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Que comecem os jogos, os Vianas definiram colocar o time em campo



Desde as convenções municipais realizada no dia 08/10 para eleições atípicas em Primavera do Leste em decorrência do ex-prefeito Getúlio Viana ter seu registro cassado de vez pelo TSE-Tribunal Superior Eleitoral, enquanto a coligação rival dos Vianas já estavam nas ruas, eles discutiam entre eles quem seria o candidato da coligação “avante Primavera”, coligação com mesmo nome da coligação encabeçada por Getúlio nas eleições que concorreu sub judice e teve a maioria dos votos assumindo por força de liminar. Enquanto discutiam, o presidente do PSC – Partido Social Cristão Oziel de Oliveira garantia que Carmen que é sua esposa e ocupa o cargo de vereadora seria a candidata ao cargo, chegando a ser desmentido pela presidente do diretório municipal do PDT- Partido Democrático Trabalhista, mas veio um entendimento na sexta-feira, 20, e escolheram Carmem Borges como candidata a prefeita e o vereador Neri Gaiteiro para vice. Os histórico das disputas eleitorais no município de Primavera não é nada animador, regado a acusações, denúncias até ameaças e espancamento como no caso do ex-vereador Manoel Messias, tudo isso fazem parte da biografia das disputas, e agora com as redes sociais, verdadeiras gangues virtuais se mantem de plantão, alguns acusam outros defendem, outros mostram proposta e segue o jogo.

Getúlio quando foi afastado do cargo que era mantido por liminar, afirmou que iria indicar alguém para votarem, que ele e seu grupo ajudariam administrar a cidade, algo inédito aconteceu, lançaram uma candidata sem ter o sobrenome do grupo político deles, evangélica, nada contra religião de ninguém, mas os conceitos não batem muito com estilo do grupo administrar.

De fato a coligação “Renovação que Une”, tem adversários em campo, e os eleitores tem opção de escolher, ouvir propostas, olhar o passado dos candidatos e apoiadores, pois a política tem por obrigação de servir a toda comunidade acima de pequenos grupos ou família tornando a democracia possível, separando o bem do mau deixados nos ensinamentos bíblicos, “1 Pedro 3,11 afaste-se do mal e pratique o bem; busque a paz e nela persevere”.

Esta mesma disposição de campanha tem que ocorrer no exercício da cidadania durante todo o mandato, diálogo com os poderes e o povo, pois o poder emana do povo, e todos tem o direito de falar com seus representantes na busca de melhorias coletivas. Agora que tem uma disputa é ouvirmos as propostas, possibilidades de cumpri-las legalmente e praticar a justiça em nosso município.

Confira o áudio da entrevista de Getúlio afirmando que iria indicar e ajudar administrar.  

Foto: Internet 

Com A Palavra / Editorial / Opinião 

 

 



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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