Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 18 de Setembro de 2026

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Região

Governador de MT anuncia nomes de novos comandantes da Polícia Militar, Polícia Civil, Politec e Corpo de Bombeiros



O governador Mauro Mendes concluiu, na tarde desta sexta-feira (4), a escolha dos nomes que irão compor a cúpula da Segurança Pública do Estado, junto ao secretário de Segurança, Justiça e Direitos Humanos, Alexandre Bustamante.

Assume o comando-geral da Polícia Militar de Mato Grosso o coronel PM Jonildo José de Assis. Já o delegado Mario Dermeval assume a Polícia Judiciária Civil (PJC), enquanto o perito Rubens Okada, assume a Perícia Oficial e Identificação Técnica. O coronel Alessandro Borges Ferreira passa a comandar o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso.

Conforme o governador, o compromisso das equipes é fortalecer a integração entre as forças de segurança para otimizar o trabalho, controlar os índices de criminalidade e combater o crime organizado. “Este é o início de um árduo trabalho em conjunto, para que o governo consiga alcançar o grande desafio de oferecer segurança de qualidade ao cidadão”, explica Mendes.

Polícia Militar

Coronel PM Jonildo José de Assis assume a Polícia Militar. — Foto: Gcom/AssessoriaCoronel PM Jonildo José de Assis assume a Polícia Militar. — Foto: Gcom/Assessoria

Coronel PM Jonildo José de Assis assume a Polícia Militar. — Foto: Gcom/Assessoria

O coronel PM Jonildo José de Assis ingressou na carreira militar em 1995. Desde então, ocupou diversas posições de destaque. Já foi comandante do Batalhão de Operações Policiais Especiais da PM, Comandante e Coordenador do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), e secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp desde setembro de 2017 até o momento.

Polícia Civil

Delegado Mario Dermeval Aravechia de Resende assume a Polícia Civil. — Foto: Gcom/AssessoriaDelegado Mario Dermeval Aravechia de Resende assume a Polícia Civil. — Foto: Gcom/Assessoria

Delegado Mario Dermeval Aravechia de Resende assume a Polícia Civil. — Foto: Gcom/Assessoria

À frente da Polícia Judiciária Civil (PJC) estará o delegado Mario Dermeval Aravechia de Resende, o mais votado para o cargo de diretor geral da Polícia Civil de Mato Grosso. Delegado de polícia há 16 anos, já atuou em Alta Floresta e na região de fronteira do estado. Na capital, já esteve como titular da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), e desde 2016 atua como Diretor de Execuções Estratégicas da PJC.

Politec

Rubens Okada assume a Politec. — Foto: Gcom/AssessoriaRubens Okada assume a Politec. — Foto: Gcom/Assessoria

Rubens Okada assume a Politec. — Foto: Gcom/Assessoria

Assume a Perícia Oficial e Identificação Técnica o perito Rubens Okada, que entrou na carreira pública como Perito Criminal em 2001, e é engenheiro civil especialista em Segurança de Trabalho, Criminologia e Gestão Pública. Entre 2011 e 2016, atuou como diretor geral da Diretoria Metropolitana de Criminalística.

Corpo de Bombeiros

O coronel Alessandro Borges Ferreira comandará o Corpo de Bombeiros.  — Foto: Gcom/AssessoriaO coronel Alessandro Borges Ferreira comandará o Corpo de Bombeiros.  — Foto: Gcom/Assessoria

O coronel Alessandro Borges Ferreira comandará o Corpo de Bombeiros. — Foto: Gcom/Assessoria

O coronel Alessandro Borges Ferreira comandará o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Mato Grosso. Bacharel em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade Federal de Mato Grosso, é especialista em Administração com ênfase em Inteligência de Segurança Pública. Já ocupou os cargos de chefe da BM-2 (setor de inteligência), Comandante do 1º Batalhão – “Batalhão Cacique”, Comandante do 1º Comando Regional (CR1), entre outros. Recebeu as medalhas Militar de Bronze; Dom Pedro Segundo; de Honra ao Mérito da Defesa Civil de Mato Grosso e Guardião do Paiaguás.

G1 / MT


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política

TRE-MT JULGA IMPROCEDENTE PEDIDO DE DIREITO DE RESPOSTA APRESENTADO POR LÉO BORTOLIN CONTRA LUIS COSTA E ADRIANO


A Justiça Eleitoral analisou um pedido relacionado a críticas políticas publicadas nas redes sociais.

O ex-prefeito de Primavera do Leste e candidato a deputado estadual Léo Bortolin apresentou à Justiça Eleitoral um pedido de direito de resposta contra os candidatos a deputado federal Luis Costa e Adriano, em razão de um vídeo satírico publicado nas redes sociais.

O pedido foi julgado improcedente pela juíza auxiliar da propaganda do TRE-MT, Glenda Moreira Borges.

Na decisão, a magistrada analisou, entre outros pontos, a referência feita no vídeo a uma decisão da Justiça Eleitoral de 2024 que declarou Léo Bortolin inelegível por oito anos, após o reconhecimento judicial de abuso de poder político e econômico. Segundo a decisão, não seria possível afirmar que a informação sobre a existência daquele julgamento fosse falsa.

A decisão também classificou o conteúdo como “ácido e contundente”, mas entendeu que ele estava inserido no debate político e na crítica à atuação de um agente público, conforme os fundamentos apresentados no processo.

A decisão mencionada ainda pode ser objeto de recursos, conforme as regras processuais aplicáveis.

Após o julgamento, Léo Bortolin recorreu e, segundo as informações divulgadas no processo, também pediu a cassação do registro de candidatura de Luis Costa e a declaração de sua inelegibilidade. A análise desses pedidos dependerá da tramitação e das decisões da Justiça Eleitoral.

Luis Costa declarou que, em sua avaliação, Léo Bortolin estaria recorrendo à Justiça para tentar limitar críticas de adversários.

“Política se debate no voto, no argumento e na democracia. Não se pode querer usar a Justiça para amordaçar adversário político. Quem entra na vida pública precisa estar preparado para receber críticas. O eleitor é quem deve decidir, nas urnas, quais propostas e quais candidatos merecem sua confiança.”, afirmou Luis Costa.

A defesa de Luis Costa foi feita pelos advogados Carlos Felipe Alves Moreira e Milena Carolina Favetti, do escritório Alves Moreira e Marques Advocacia.

📌 O caso envolve a discussão sobre os limites da crítica política, do direito de resposta e da atuação da Justiça Eleitoral durante a campanha. A decisão reforça que o debate político, ainda que duro, ácido e contundente, deve ser enfrentado no campo das ideias e submetido ao julgamento soberano do eleitor nas urnas.

A campanha está começando, e novas manifestações das partes e decisões judiciais ainda podem ocorrer. 

Da redação


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