Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Idoso morre após sofrer AVC dentro de motel em MT



Funcionários informaram à polícia que foram chamados às 22h05 para socorrer o idoso, que alegava estar passando mal e com falta de ar. 

Um idoso de 63 anos foi encontrado morto, nesse domingo (5), dentro de um motel localizado no Bairro Bandeirantes, em Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Marcos Antônio Andrade.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) confirmou que a vítima morreu em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Foram coletadas amostras da vítima e encaminhadas ao laboratório forense para confirmar a causa.

Conforme o boletim de ocorrência, a Polícia Militar acionou a Civil por volta de 22h30, informando que a vítima tinha morrido.

No local, funcionários do motel informaram à polícia que foram chamados às 22h05 para socorrer o idoso, que alegava estar passando mal e com falta de ar. A polícia confirmou que Antônio já estava morto quando chegaram no estabelecimento.

A Polícia Civil constatou que a morte não tem indícios de crime. A polícia não informou se a vítima estava acompanhada no local.

Informações G1/MT



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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