O dono de uma empresa que fornecia alimentação para índios atendidos no Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Kaiapó, município de Colíder, a 648 km de Cuiabá, é suspeito de ter desviado R$ 2,5 milhões.
As investigações descobriram que o dinheiro desviado era repartido entre lideranças indígenas e servidores do DSEI.
O dono da empresa, também em Colíder, foi preso nessa operação e encaminhado ao Presídio Osvaldo Florentino Leite Ferreira, (Ferrugem), em Sinop, a 503 km de Cuiabá.
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Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Kaiapó, município de Colíder, foi alvo da Operação Kitsune — Foto: Arquivo pessoal
De acordo com o delegado da PF, Samir Zugaibe, as refeições eram de um contrato de R$ 5 milhões. Desse valor, a empresa desviou R$ 2,5 milhões.
Os servidores dizem que o DSEI não tem estrutura, como camas ou banheiro, necessárias para atender os indígenas.
O cacique da região, Puiú Txucarramãe, é o sucessor do cacique Raoni Metuktire. Puiú foi afastado do cargo que ocupava no DSEI.
“A empresa foi criada única e exclusivamente para participar e vencer essa licitação. Se eles forneciam 50 refeições por dia, eles acabavam cobrando 150 da União”, disse o delegado.
Os indígenas defendem o cacique e disseram que ele buscava apoio.
O Fantástico não conseguiu contato com o cacique. O dono da empresa foi preso. A reportagem procurou o sócio da empresa, mas ninguém quis falar.
“O empresário alegou que não tinha fraude e que recebia pressão dos indígenas para fornecer alimentação fora do contrato. O cacique recebia dinheiro da empresa”, informou o delegado ao G1.
A empresa fornecia alimentação desde 2012. O empresário vai responder pelos crimes de corrupção ativa, fraude em licitação e associação criminosa.
A investigação continua e os materiais apreendidos serão periciados.
Operação
A Operação Kitsune faz referência à palavra japonesa para raposa. De acordo com o folclore japonês, o ser teria a habilidade de assumir a forma humana. Algumas histórias falam que as kitsunes usam essa habilidade apenas para enganar as pessoas.
Fonte: G1 Mato Grosso


“Primeiro o senhor Ronaldo me procurou reclamando da falta de pintura das faixas de pedestres. Então no dia 2 de fevereiro deste ano, eu juntamente com Ronaldo pintei uma faixa na Avenida Amazonas. Recentemente fui com ele até o local e vi que o trabalho melhorou muito e está ajudando a comunidade. Desta forma acompanhei o Ronaldo em outro pedido da comunidade para pintar em frente à escola Sebastião Patrício, em que a diretora solicitou a indicação, mas o executivo não fez, então junto com o amigo Ronaldo estive no local e pintamos a faixa”. Explica o vereador Luis Costa.
Outro ponto em que o legislador esteve junto com a comunidade pintando a faixa de pedestre foi no Bairro São Cristóvão na Rua São Tomé, como também um quebra-molas no bairro Guterres. “Eu entendo que são muitos pedidos e que muitas vezes a burocracia para a compra das tintas e equipamentos para a CMTU é grande, mas não podemos deixar coisas simples como a pintura de uma faixa de pedestre e de um quebra-molas para depois, ou só para quando puder, passando meses e até anos. É necessário que a gestão pública entenda que sinalizações salvam vidas, que um trânsito bem organizado e monitorado, evita acidentes. Estamos agora acompanhando o processo do projeto de mobilidade urbana do nosso município e o que esperamos é que assim que o planejamento tiver pronto que seja executado, para que assim possamos acabar com as burocracias e ter um trânsito de qualidade e mais seguro”. Finaliza Luis Costa.
Segundo o legislador, em um dos quebra-molas que pintaram foi gasto R$63 reais, e se o valor for comparado com que é gasto com uma pessoa que sofre um acidente de trânsito, a cidade chega gastar uma média de R$1.500 reais, a fonte é o portal da transparência da secretaria de saúde municipal. Por este motivo Luis Costa tem se posicionado duramente com as cobranças em relação às melhorias para o trânsito do município. “Um caso que quero relatar é que no Bairro Jardim Progresso, em uma determinada rua, fiz um pedido para a construção de um quebra-molas a pedido de algumas famílias. Um pai que mora na rua tem um filho com autismo e ele brinca na calçada de casa com os amigos e a família, porém a preocupação do pai é que por não ter nenhum quebra-molas os carros passam em alta velocidade pela rua e causa perigo para as crianças. Eu e os vereadores fazemos as indicações porque sabemos as necessidades da comunidade”. Relata o legislador.












