Primavera do Leste / MT - Sábado, 17 de Janeiro de 2026

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SAÚDE E FRONTEIRA: JAYME DESTINARÁ R$ 70 MILHÕES PARA A SAÚDE E PROPOR A FRENTE PARLAMENTAR DE FRONTEIRA



JAYME CAMPOS DEFINIU METAS A SEREM CUMPRIDAS NOS PRIMEIROS DIAS DE MANDATO PARA AJUDAR EM CARÁTER EMERGENCIAL MATO GROSSO E DUAS AREAS FUNDAMENTAIS, SAÚDE E SEGURANÇA NA FRONTEIRA

Emendas anuais em valores estimados cada uma de R$ 70 milhões e a criação da Frente Parlamentar de Fronteiras que reúne representantes de 11 Estados que estão ao longo da fronteira do Brasil com países da América do Sul são duas propostas que o candidato ao Senado, Jayme Campos da Coligação Prá Mudar Mato Grosso incorporou ao seu programa de atividades a partir de 2019.

“Com estes recursos que exigiremos do Governo Federal seja liberado emergencialmente, já que iremos apresentar como emenda de bancada e impositiva, ajudaremos o futuro governador Mauro Mendes a promover ações emergenciais para reforma de todos os hospitais regionais e municipais em convênio com o Governo do Estado”, disse Jayme Campos para uma seleta plateia de prefeito que se reuniram na última terça-feira em Cuiabá.

O candidato lembrou que os recursos públicos devem ser aplicados de forma racional e visando contemplar a maioria da população, principalmente nas áreas essenciais como saúde, segurança, social, obras e educação.

“Nosso papel enquanto legisladores é fazer com que os recursos cheguem aos municípios e, por conseguinte atendam a população em suas necessidades, principalmente aqueles que dependem do Poder Público para ter uma saúde eficiente e prestativa. O que as pessoas de bem procuram, são resultados em suas expectativas e isto, eu, os deputados federais, estaduais e o governador Mauro Mendes iremos fazer”, frisou Jayme Campos.

O candidato a senador pelo Democrata, fez questão de lembrar que a UPA IPASE em Várzea Grande, inaugurada na gestão da prefeita Lucimar Sacre de Campos, é referência que o Ministério de Saúde aponta para todos os municípios de Mato Grosso em atendimento de urgência e emergência.

FRONTEIRA

Já em relação a política de fronteira, Jayme Campos lembra que o Brasil é signatário de uma infinidade de tratados com vários países, mas precisa reforçar suas fronteiras, “por onde sabidamente entra drogas, armamentos, dinheiro ilícito, aeronaves, veículos entre outras coisas e por onde saem daqui o produto de roubo”.

Jayme Campos lembrou que são 11 Estados que fazem fronteira com outros países da América do Sul e, portanto, serão 33 senadores e uma infinidade de deputados federais que formalizarão políticas para conter o avanço da insegurança nas fronteiras do Brasil.

“O custo de não fazer nada é muito maior do que os investimentos que necessitam ser colocados em prática para atender a população destas regiões e resguardar a segurança nacional de uma nação do tamanho do Brasil. Se estas ações serão feitas pelas Forças Armadas em comum acordo com as forças policiais do Estado não importa, o que não pode é deixar as coisas como estão, pois, a droga mata, empobrece ainda mais a população, arma aqueles que se utilizam da criminalidade e chegam ao ponto de enfraquecer a economia nacional com a entrada de contrabando de cigarros, eletroeletrônicos, roupas e muitos outros produtos”, concluiu Jayme Campos.

Assessoria 



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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