Primavera do Leste / MT - Domingo, 22 de Fevereiro de 2026

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 Franquia gaúcha de calçados e acessórios chega ao Mato Grosso expansão irá acontecer a partir de Primavera do Leste



Lojas Calci pretende abrir pelo menos vinte lojas entre 2018 e 2020 no Estado

Foto: Divulgação Lojas Calci
Lojas se destacam pela qualidade do produto e do atendimento, mas com preço acessível

Maior franquia de calçados e acessórios multimarcas do Rio Grande do Sul, a Lojas Calci chega neste ano ao Mato Grosso. A expansão irá acontecer a partir da cidade de Primavera do Leste, onde a primeira unidade deve ser aberta no primeiro semestre de 2018.

A empresa conta, desde o final de 2017, com o consultor de Negócios Magdo Pereira atuando no Estado, em busca de investidores.

 “Abriremos nossas primeiras unidades em Primavera do Leste e em Campo Verde, ambas com o mesmo operador”, informa Pereira. “A Lojas Calci dá ao investidor a possibilidade de iniciar um negócio com características de franquia, com as mesmas condições de concorrentes, mas oferecendo um mixde produtos das melhores marcas do país, com excelente atendimento e com preço acessível para a família”, detalha. O objetivo é fazer os parceiros da franquia serem um sucesso desde o início. “Este é um negócio seguro e sem limites de crescimento.”

A Lojas Calci chega no momento em que uma grande rede de varejo deixa o Mato Grosso. “Nós vemos oportunidade e potencial nesta região. Buscamos nos destacar em um mercado competitivo através de itens como gestão, preço, qualidade, e também com um layout diferenciado.

Magdo Pereira acrescenta: “Teremos aqui no Mato Grosso lojas lindas, com atendimento exclusivo e com as melhores marcas do país. A família merece uma loja com jeito de butique e com preço acessível.”

 A Lojas Calci

Criada há quatro anos, a Lojas Calci nasceu no interior do Rio Grande do Sul. Fundada pelos empresários Nilton Colombo e Antonio Carlos Diel, tem 20 unidades em diversas regiões do RS – sendo que seis delas foram abertas em 2017. A meta é inaugurar 36 novas lojas em 2018, iniciando as operações ainda em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

 Como ser um franqueado?

Não precisa ter experiência no ramo de calçados ou de varejo para ser um franqueado Lojas Calci. O que a franquia procura são pessoas que tenham o objetivo de empreender, de oferecer um serviço de qualidade ou, ainda, perpetuar seu negócio já existente no ramo.

Quer saber mais? Acesse o site www.lojascalci.com.br e tire suas dúvidas!



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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