Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 21 de Janeiro de 2026

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Bandidos morrem em troca de tiros com a polícia no Primavera 3



Dois homens morreram e outros dois ficaram feridos, entre eles um policial militar, após um confronto entre bandidos e Polícia Militar e Civil, no Bairro Padre Onesto Costa, em Primavera do Leste, na madrugada desta quinta-feira (13). De acordo com informações do delegado Regional Rafael Fossari, a Polícia Civil já vinha monitorando os suspeitos, que tinham a intenção de vingar a morte do menor Vitor Gabriel. “As investigações iniciaram logo após a Polícia encontrar o corpo do menor Vitinho há dois dias. A partir da localização do corpo alguns amigos dele se colocaram no direito de querer vingar a morte do menor e ir atrás de pessoas que eles julgaram ser culpadas pela morte. Assim começaram a aterrorizar pessoas do Bairro Primavera III e a entrar em casas em buscas dessas pessoas que eles julgavam serem as culpadas”, explicou Fossari.

Depois de um monitoramento, a Polícia chegou até a uma residência no bairro Padre Onesto Costa, onde estavam cinco pessoas, e devido à alta periculosidade, a Polícia Civil pediu o apoio da Força Tática, que ao chegar a residência foi recebida a tiros, iniciando assim o confronto. Na troca de tiros, morreram Marcos Antônio Vieira de Oliveira – Vulgo Cebola e Luís Victor de Sa Cruz da Silva – Gordinho, um outro suspeito que não foi identificado foi baleado na coxa e encaminhado a Unidade de Pronto Atendimento – UPA . Durante a troca de tiros, um policial militar também foi ferido, mas não corre risco de morte. “Ele foi atingido no peito, mas como estava de colete o ferimento não foi grave”, ressaltou Fossari. O major Emmanuel da Polícia Militar ressaltou que é comum essas parcerias entre Polícia Militar e Civil. “Há tempos a Polícia Militar e Civil vem realizando operações integradas, tivemos presentes no local para fazer a parte da Polícia Judiciária, porém, da forma que fomos recebidos não nos restou outra alternativa”. De acordo com o delegado os homens mortos são considerados de alta periculosidade, integravam uma facção de criminosa e tinham uma extensa ficha criminal.

Informações Clique F5 /Jaqueline Hatamoto



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Janeiro Roxo: Hanseníase ainda é desafio para a saúde pública em Mato Grosso


Com mais de 4 mil casos notificados em Mato Grosso em 2024, a hanseníase continua sendo um grande desafio para a saúde pública no Brasil. Embora a doença tenha sido progressivamente controlada, ainda representa um problema relevante, especialmente em áreas endêmicas como o estado de Mato Grosso. O tratamento, disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), varia de seis meses a um ano, dependendo da forma e gravidade da enfermidade.

 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é a principal porta de entrada para o diagnóstico e avaliação inicial da hanseníase nos municípios. Nessas unidades, os profissionais de saúde são treinados para identificar os primeiros sinais da doença, como manchas na pele e perda de sensibilidade, que, se não tratados a tempo, podem levar a complicações graves. Quando necessário, os pacientes são encaminhados para Centros de Referência em Hanseníase, que possuem uma estrutura mais especializada, oferecendo tratamento avançado e acompanhamento contínuo para aqueles com formas mais graves ou complicadas da doença.

 

A conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da hanseníase tem ganhado força especialmente durante o Janeiro Roxo, uma campanha nacional idealizada pelo Ministério da Saúde. Essa ação busca sensibilizar a população sobre a importância da detecção precoce da doença, que, se diagnosticada a tempo, pode ser tratada com eficiência, evitando complicações e o estigma social.

 

A Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) apoia essa iniciativa e destaca o papel fundamental da campanha para despertar a sociedade sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. A hanseníase é uma doença de notificação compulsória, o que significa que profissionais de saúde devem registrar e comunicar todos os casos diagnosticados, contribuindo para o controle e erradicação da enfermidade.

 

Atenção especializada – Em Mato Grosso, seis municípios mantêm Ambulatórios de Atenção Especializada Regionalizados (AAER), que oferecem tratamento da hanseníase em Alta Floresta, Barra do Garças, Juara, Juína, Tangará da Serra e Várzea Grande. O Hospital Regional de Colíder passou a ofertar atendimento especializado em 2025, ampliando a rede de assistência.

 

Ações nos municípios – Municípios de todo o estado estão desenvolvendo ações em alusão à campanha Janeiro Roxo e reforçando a importância do diagnóstico precoce. As atividades incluem campanhas de esclarecimento, orientações, eventos educativos, entre outras atividades direcionadas à população. Em Várzea Grande, Unidades de Saúde da Família (USF) estão realizando ações de conscientização, avaliação clínica, busca ativa e diagnóstico, facilitando o acesso da população.

 

Aripuanã organiza o Dia D de Combate à Hanseníase, que será realizado no dia 24 de janeiro, em que profissionais de saúde vão orientar a população, identificar sinais suspeitos e encaminhar os casos para acompanhamento e tratamento, quando necessário.

 

Em Sinop as ações incluem atendimentos específicos nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Referência em Combate à Hanseníase e Tuberculose. As iniciativas contemplam, ainda, a qualificação de novos profissionais da saúde que integram a Atenção Primária à Saúde.

Agência de Notícias da AMM


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