Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 04 de Marco de 2026

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Abóboras, lorotas e politicagem.



Veja vídeos, ouça áudios e entenda todo episódio

Fatos e versões, estória, fofocas e muita politicagem, isto tudo é que a população de Primavera do Leste tem ouvido e vistos nos últimos dias, chegando ao episódio anunciado com antecedência em redes sociais, por simpatizantes de pré-candidatos, suplente de vereador e candidatos que perderam eleições.

A Câmara de Vereadores tem sido alvo destes ataques, em especial o vereador Luis Costa, ataques contra o vereador são constantes, pela forma ativa que defende a transparência e aplicações dos recursos, aliados a muitas cobranças, no entanto os ataques se multiplicaram após o vereador ser um possível pré-candidato a deputado estadual, chegando um dos asseclas irem à sessão parlamentar de segunda feira (07), com intenção de jogar abóbora no vereador, fato inibidos pela presença da Policia Militar. O vereador registrou Boletim de Ocorrência contra o cidadão que o ameaçou e também chegando a ameaçar e difamar a família do vereador. O caso é investigado pela polícia.

Nos áudios e vídeos postados em um grupo denominado “Políticas e Polêmicas”, fica claro o porquê dos ataques aos vereadores, dois são os ideais, a cassação de um vereador e manchar a imagem dos edis casos sejam candidatos a deputado, em áudios de ódios o “manifestante” fala que vai pagar carro de som para falar criticar os vereadores e afirma quem é seu candidato.

Veja vídeos e ouça abaixo áudios do cidadão Welton Rodrigues e possível encenação de um vídeo com suplente de vereador.



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política

Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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