Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Mauro comemora “vitória maiúscula” e diz que já começou a trabalhar por MT



Democrata afirma que trabalhará para atender todos os sonhos dos matogrossenses

Em seu primeiro discurso como governador eleito de Mato Grosso, o ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes (DEM), exaltou o resultado das urnas dizendo que obteve uma “vitória maiúscula”. A declaração foi dada a jornalistas no início da noite deste domingo (7) no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

“Neste momento a nossa mensagem é apenas de agradecimento. Agradecer a Deus, a todos os eleitores, todos aqueles que confiaram no nosso projeto, na nossa proposta. Quando você tem uma vitória maiúscula, como essa, você representa muitos sonhos, muita confiança, depositado em nosso nome, no meu e de Otaviano Pivetta. Vamos ter que trabalhar muito aí para tornar todos esses sonhos. Para tornar realidade nos próximos quatro anos”, disse ele.

Mauro Mendes venceu a disputa pelo Governo do Estado neste domingo com 58% dos votos. O senador Wellington Fagundes (PR) ficou em segundo lugar com 19,58%. O governador Pedro Taques (PSDB), que tentou a reeleição, deixa o Palácio Paiaguás, sede do Poder Executivo Estadual, em terceiro lugar, com 18,89%. Arthur Nogueira (Rede) atingiu 1,71% e Moisés Franz (PSOL) pontou 1,01%.

Ao lado da família, Mauro Mendes disse que já a partir de amanhã (8 de outubro) pretende fazer uma reunião com os aliados mais próximos, em Cuiabá, para traçar as estratégias do governo de transição.

“Nos dá muita responsabilidade com relação a tudo aquilo que nós teremos que fazer e trabalhar muito para Mato Grosso nos próximos quatro anos. Como eu disse no meu programa eleitoral a partir de amanhã nós começaremos a trabalhar para mudar de verdade muitas coisas que não estão bem no nosso querido Mato Grosso”.

Mauro Mendes esteve otimista desde que chegou ao Centro de Eventos do Pantanal, por volta das 18h40 deste domingo, quando em torno de 70% das urnas haviam sido apuradas. Naquela altura, mesmo que matematicamente havia chances de 2º turno, ele cravou que seria “impossível” uma alteração no resultado.

“A expectativa já está consolidada. Já temos mais de 60% das urnas apuradas. É impossível o resultado mudar com tanta coisa aprovada. Então nós estamos muito felizes, Graças a Deus já estamos começando a trabalhar”.

Folha max



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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