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Mulheres pegam carona com caminhoneiros e são presas com droga na BR-163 em MT



Duas mulheres foram presas com 20 kg de droga na BR-163 em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, na sexta-feira (18). De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as jovens – que não tiveram as identidades divulgadas, estavam de carona com caminhoneiros.

As prisões em flagrante aconteceram durante ações de rotina. Na ocasião, foram vistoriados veículos de passeio, ônibus e caminhões com a ajuda de cães farejadores.

As mulheres estavam de carona em um dos caminhões abordados.

Após ser detida, uma delas contou que recebeu 10 kg de maconha em Dourados (MS) e levaria o entorpecente até Goiás. Ela receberia R$ 3 mil para o transporte. A outra relatou que levaria a droga até o município de Rondonópolis.

As duas foram encaminhadas para a sede da delegacia da Polícia Federal (PF) para providências.

Fonte: G1 Mato Grosso



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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