Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 22 de Maio de 2026

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 Franquia gaúcha de calçados e acessórios chega ao Mato Grosso expansão irá acontecer a partir de Primavera do Leste



Lojas Calci pretende abrir pelo menos vinte lojas entre 2018 e 2020 no Estado

Foto: Divulgação Lojas Calci
Lojas se destacam pela qualidade do produto e do atendimento, mas com preço acessível

Maior franquia de calçados e acessórios multimarcas do Rio Grande do Sul, a Lojas Calci chega neste ano ao Mato Grosso. A expansão irá acontecer a partir da cidade de Primavera do Leste, onde a primeira unidade deve ser aberta no primeiro semestre de 2018.

A empresa conta, desde o final de 2017, com o consultor de Negócios Magdo Pereira atuando no Estado, em busca de investidores.

 “Abriremos nossas primeiras unidades em Primavera do Leste e em Campo Verde, ambas com o mesmo operador”, informa Pereira. “A Lojas Calci dá ao investidor a possibilidade de iniciar um negócio com características de franquia, com as mesmas condições de concorrentes, mas oferecendo um mixde produtos das melhores marcas do país, com excelente atendimento e com preço acessível para a família”, detalha. O objetivo é fazer os parceiros da franquia serem um sucesso desde o início. “Este é um negócio seguro e sem limites de crescimento.”

A Lojas Calci chega no momento em que uma grande rede de varejo deixa o Mato Grosso. “Nós vemos oportunidade e potencial nesta região. Buscamos nos destacar em um mercado competitivo através de itens como gestão, preço, qualidade, e também com um layout diferenciado.

Magdo Pereira acrescenta: “Teremos aqui no Mato Grosso lojas lindas, com atendimento exclusivo e com as melhores marcas do país. A família merece uma loja com jeito de butique e com preço acessível.”

 A Lojas Calci

Criada há quatro anos, a Lojas Calci nasceu no interior do Rio Grande do Sul. Fundada pelos empresários Nilton Colombo e Antonio Carlos Diel, tem 20 unidades em diversas regiões do RS – sendo que seis delas foram abertas em 2017. A meta é inaugurar 36 novas lojas em 2018, iniciando as operações ainda em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

 Como ser um franqueado?

Não precisa ter experiência no ramo de calçados ou de varejo para ser um franqueado Lojas Calci. O que a franquia procura são pessoas que tenham o objetivo de empreender, de oferecer um serviço de qualidade ou, ainda, perpetuar seu negócio já existente no ramo.

Quer saber mais? Acesse o site www.lojascalci.com.br e tire suas dúvidas!



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Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


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