Primavera do Leste / MT - Domingo, 23 de Agosto de 2026

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JAYME DEFENDE REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PARA DESTRAVAR A ECONOMIA NACIONAL



REUNIDO COM REPRESENTANTES DOS GEÓLOGOS, JAYME CAMPOS RECEBEU PROPOSTA PARA POTENCIALIZAR O SETOR MINERAL GERANDO EMPREGO E RENDA.

Candidato a uma das duas vagas para o Senado da República por Mato Grosso, Jayme Campos, da Coligação Prá Mudar Mato Grosso, defendeu durante reunião com representantes do setor de minerais a urgente necessidade de reforma da Constituição do Brasil.

“A nossa Constituição Federal realmente é cidadã, mas foi alterada e no atual momento em que o Brasil vive, ela se tornou um entrave ao desenvolvimento e é urgente a necessidade de mudanças”, disse Jayme Campos a presidente da Associação dos Geólogos de Mato Grosso – AGEMAT, Sheila Klener que responde ainda pela vice-presidência da Federação Brasileira de Geologia – Núcleo Centro Oeste – FEBRAGEL.

Além de Sheila Klener se reuniu com o candidato ao Senado, Jayme Campos, o vice-presidente do Sindicato dos Geólogos de Mato Grosso – SINGEMAT, Marcos Antônio Nunes Machado, Wagner Gheler, Júlio César Arraes, Leonice Lotufo e Germano Passos.

Eles apresentaram as propostas da Federação Brasileira de Geologia e que foram discutidas e debatidas entre a categoria.

“Se os governantes abraçarem essas propostas Mato Grosso irá entrar no cenário nacional como terceiro maior produtor mineral, gerando emprego, renda e divisas. Nosso Estado é rico em Mineral e tem um potencial ainda não mensurável”, disse Sheila Klener.

Ela apontou que o maior problema do setor hoje é a insegurança jurídica por causa da legislação que é travada por conceitos errôneos. “O mundo moderno, ou seja, nos países desenvolvidos, a mineração está entre os setores que mais produz vaga de emprego, renda, utilização de máquinas, ou seja, gira a economia, enquanto que no Brasil e principalmente em Mato Grosso sob alegação de preservação ambiental não permitem a exploração de minérios de forma criteriosa”, disse Sheila Klener.

Estudos apontam que Mato Grosso tem uma margem considerável para exploração mineral, criando uma política que se bem conduzida por mudar a economia do Estado.

“Na medida em que temos como maior força econômica o agronegócio já se consolidando, ou andando com as próprias pernas, precisamos agregar outras forças econômicas e o setor mineral tende a se tornar uma grande fonte geradora de emprego, renda, melhoria na qualidade de vida e de forma sustentável, ou seja, sem prejudicar o meio ambiente”, explicou Jayme Campos.

O candidato assinalou ainda que, por isso, defende a revisão da Constituição Federal, para destravar certas regras e permitir que o Brasil, os Estados e os Municípios se desenvolvam de forma ordenada, sem prejudicar o meio ambiente e fortalecendo o emprego e a renda que é a maior conquista de qualquer ser humano.

Assessoria 



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política

Flórida Juiz dos EUA diz que registro que baseou ordem de Moraes para prender Filipe Martins é falso


Um juiz federal dos Estados Unidos concluiu que um registro de imigração americano que baseou uma decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes de decretar a prisão preventiva de Filipe Martins em 2024 era fraudulento.

O conteúdo da transcrição oficial da audiência foi obtido pelo jornal Folha de S.Paulo. A defesa de Martins confirmou à Gazeta do Povo que o juiz Gregory A. Presnell, do Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Central da Flórida, fez a declaração.

“Houve um registro falso feito nos sistemas da Patrulha de Fronteira que afetou uma pessoa de forma considerável. O governo reconhece a falsidade e a gravidade disso”, afirmou o juiz na audiência, mencionando que Martins foi “preso em decorrência” do registro falso e “tem o direito de saber como isso aconteceu e quem deu causa a isso”.

Em janeiro, Martins entrou com uma ação nos Estados Unidos contra o Departamento de Estado americano e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP, na sigla em inglês) com base na Lei de Liberdade de Informação americana (Foia), para apurar quem criou o registro falso.

A informação indicava que o ex-assessor de assuntos internacionais da gestão Jair Bolsonaro (2019-2022) teria entrado nos Estados Unidos em 30 de outubro de 2022, durante o governo do democrata Joe Biden.

 

Em fevereiro de 2024, Moraes determinou a prisão preventiva de Martins com base nesse registro, que, segundo o ministro do STF, demonstraria intenção de fugir da Justiça. A defesa de Martins, porém, sustentou e apresentou provas de que Martins estava no Brasil durante o período mencionado e que o dado inserido no sistema de imigração americano era falso.

 

Martins permaneceu preso preventivamente durante quase seis meses em 2024. Presnell defendeu durante a audiência, realizada em março, a divulgação dos documentos relativos ao caso pelo governo americano e afirmou que os argumentos para não liberá-los são “sem sentido” e “absurdos”.

 

“Acredito que o governo retém todos esses documentos e me preocupo com a legalidade, a necessidade e a propriedade dessa atitude”, disse o juiz, que determinou a entrega à Justiça dos documentos que permitam identificar o modo como esse registro aconteceu e quais são os envolvidos no caso.

Em outubro do ano passado, a CBP já havia admitido que Martins não entrou nos EUA na data indicada no registro de imigração. “O ministro Moraes citou um registro errôneo para justificar a prisão de vários meses do sr. Martins”, disse na ocasião.

 

Filipe Martins integra o grupo de réus condenados pelo STF no ano passado por acusações de tentativa de golpe de Estado em 2022. Ele foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão.

Em nota enviada à Gazeta do Povo, o advogado de Martins, Ricardo Fernandes, disse que seu cliente “é um preso político, perseguido por um sistema que primeiro construiu a acusação e depois procurou elementos para justificá-la”.

 

“Para encarcerá-lo por seis meses, utilizaram uma lista provisória, ignoraram provas oficiais de que ele permanecia no Brasil e recorreram a um registro migratório falso, cuja falsidade é hoje incontroversa até para as autoridades americanas. Não foi um simples erro burocrático: foi uma falsidade estatal instrumentalizada para retirar a liberdade de um inocente”, afirmou Fernandes, que disse que a conclusão da Justiça dos EUA “expõe a dimensão desse escândalo e reforça, agora com os documentos ao alcance de todos, o que a defesa denuncia desde o início: houve perseguição, abuso de poder e lawfare”.

“A verdade não surgiu agora; graças a um jornalismo corajoso e independente, tornou-se pública e impossível de esconder”, acrescentou.

 

A Gazeta do Povo entrou em contato com o STF para obter um posicionamento sobre a decisão e comentários recentes, mas não houve retorno até o momento.

Gazeta do Povo


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Polícia

Funcionária pública é assassinada a pauladas pela nora em Confresa


Uma mulher de 29 anos foi presa após confessar ter matado a sogra, Maria Aparecida da Silva, de 53 anos, dentro de uma casa em Confresa, neste sábado (22). Os vizinhos acionaram a Polícia Militar depois de ouvirem gritos de socorro vindos da residência.

 

Maria era ex-servidora pública municipal. A Prefeitura de Confresa decretou luto oficial de três dias pela morte dela.

 

O crime ocorreu por volta das 6h35. De acordo com a Polícia Civil, quando os policiais militares chegaram ao endereço, encontraram o portão da casa trancado. A equipe tentou contato com os moradores, mas não teve resposta e precisou subir no muro para verificar o que estava acontecendo.

 

Ao perceber a presença dos policiais, a nora de Maria abriu o portão e disse que havia ocorrido uma “tragédia” com a sogra.

 

Dentro da casa, os policiais encontraram Maria caída no chão, com grande quantidade de sangue ao redor do corpo. Conforme a polícia, ela estava com um fio de extensão elétrica no pescoço e apresentava ferimentos provocados por um objeto contundente. Um pedaço de madeira com sinais de sangue foi apreendido no local.

 

Segundo o delegado plantonista Daniel Moura, a nora foi levada para prestar esclarecimentos e confessou o crime durante o depoimento. Ainda conforme o delegado, a suspeita relatou que estava passando por problemas familiares e que teve um surto. As circunstâncias e a motivação do crime ainda são investigadas.

 

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) estiveram na residência para realizar a perícia e dar início à apuração do caso.

 

Após a morte, a Prefeitura de Confresa publicou uma nota de pesar e destacou os anos em que Maria atuou no serviço público municipal e lamentou a morte da ex-servidora.

 

Leia a nota na íntegra:

 

“A Prefeitura Municipal de Confresa se solidariza com familiares e amigos pelo falecimento de Maria Aparecida da Silva, ex-servidora pública municipal.

 

Maria Aparecida dedicou importantes anos de sua vida ao serviço público, deixando sua contribuição e seu legado na história do nosso município.

 

Neste momento de despedida, expressamos nossa gratidão por toda dedicação e serviço prestado à nossa comunidade.

 

Que Deus conforte o coração de todos os familiares e amigos, trazendo força e serenidade para enfrentar este momento de dor.

 

Por esta razão declaramos luto oficial de três dias em respeito ao seu tempo de contribuição. Contudo, não iremos interromper nossas atividades.

 

Nossos mais sinceros sentimentos”.


Antenado News