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Ladrões quebram teto de banco com marreta em MT e abandonam ferramentas após alarme disparar



Ladrões tentaram furtar uma agência do Banco do Brasil na madrugada desse domingo (10) no Centro de Primavera do Leste.

Segundo a Polícia Militar, os assaltantes quebraram o teto da agência usando uma marreta. Eles abandonaram as ferramentas e fugiram depois que o alarme disparou.

De acordo com a PM, a situação ocorreu na agência que fica na Rua Silvério Nadir Danielli, por volta de 4h20 (horário de Mato Grosso).

Eles abandonaram as ferramentas e fugiram depois que o alarme disparou (Foto: Polícia Militar de Primavera do Leste)Eles abandonaram as ferramentas e fugiram depois que o alarme disparou (Foto: Polícia Militar de Primavera do Leste)

Eles abandonaram as ferramentas e fugiram depois que o alarme disparou (Foto: Polícia Militar de Primavera do Leste)

Os funcionários do serviço de monitoramento de segurança perceberam a tentativa de furto e acionaram a polícia. O gerente, a Força Tática e policiais militares foram até o banco.

Os policiais perceberam que o teto da agência, na sala de monitoramento, estava quebrado. Os assaltantes usaram uma marreta para fazer o buaco.

Já na sala de telefonia foi encontrado parte do forro e diversas marcas da invasão. A polícia subiu no telhado e encontrou várias ferramentas usadas na invasão, como marreta, alicate, barras de ferro, furadeira e outros objetos.

Até a manhã desta segunda-feira (11) nenhum suspeito havia sido identificado ou preso.

G1 MT



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Assessor parlamentar registra Boletim de Ocorrência contra vereador por supostas ameaças e assédio na Câmara de Primavera do Leste


Incidente teria ocorrido na manhã desta segunda-feira (02/03/2026) na sala de café da Casa de Leis. Servidor acionou a Polícia Civil e a Ouvidoria do Legislativo.

POR: Luis Costa / Redação]

DATA: 02 de Março de 2026

Um desentendimento entre um assessor parlamentar da Vereadora Mariana Carvalho e o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes (PSB) motivou o registro de um Boletim de Ocorrência (BO) e uma denúncia formal na Ouvidoria da Câmara Municipal de Primavera do Leste na manhã desta segunda-feira (02). O servidor acusa o parlamentar de ameaça, constrangimento público e assédio moral.

De acordo com o Boletim de Ocorrência nº 2026.68122, registrado junto à Polícia Judiciária Civil, o fato ocorreu por volta das 09:00h na área do café da Câmara. O comunicante relata que foi abordado pelo vereador, que o acusou, “sem provas”, de registrá-lo em vídeo durante as sessões e sessões gravadas para uso jocoso e de gerenciar páginas de sátira política em redes sociais.

O assessor afirma no documento que foi constrangido diante de outros servidores e sofreu ofensas à sua dignidade pessoal e profissional através de comunicação agressiva e desrespeitosa. O registro policial cita ainda “ameaças veladas” proferidas pelo vereador, com frases indicando que a situação “não iria ficar assim”.

A ocorrência foi tipificada preliminarmente pela polícia como “Preservação de Direito (Consumado)” e “Ameaça (Consumado)”. O servidor informou que o incidente foi presenciado por testemunhas e captado pelas câmeras de segurança da Sala de Comissões.

Ação na Ouvidoria

Além da representação policial, o assessor formalizou uma denúncia detalhada junto à Ouvidoria Geral da Câmara Municipal (Protocolo nº 02112.2026.000001-50). A manifestação classifica o ocorrido como “Assédio Moral” e “Conduta imprópria nas relações de trabalho”. O denunciante solicita que a Casa de Leis tome as devidas providências, fundamentando o pedido inclusive com base na Lei nº 13.869/2019 (Lei de Abuso de Autoridade).

A Versão do Vereador Eraldo Fortes

​Em sua defesa, o Vereador Eraldo Gonçalves Fortes negou as acusações de agressividade. O parlamentar afirmou que sim, falou com o assessor parlamentar. Ele explicou que o motivo da conversa foi solicitar que o assessor não ficasse gravando-o para fazer memes em uma página no Instagram, a qual ele suspeita ser ligado ao servidor.

O comunicante foi informado pela Polícia Civil sobre o prazo legal de seis meses para representar criminalmente contra o suspeito.


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