Primavera do Leste / MT - Sábado, 25 de Julho de 2026

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JAYME DEFENDE REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PARA DESTRAVAR A ECONOMIA NACIONAL



REUNIDO COM REPRESENTANTES DOS GEÓLOGOS, JAYME CAMPOS RECEBEU PROPOSTA PARA POTENCIALIZAR O SETOR MINERAL GERANDO EMPREGO E RENDA.

Candidato a uma das duas vagas para o Senado da República por Mato Grosso, Jayme Campos, da Coligação Prá Mudar Mato Grosso, defendeu durante reunião com representantes do setor de minerais a urgente necessidade de reforma da Constituição do Brasil.

“A nossa Constituição Federal realmente é cidadã, mas foi alterada e no atual momento em que o Brasil vive, ela se tornou um entrave ao desenvolvimento e é urgente a necessidade de mudanças”, disse Jayme Campos a presidente da Associação dos Geólogos de Mato Grosso – AGEMAT, Sheila Klener que responde ainda pela vice-presidência da Federação Brasileira de Geologia – Núcleo Centro Oeste – FEBRAGEL.

Além de Sheila Klener se reuniu com o candidato ao Senado, Jayme Campos, o vice-presidente do Sindicato dos Geólogos de Mato Grosso – SINGEMAT, Marcos Antônio Nunes Machado, Wagner Gheler, Júlio César Arraes, Leonice Lotufo e Germano Passos.

Eles apresentaram as propostas da Federação Brasileira de Geologia e que foram discutidas e debatidas entre a categoria.

“Se os governantes abraçarem essas propostas Mato Grosso irá entrar no cenário nacional como terceiro maior produtor mineral, gerando emprego, renda e divisas. Nosso Estado é rico em Mineral e tem um potencial ainda não mensurável”, disse Sheila Klener.

Ela apontou que o maior problema do setor hoje é a insegurança jurídica por causa da legislação que é travada por conceitos errôneos. “O mundo moderno, ou seja, nos países desenvolvidos, a mineração está entre os setores que mais produz vaga de emprego, renda, utilização de máquinas, ou seja, gira a economia, enquanto que no Brasil e principalmente em Mato Grosso sob alegação de preservação ambiental não permitem a exploração de minérios de forma criteriosa”, disse Sheila Klener.

Estudos apontam que Mato Grosso tem uma margem considerável para exploração mineral, criando uma política que se bem conduzida por mudar a economia do Estado.

“Na medida em que temos como maior força econômica o agronegócio já se consolidando, ou andando com as próprias pernas, precisamos agregar outras forças econômicas e o setor mineral tende a se tornar uma grande fonte geradora de emprego, renda, melhoria na qualidade de vida e de forma sustentável, ou seja, sem prejudicar o meio ambiente”, explicou Jayme Campos.

O candidato assinalou ainda que, por isso, defende a revisão da Constituição Federal, para destravar certas regras e permitir que o Brasil, os Estados e os Municípios se desenvolvam de forma ordenada, sem prejudicar o meio ambiente e fortalecendo o emprego e a renda que é a maior conquista de qualquer ser humano.

Assessoria 



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A Palavra - Opinião

O poderoso chefinho de Primavera?


Conversas de bastidores, nem Riva escapou da busca pelo poder do pré candidato Leonardo

 

No dia 23 de julho, Léo Bortolin lançou oficialmente sua pré-candidatura a deputado estadual. O evento reuniu boa parte dos vereadores de Primavera do Leste, deixando claro que a base política construída ao longo de seus dois mandatos como prefeito continua firme ao seu lado.

 

Léo sempre foi um político acostumado a vencer. Em Primavera do Leste, governou praticamente sem enfrentar adversários com a mesma estrutura política e financeira. Agora, a realidade é diferente. A disputa é estadual, o jogo é mais pesado e os adversários conhecem bem os bastidores do poder.

 

E bastidores, por sinal, é o que não faltam. O comentário que circula nos meios políticos é de que Léo estaria disposto a enfrentar até antigos aliados e lideranças tradicionais do MDB. Há quem diga que nem mesmo o experiente José Riva escapou da disposição de Léo em ampliar seu espaço político, especialmente em regiões onde existem apoios historicamente ligados ao grupo de Riva, como Juara.

 

A impressão que fica é a de que nasceu o “poderoso chefinho” de Primavera do Leste. Um líder que concentra influência, articula apoios e busca ampliar seu domínio político para além das fronteiras do município.

Mas uma pergunta inevitável permanece no ar: por que tantos vereadores caminham ao seu lado? É apenas pela convicção de que Léo representa o melhor projeto para Mato Grosso? É pela força política construída durante seus mandatos? Ou existem outros interesses políticos em jogo?

 

Na democracia, apoio político é legítimo. O que também é legítimo é que a população questione quais são as motivações que unem um grupo tão expressivo em torno de um único projeto. Afinal, política também se faz com transparência, coerência e prestação de contas.

 

A corrida para a Assembleia Legislativa apenas começou. Até a eleição, os discursos serão muitos. Mas os eleitores têm o direito de olhar além dos palanques, observar os movimentos de bastidores e tirar suas próprias conclusões.


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