Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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Governo de MT, órgãos públicos e prefeituras suspendem expediente por greve dos caminhoneiros



Expediente foi suspenso no governo, no TJ e na Defensoria Pública nesta sexta-feira (25). As prefeituras de Cuiabá, Sorriso e Primavera do Leste também adotaram a medida.

O governo de Mato Grosso e prefeituras no interior do estado suspenderam o expediente, nesta sexta-feira (25), em consequência da greve dos caminhoneiros. Ao todo, 31 pontos de protesto são registrados no quinto dia de manifestação da categoria nas rodovias federas e estaduais de Mato Grosso.

As manifestações ocorrem na BR-070, BR-174, BR-158, BR-364, BR-163, MT-358 e MT-480.

Em decreto, o governador Pedro Taques (PSDB) considera o “transtorno nos transportes públicos e particulares, o desabastecimento em supermercados e desordens em outros segmentos”, para suspender o expediente nesta sexta-feira.

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargador Rui Ramos, já havia decretado a suspensão do expediente no judiciário de todo o estado.

Por causa da suspensão, os prazos processuais devem ser prorrogados para a terça-feira (29).

Também em função da manifestação dos caminhoneiros, o defensor público-geral, Silvio Jeferson de Santana, suspendeu o expediente no órgão.

Protesto de caminhoneiros no sudoeste de Mato Grosso (Foto: TV Centro América)

Protesto de caminhoneiros no sudoeste de Mato Grosso (Foto: TV Centro América)
Protesto de caminhoneiros no sudoeste de Mato Grosso (Foto: TV Centro América)

Em Cuiabá, o expediente foi suspendo a partir das 12h [13h horário de Brasília] sob força de decreto assinado pelo prefeito Emanuel Pinheiro (PMDB). A frota do transporte coletivo foi reduzida em 50% por causa da falta de combustível nos postos.

A medida também foi adotada pelas prefeituras de Sorriso e Primavera do Leste, a 420 km e 239 km de Cuiabá.

As aulas na rede municipal de Sorriso foram suspensas no período vespertino e funcionamento na próxima na semana ainda deve ser discutido, tendo em vista que o gás de cozinha e o combustível para estão escassos.

Por causa da greve, os ônibus que transportam os alunos no município pararam de circular na quarta-feira (23). Aproximadamente 250 alunos estão prejudicados.

G1 MT



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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