Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2026

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Idoso de 84 anos reclamou com atendente após ganhar R$ 4,3 milhões na Quina de São João: ‘Veio um pouco tarde’



Morador de São José do Rio Preto, no interior de SP, fez parte do bolão com 18 cotas premiadas, em 2024

Um idoso de 84 anos fez parte do bolão com 18 cotas premiado no último sorteio da Quina de São João. Registrado na Lotérica Verde Amarelo (unidade 2), em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, o jogo premiou cada um com R$ 4,3 milhões.

“Quando saiu o resultado, ele falou assim para mim: ‘O prêmio veio um pouco tarde’. Eu falei: ‘Não, nunca é tarde’. Nunca é tarde (risos)”, relembrou Tatiana, que não quis revelar o nome do cliente.

O prêmio total da Quina de São João 2024 foi de R$ 229.916.465,19. Três apostas acertaram os cinco números e levaram R$ 76 milhões. Além da aposta de Rio Preto, o prêmio saiu para uma lotérica de Gouveia, em Minas Gerais, e Viamão, no Rio Grande do Sul.

Os números sorteados foram: 21 – 38 – 60 – 64 – 70. O grupo de Rio Preto fez vários bolões, cada um gastou em torno de R$ 100. A escolha dos números do bilhete premiado foi feita pela maquininha.

Há 40 anos no ramo de loterias com sua mãe, Tatiana revela que o prêmio da Quina de São João 2024 foi o maior que saiu para um ganhador da Lotérica Verde Amarelo. Antes, apenas prêmios menores, como o da Lotofácil da Independência, em um bolão de 10 pessoas, no qual cada um ficou com 300 mil.

Embora tenha, como milhões de brasileiros, jogado e não tenha tido a mesma sorte que os 18 premiados de sua cidade, Tatiana disse que ficou feliz por o bilhete de sua lotérica ter sido premiado: “A gente fica alegre pelos clientes.”

Fonte: Terra



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Janeiro Roxo: Hanseníase ainda é desafio para a saúde pública em Mato Grosso


Com mais de 4 mil casos notificados em Mato Grosso em 2024, a hanseníase continua sendo um grande desafio para a saúde pública no Brasil. Embora a doença tenha sido progressivamente controlada, ainda representa um problema relevante, especialmente em áreas endêmicas como o estado de Mato Grosso. O tratamento, disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), varia de seis meses a um ano, dependendo da forma e gravidade da enfermidade.

 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é a principal porta de entrada para o diagnóstico e avaliação inicial da hanseníase nos municípios. Nessas unidades, os profissionais de saúde são treinados para identificar os primeiros sinais da doença, como manchas na pele e perda de sensibilidade, que, se não tratados a tempo, podem levar a complicações graves. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para Centros de Referência em Hanseníase, que possuem uma estrutura mais especializada, oferecendo tratamento avançado e acompanhamento contínuo para aqueles com formas mais graves ou complicadas da doença.

 

A conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da hanseníase tem ganhado força especialmente durante o Janeiro Roxo, uma campanha nacional idealizada pelo Ministério da Saúde. Essa ação busca sensibilizar a população sobre a importância da detecção precoce da doença, que, se diagnosticada a tempo, pode ser tratada com eficiência, evitando complicações e o estigma social.

 

A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) apoia essa iniciativa e destaca o papel fundamental da campanha para despertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A hanseníase é uma doença de notificação compulsória, o que significa que profissionais de saúde devem registrar e comunicar todos os casos diagnosticados, contribuindo para o controle e erradicação da enfermidade.

 

Atenção especializada – Em Mato Grosso, seis municípios mantêm Ambulatórios de Atenção Especializada Regionalizados (AAER), que oferecem tratamento da hanseníase em Alta Floresta, Barra do Garças, Juara, Juína, Tangará da Serra e Várzea Grande. O Hospital Regional de Colíder passou a ofertar atendimento especializado em 2025, ampliando a rede de assistência.

 

Ações nos municípios – Municípios de todo o estado estão desenvolvendo ações em alusão à campanha Janeiro Roxo e reforçando a importância do diagnóstico precoce. As atividades incluem campanhas de esclarecimento, orientações, eventos educativos, entre outras atividades direcionadas à população. Em Várzea Grande, Unidades de Saúde da Família (USF) estão realizando ações de conscientização, avaliação clínica, busca ativa e diagnóstico, facilitando o acesso da população.

 

Aripuanã organiza o Dia D de Combate à Hanseníase, que será realizado no dia 24 de janeiro, em que profissionais de saúde vão orientar a população, identificar sinais suspeitos e encaminhar os casos para acompanhamento e tratamento, quando necessário.

 

Em Sinop as ações incluem atendimentos específicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Referência em Combate à Hanseníase e Tuberculose. As iniciativas contemplam, ainda, a qualificação de novos profissionais da saúde que integram a Atenção Primária à Saúde.

Agência de Notícias da AMM


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