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Em apresentação única e gratuita, Cuiabá recebe quarteto Arautos do Rei



Considerado o grupo cristão mais antigo do Brasil, o quarteto Arautos do Rei se apresentará em Cuiabá neste sábado (20/10), a partir das 19h30, no Centro de Eventos do Pantanal. Com mais de 50 anos de existência, o grupo tem como característica marcante a harmonia de quatro vozes e um repertório de músicas cristãs tradicionais e contemporâneas. Além de capela sem instrumentos, apenas com vozes.

Desde 1963, mais de 50 álbuns e 10 DVDs foram lançados. As músicas já foram ouvidas em mais de 36 países. Em meio século de existência, o grupo teve 29 formações, mais de 40 intérpretes e 16 pianistas. Atualmente está sob a direção musical do maestro Jader Santos, que possui formação em Teologia, Música e mestrado pela Universidade Andrews, nos Estados Unidos.

O pastor Ivan Saraiva também acompanha o grupo e é responsável pelas palestras durante as apresentações. Formado em Teologia no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), no ano de 1998, atualmente Ivan Saraiva é apresentador de programas cristãos na TV e no rádio.

Arautos do Rei

Troféu Promessas

O quarteto Arautos do Rei venceu na categoria melhor grupo, na edição de 2013, do Troféu Promessas, festival de fim de ano de música religiosa, realizado pela Rede Globo. O grupo se tornou conhecido nacionalmente por se apresentar no programa “A Voz da Profecia”, o primeiro programa de rádio evangélico veiculado no país e um dos mais antigos do mundo, que existe até hoje.

Serviço

Musical com Quarteto Arautos do Rei
Sábado, 20/10, a partir das 19h30
No Centro de Eventos do Pantanal
Entrada gratuita

Fonte: gurudacidade



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Punição da Sefaz: Secretário multa servidora em 50% da remuneração por não cumprir lei


O secretário de Fazenda (Sefaz-MT) Rogério Gallo multou em 50% da remuneração a servidora pública Gisele Barco de Matos, que respondia a um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), desde de 2024.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoa

A pena de suspensão não faria sentido de forma correta.

A punição foi aplicada como medida alternativa da suspensão por 90 dias da servidora, como estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Estado de Mato Grosso. A servidora está afastada da sua função há dois anos para tratar de interesse pessoal A pena de suspensão não faria sentido de forma

 

A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou a dever do funcionário público, de ler conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria

 

A Sefaz MT informou que o caso está em sigilo e não pode comentar mais detalhes sobre o processo disciplinar da servidora

 

Explique melhor “A penalidade à servidora foi aplicada porque ela violou o dever do funcionário público, de ter conduta de moralidade administrativa, e pela proibição de realizar atividade incompatível com a função e horário de trabalho que exerce na secretaria.”

 

Essa frase resume os fundamentos jurídicos e éticos que levaram à punição da servidora. No Direito Administrativo brasileiro, o servidor público não responde apenas pelo que faz “no papel”, mas também por como se comporta e como gere seu tempo.

Aqui está o desdobramento desses três pontos principais:

 

1. Violação do Dever de Moralidade Administrativa A moralidade administrativa vai além da legalidade (seguir a lei). Ela exige que o servidor atue com honestidade, decoro e boa-fé. O que significa na prática: Não basta que o ato seja legal; ele precisa ser ético. Se a conduta da servidora foi considerada “imoral” para a administração, entende-se que ela feriu a imagem da instituição ou agiu de forma a privilegiar interesses que não são os públicos.

 

2. Realização de Atividade Incompatível com a Função

Todo cargo público possui restrições para evitar conflitos de interesse. O conflito: Um servidor da Secretaria de Fazenda (Sefaz), que lida com impostos, fiscalização e dinheiro público, geralmente é proibido de exercer atividades privadas que possam gerar influência indevida ou onde ele possa usar informações privilegiadas.

 

Exemplo: Um fiscal de tributos não pode ser consultor de empresas que ele mesmo deveria fiscalizar.

3. Incompatibilidade com o Horário de Trabalho

 

Este é um ponto objetivo sobre a jornada de trabalho. Dedicação: O Estado paga pelo tempo do servidor. Se ficou comprovado que ela exercia outra atividade (seja comercial, advocatícia, etc.) durante o período em que deveria estar cumprindo sua carga horária na Sefaz, isso configura abandono de função ou má prestação de serviço.

 

Por que isso é grave?

Para a administração pública, quando um servidor une esses três fatores, ele quebra a relação de confiança com o Estado. A punição (que pode variar de advertência e suspensão até demissão) serve para reafirmar que o interesse público deve prevalecer sobre o interesse privado do funcionário.

 

No caso citado, a decisão do secretário Rogério Gallo sinaliza que a conduta de Gisele Barco de Matos ultrapassou os limites aceitáveis para alguém que ocupa um cargo na estrutura fazendária.

Fonte: Mídia News

 


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