Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 06 de Abril de 2026

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Jayme tem 58% e lidera com folga disputa ao Senado; procurador Mauro vem em 2º



O instituto Voice Pesquisas realizou um estudo sobre o cenário das eleições ao Senado em Várzea Grande, segundo maior colégio eleitoral de Mato Grosso. Neste pleito, os eleitores poderão eleger dois candidatos.

O ex-governador Jaime Campos (DEM) lidera a disputa, com 58% das intenções de voto, somando-se a primeira e a segunda escolha, na modalidade estimulada, em que é mostrada ao eleitor uma relação com os nomes dos candidatos.

Ele é seguido pelo procurador Mauro (PSOL), com 20%; e pela ex-juíza Selma Arruda (PSL), com 13%.

Na sequência estão o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), com 6%; a ex-reitora da UFMT, Maria Lúcia Neder (PCdo B), com 4%; Gilberto Lopes (PSOL), com 2%; Waldir Caldas (NOVO), com 2%; o deputado federal Adilton Sachetti ( PRB), com 2%, o ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD), com 1%; e Sebastião Carlos (REDE), com 1%.

O candidato Aladir Albuquerque (PP) não pontuou. Os eleitores que se disseram indecisos somam 71%; os votos em branco e nulo, 13%; outros 7% não responderam.

Como o eleitor poderá votar em dois candidatos para senador, a soma dos cenários de primeiro e segundo votos é igual a 200%. A margem de erro do estudo é de 5%, para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%. O Voice Pesquisas ouviu 400 eleitores em de todas as regiões de Várzea Grande, entre os últimos dias 29 e 31 de agosto. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e está registrado no TRE-MT sob o nº MT – 00144/2018.

Voto espontâneo

O instituto também realizou a pesquisa na modalidade espontânea, quando o pesquisador apenas pergunta em quem o eleitor irá votar para o Senado, sem apresentar uma relação de nomes. O resultado foi o seguinte: Jaime aparece com 23%; procurador Mauro, com 5%; Selma Arruda, com 3%; Leitão, com 2%; e Maria Lúcia, com 1%. Os eleitores indecisos somaram 154% (primeiro mais segundo voto); os nulos e brancos, 9%; outros 3% não responderam.

Rejeição

O Voice também mediu a rejeição entre os candidatos ao Senado. Jaime Campos foi o mais rejeitado, com 5%; seguido por Nilson Leitão, com 4%; Procurador Mauro, com 2%; Carlos Fávaro, com 2%; Aladir Albuquerque, com 1%; Waldir Caldas, com 1%; Adilton Sachetti, com 1%; Maria Lúcia Neder, com 1%; Sebastião Carlos, com 1%; Gilberto Lopes, com 1% e Selma, com 1%. Dos entrevistados, 60% disseram que não rejeitam ninguém; 13% não responderam e 7% afirmaram votar nulo ou branco.

Fonte Midia News



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A Palavra - Opinião

📰 Crônica: A cassação que parou na recepção


Em Primavera do Leste, a política resolveu inovar. Não é mais preciso enfrentar plenário, debate ou voto. Agora, certos assuntos já são resolvidos ali mesmo, na recepção.

 

O pedido de cassação contra o vereador Sargento Telles sequer chegou a “dar bom dia” no plenário. Foi barrado antes, com toda a elegância que os procedimentos técnicos permitem.

 

Segundo a versão oficial, faltou “autorização adequada” para a denúncia. Curioso. Porque, para alguns, a lei parece permitir que até o eleitor participe. Para outros, nem tanto. Vai entender, o Direito, às vezes, é quase uma obra de arte contemporânea: cada um enxerga o que quer.

 

Enquanto isso, o conteúdo da denúncia ficou intacto. Intocado. Intocável. Uma espécie de segredo que ninguém quis abrir — talvez por zelo institucional, talvez por excesso de prudência.

 

E sob a condução do presidente da Câmara, Marco Aurélio, tudo seguiu com tranquilidade exemplar. Sem ruído, sem desgaste, sem aquele incômodo chamado “debate público”.

 

Eficiência é isso.

 

Resolve-se rápido, evita-se constrangimento e, de quebra, mantém-se a harmonia entre os pares. Afinal, política também é sobre convivência.

 

Agora, claro, tudo dentro das regras. Ou pelo menos dentro de uma leitura bastante conveniente delas.

 

No fim, Primavera do Leste dá mais um passo à frente na inovação institucional: criou-se o julgamento sem julgamento.

 

E fica aquela dúvida que ninguém responde, mas todo mundo entende:

 

Foi rigor técnico… ou apenas uma solução elegante para um problema inconveniente?

 

Mas veja, é só uma crônica.

 

 

 


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