Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 17 de Agosto de 2026

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JAYME DEFENDE REVISÃO DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PARA DESTRAVAR A ECONOMIA NACIONAL



REUNIDO COM REPRESENTANTES DOS GEÓLOGOS, JAYME CAMPOS RECEBEU PROPOSTA PARA POTENCIALIZAR O SETOR MINERAL GERANDO EMPREGO E RENDA.

Candidato a uma das duas vagas para o Senado da República por Mato Grosso, Jayme Campos, da Coligação Prá Mudar Mato Grosso, defendeu durante reunião com representantes do setor de minerais a urgente necessidade de reforma da Constituição do Brasil.

“A nossa Constituição Federal realmente é cidadã, mas foi alterada e no atual momento em que o Brasil vive, ela se tornou um entrave ao desenvolvimento e é urgente a necessidade de mudanças”, disse Jayme Campos a presidente da Associação dos Geólogos de Mato Grosso – AGEMAT, Sheila Klener que responde ainda pela vice-presidência da Federação Brasileira de Geologia – Núcleo Centro Oeste – FEBRAGEL.

Além de Sheila Klener se reuniu com o candidato ao Senado, Jayme Campos, o vice-presidente do Sindicato dos Geólogos de Mato Grosso – SINGEMAT, Marcos Antônio Nunes Machado, Wagner Gheler, Júlio César Arraes, Leonice Lotufo e Germano Passos.

Eles apresentaram as propostas da Federação Brasileira de Geologia e que foram discutidas e debatidas entre a categoria.

“Se os governantes abraçarem essas propostas Mato Grosso irá entrar no cenário nacional como terceiro maior produtor mineral, gerando emprego, renda e divisas. Nosso Estado é rico em Mineral e tem um potencial ainda não mensurável”, disse Sheila Klener.

Ela apontou que o maior problema do setor hoje é a insegurança jurídica por causa da legislação que é travada por conceitos errôneos. “O mundo moderno, ou seja, nos países desenvolvidos, a mineração está entre os setores que mais produz vaga de emprego, renda, utilização de máquinas, ou seja, gira a economia, enquanto que no Brasil e principalmente em Mato Grosso sob alegação de preservação ambiental não permitem a exploração de minérios de forma criteriosa”, disse Sheila Klener.

Estudos apontam que Mato Grosso tem uma margem considerável para exploração mineral, criando uma política que se bem conduzida por mudar a economia do Estado.

“Na medida em que temos como maior força econômica o agronegócio já se consolidando, ou andando com as próprias pernas, precisamos agregar outras forças econômicas e o setor mineral tende a se tornar uma grande fonte geradora de emprego, renda, melhoria na qualidade de vida e de forma sustentável, ou seja, sem prejudicar o meio ambiente”, explicou Jayme Campos.

O candidato assinalou ainda que, por isso, defende a revisão da Constituição Federal, para destravar certas regras e permitir que o Brasil, os Estados e os Municípios se desenvolvam de forma ordenada, sem prejudicar o meio ambiente e fortalecendo o emprego e a renda que é a maior conquista de qualquer ser humano.

Assessoria 



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Poxoréu rejeita perda de distrito e cita investimentos de R$ 6 milhões


Prefeitura contesta mudança territorial e afirma investir milhões por ano em Nova Poxoréu.

Prefeitura de PoxoréuPoxoréu rejeita perda de distrito e cita investimentos de R$ 6 milhões

Poxoréu rejeita perda de distrito e cita investimentos de R$ 6 milhões

 

A Prefeitura de Poxoréu, a cerca de 259 km de Cuiabá, se posicionou nesta sexta-feira (14.08) contra o desmembramento do Distrito de Nova Poxoréu e sua incorporação a Primavera do Leste. A manifestação ocorre após o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) aprovar um plebiscito para que os eleitores decidam, em 25 de outubro, a qual município a região deverá pertencer. Segundo a gestão, mais de R$ 6 milhões são investidos todos os anos em serviços públicos no distrito.

 

 

Na prática, a consulta não prevê a criação de um novo município. Os moradores continuarão nas mesmas casas, mas poderão passar a pertencer administrativamente a Primavera do Leste, a cerca de 238 km de Cuiabá, caso a mudança seja aprovada.

 

Poxoréu afirma que a proposta não representa a realidade da região e desconsidera a presença histórica e administrativa do município em Nova Poxoréu.

 

Entre os pontos questionados estão os dados populacionais usados nos estudos que embasam a mudança. Conforme a Prefeitura, o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta 5.516 habitantes no distrito, número diferente daquele considerado no estudo de viabilidade.

 

 

A gestão também rebate a alegação de falta ou insuficiência de serviços públicos na região. De acordo com os dados apresentados, cerca de R$ 2,9 milhões são aplicados anualmente em obras e infraestrutura, com equipe e maquinário exclusivos para atender Nova Poxoréu.

 

Na educação, os gastos passam de R$ 1,2 milhão por ano e incluem manutenção da escola municipal, transporte e alimentação escolar. A saúde recebe aproximadamente R$ 1,05 milhão para funcionamento do posto, contratação de profissionais, compra de insumos, realização de exames e transporte de pacientes.

 

Outros R$ 826 mil são destinados anualmente à assistência social, enquanto cerca de R$ 108 mil são usados para manter a Subprefeitura. Somados, esses valores chegam a aproximadamente R$ 6,08 milhões por ano.

 

Além dos serviços já mantidos no distrito, o município afirma atuar na regularização fundiária de cerca de 700 títulos. Mais de 200, segundo a Prefeitura, já foram entregues aos moradores.

 

 

Desde 2023, Poxoréu também busca junto ao Governo do Estado a pavimentação de 5,6 quilômetros do principal trecho de Nova Poxoréu. Conforme a gestão, o projeto já foi aprovado e está em tramitação para licitação.

 

Outro projeto em andamento prevê a construção de uma nova escola estadual. O município informou que doou o terreno e encaminhou a documentação necessária ao Governo do Estado. Também está prevista a construção de seis novas salas anexas à Escola Municipal Leila Aparecida.

 

 

Para a administração municipal, a eventual transferência do distrito poderá provocar impactos territoriais, administrativos e financeiros. Ainda não há, porém, uma estimativa de quanto Poxoréu poderia perder em arrecadação ou transferências de recursos caso Nova Poxoréu passe a integrar Primavera do Leste.

 

Os cálculos, segundo a Prefeitura, ainda estão sendo avaliados. A gestão afirmou ainda que pretende adotar as medidas cabíveis, dentro da legislação, para defender a permanência do distrito em seu território.

 

 

No plebiscito, os eleitores responderão se são favoráveis ao desmembramento de Nova Poxoréu e à incorporação da área por Primavera do Leste.

 

A pergunta que aparecerá na urna será:

 

“Você é favorável ao desmembramento do Distrito de Nova Poxoréu do Município de Poxoréu e à sua incorporação ao Município de Primavera do Leste?”

 

O eleitor poderá votar SIM ou NÃO. Será considerada vencedora a opção que tiver a maioria dos votos válidos, sem contar brancos e nulos.

 

 

A votação ocorrerá em 25 de outubro, junto ao segundo turno das Eleições Gerais de 2026.

 

Outro plebiscito

 

O TRE-MT também autorizou uma segunda consulta envolvendo Colniza, a cerca de 1.022 km de Cuiabá, e Cotriguaçu, aproximadamente 941 km distante da Capital.

 

Nesse caso, os eleitores decidirão se as chamadas “Ilhas de Ocupação” do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, atualmente pertencentes a Colniza, devem passar a integrar Cotriguaçu.

 

 

As duas consultas foram convocadas por decretos legislativos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e serão realizadas nas mesmas urnas utilizadas no segundo turno.

 

O também solicitou posicionamento à Prefeitura de Primavera do Leste sobre a possível incorporação de Nova Poxoréu e os impactos da mudança, mas até a publicação desta matéria não houve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação.

Fonte VG


Antenado News