INVESTIGAÇÃO ILEGAL – Polícia Civil acessou dados de celulares de jornalistas de Mato Grosso, diz delegada
Delegada arquivou inquérito após STF declarar ilegal a investigação contra profissionais da imprensa
A Inteligência da Polícia Civil de Mato Grosso teve acesso aos dados dos celulares dos jornalistas Enock Cavalcanti e Alexandre Aprá, que publicaram denúncias contra o governo Mauro Mendes (União). Esse acesso ocorreu após a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) abrir inquérito contra os profissionais da imprensa a mando do governador.
Em documento obtido pelo site Conexão MT e confirmado pela reportagem do site VGN, a delegada Juliana Chiquito Palhares determinou o arquivamento do inquérito, após o Supremo Tribunal Federal (STF) anular as decisões que determinaram o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra os dois jornalistas, classificando-as como inconstitucionais e arbitrárias.
No despacho datado de 16 de abril, a delegada admite que os aparelhos foram vasculhados pela Diretoria de Inteligência e que os dados foram extraídos. Segundo Palhares, o material não teria sido “analisado” pela DRCI, ficando nas mãos da Inteligência da PJC.
VGN








O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.
Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.
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