Toninho Bernardes (PL) vai presidir a câmara de Sinop nos próximos dois anos. Ele foi eleito, hoje no início da noite, encabeçando chapa consensual. Rodrigo Gargantini (Novo) é o primeiro secretário (segundo cargo mais importante na mesa), Célio Garcia (MDB), primeiro vice-presidente e Ademir Bortoli (Republicanos) segundo vice. A vereadora Sandra Donato (PL) é a segunda secretária. Toninho está no segundo mandato, é aliado do prefeito Roberto Dorner e assume a partir de janeiro.
Justiça condena ex-servidores a 3 anos de prisão por desvios Defensoria de MT
Réus são acusados de realizarem compras absurdas de gasolina na gestão de André Prieto
O juiz da Sétima Vara Criminal de Cuiabá, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues, condenou a 3 anos e 4 meses de prisão o ex-chefe de gabinete da Defensoria Pública, Emanoel Rosa de Oliveira, e o ex-gerente de transporte do órgão, Hider Jara Dutra, por desvio de dinheiro público, no caso das fraudes de combustíveis durante a gestão do ex-defensor Público Geral, André Luiz Prieto. A decisão é do dia 28 de setembro.
Aos dois réus, o magistrado usou do dispositivo que regulamenta o aumento de pena. Primeiramente, Emanoel e Hider foram condenados a dois anos de prisão, porém, pela repetição dos atos criminosos, Tadeu elevou a pena de cada um em 2/3, o que, somado à pena inicial, resulta em 3 anos e 4 meses.
Contudo, os dois acusados não deverão ficar presos, já que o magistrado já sentenciou o convertimento da pena. “Considerando o disposto no artigo 44 do CP (alterado pela Lei 9.174/98), em face de entender que a substituição será suficiente, substituo a pena privativa de liberdade impostas aos acusados por 02 (duas) penas restritivas de direito, cujas condições deixo para serem fixadas pelo Juízo da Vara de Execução Penal”, decidiu.
Além do cumprimento de pena, o magistrado também aplicou aos dois o pagamento de 16 dias-multa, cujo valor foi baseado em 1/30 do salário mínimo vigente à época em que os crimes foram cometidos, devidamente corrigidos. Por fim, o magistrado desobrigou os réus a ressarcirem os cofres públicos.
Isso porque, na peça inicial, o MPE não fez o requerimento. O caso é referente à compra de combustíveis, considerado fora do padrão.
Em 2011, os dois réus teriam comprado uma quantidade absurda de gasolina, que teria gerado um prejuízo de cerca de R$ 500 mil aos cofres públicos. A compra se dava por meio de tickets sem a devida organização e controle.
A estimativa é de que 40 mil litros de gasolina por mês tenham sido adquiridos sem necessidade, somando no final o desvio de 165.765 litros de combustível.
Folha Max















O prefeito de Primavera do Leste, Sérgio Machnic, se manifestou nesta segunda-feira (26) sobre o resultado do plebiscito realizado no domingo (25), durante o segundo turno das eleições presidenciais, que consultou os eleitores sobre o desmembramento do distrito de Nova Poxoréu do município de Poxoréu e sua incorporação a Primavera do Leste.

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