Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 11 de Agosto de 2026

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A Palavra - Opinião

Emenda para a construção do Comando Regional da PM nunca chegou a Primavera



Com A Palavra / Opinião

O 11° Comando Regional da Policia Militar de Mato Grosso, foi criado  pelo decreto estadual 1361 de 13 setembro 2012 e ativado pelo decreto 2294 de 14 abril 2014 com fulcro no decreto 1361.

Na época o então deputado Luiz Magalhães indicou a criação do Comando em Primavera do Leste e destinou uma  emenda parlamentar, para a criação da sede. Inclusive, já teve a doação municipal de uma área no bairro Jardim das Américas, mas não foi paga.

Segundo assessoria da Policia Militar de Mato Grosso, existem atualmente duas estruturas da PM na cidade, sendo a Sede do 11° Comando Regional, em prédio alugado pela prefeitura na região central, por convênio ajustado através de termo de cooperação, cessão de uso 001/17, protocolo 151796/17, termo ajustado entre Prefeitura Municipal e Secretária de Estado de Segurança Pública, e o 14° Batalhão no bairro Castelândia, que é sede própria.

Para o aluguel do prédio a prefeitura gasta cerca de R$ 8 mil reais por mês.  A parceria é justa entre executivo e governo para manter o Comando Regional em Primavera do Leste. No entanto, se fosse uma sede própria conforme proposto, os cofres do município economizaria e a estrutura seria apropriada conforme as necessidades dos policiais.

O fato se repete nos dias atuais! Uma emenda parlamentar foi destinada para a construção da sede do Corpo de Bombeiros em nosso município, mas novamente, não chegou o dinheiro para a construção. Atualmente o Corpo de Bombeiros encontra-se em um prédio próprio, mas em condições precárias, faltando espaço para as viaturas e acolher os bombeiros.

Anunciar a conquista de uma emenda parlamentar é sem dúvida uma notícia boa, porém, melhor ainda seria que a emenda saísse do papel e fosse paga. Não se pode ficar somente em promessas políticas ou utilizando supostas conquistas para marketing pessoal, projetando campanhas eleitorais. A população não é estúpida e nem ingênua. A população quer ações concretas que proporcione segurança pública.

 

 



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Polícia

Vereador é preso novamente acusado de envolvimento em morte de jovem no interior


O vereador de Poxoréu, Túlio César (Republicanos), foi preso novamente nesta segunda-feira (10), durante a terceira fase da Operação Véu de Ísis, que investiga o assassinato de Lavínia Gabrielly Guimarães Coutinho, de 20 anos, ocorrido em maio deste ano, em Poxoréu (251 km ao Sul). A vítima foi assassinada em uma boate da cidade, sob suspeita de ser informante da polícia. Não foi detalhada a participação do parlamentar no crime e a apuração tramita sob sigilo.

Segundo a Polícia Civil, a prisão de Túlio César ocorreu após o aprofundamento das investigações realizadas pela Delegacia de Poxoréu. Durante a Operação Elo Oculto, deflagrada na fase anterior, o vereador já havia sido preso temporariamente.

De acordo com a Polícia Civil, a análise de materiais e outros elementos apreendidos nas fases anteriores permitiu identificar novas informações relacionadas à dinâmica do crime, à motivação e à possível participação de outras pessoas.

As investigações apontam que o homicídio pode estar relacionado à atuação de uma facção criminosa e ao fato de a vítima supostamente manter contato com forças de segurança e repassar informações relacionadas ao tráfico de drogas na região.

Lavínia foi assassinada no dia 10 de maio, dentro de uma casa noturna em Poxoréu. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, o suspeito chegou ao estabelecimento, efetuou dois disparos contra a cabeça da vítima e fugiu em seguida.

Ao todo, são cumpridos cinco mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e dois de prisão preventiva. As ordens são cumpridas simultaneamente em Poxoréu, Rondonópolis e Cuiabá. O nome da operação, “Véu de Ísis”, faz referência ao avanço das investigações e à revelação de elementos que permaneciam ocultos nas fases anteriores.

A investigação é conduzida pela Delegacia de Polícia de Poxoréu, com apoio de outras unidades da Polícia Civil nos municípios envolvidos.

As diligências continuam para esclarecer completamente o crime e individualizar a conduta de todos os envolvidos. O procedimento tramita sob sigilo.

GD


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