pois isso reforçaria o estereótipo que sustenta uma visão machista da sociedade.
Criticada de forma intensa, com uma abrangência inédita, através da hashtag #GloboLixo, a emissora virou alvo da concorrência e foi tema de uma reportagem da Record TV no Domingo Espetacular, em que o repúdio popular foi acompanhado da opinião de profissionais que discordaram da abordagem adotada pela Globo e demais empresas.
Sem bater de frente com a audiência, a Globo foi aos poucos diminuindo a presença do assunto em sua programação e usou um vídeo institucional para dizer que, dentre os 100 milhões de pessoas que acompanham suas atrações, “uns gostam” da emissora, e outros, “dizem que não gostam“.
Veja
A revista Veja veiculou uma reportagem de capa abordando a ideologia de gênero, com o título “Meu Filho é Trans”. A mudança de linha editorial da revista se deu após a chegada do novo editor, André Petry, que substituiu Eurípedes Alcântara e impôs uma linha “progressista” à publicação, abandonando o viés mais conservador que marcaram as reportagens no período pré-impeachment de Dilma Rousseff (PT).
Na reportagem de capa a revista disse tratava-se de uma “saga dos pais de crianças que não se identificam com seu sexo biológico”, alegando – sem apresentar fontes que sejam transparentes e confiáveis – que essa “condição” afeta um milhão de brasileiros.
Veja afirmaou que a partir dos seis anos de idade é possível identificar que uma pessoa sofra de “disforia de gênero” (transtorno extremamente raro segundo a ciência e usado pelos ativistas para justificar a ideologia de gênero).
Para emprestar seriedade ao conteúdo, psicólogos, psiquiatras, endocrinologistas e educadores foram entrevistados, com suas falas cuidadosamente destacadas para que o retrato da situação fosse visto com simpatia pelos leitores, com o texto admitindo que o propósito era impor uma nova visão: “Enxergar como pais e filhos lidam com isso é flagrar a história em seu berço. É também um modo de, aos poucos, ainda que lentamente, barrar a intolerância”.
Nas redes sociais, muitos internautas protestaram contra a panfletagem ideológica da revista: “Olhe, observe, note, Veja que desgraça! #VejaLixo e #GloboLixo de mãos dadas defendendo essa aberração da Ideologia de Gênero!”, escreveu o pastor Ciro Sanches Zibordi, dentre outros que protestaram.
Avon
A empresa de cosméticos compartilhou em seu canal no YouTube um trailer do documentário Repense o Elogio, da qual é patrocinadora, numa tentativa de capitalizar a exposição que o filme recebeu na matéria exibida pelo Fantástico.
Porém, a reação do público foi semelhante às demais empresas: repúdio. As críticas foram tão intensas que a empresa removeu o vídeo de seu canal, já que o material somava mais de 110 mil reprovações, contra pouco mais de 4 mil aprovações, o que comprometeria o ranqueamento da emrpesa no YouTube.
Dias atrás, a empresa publicou a íntegra do documentário e um novo trailer, mas as proporções de reprovação continuam amplamente superiores às manifestações de aprovação.
Fonte: Gospel Mais



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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