Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Menino de 11 anos encontra carteira com R$ 1,8 mil e dá aos pais para entregar à polícia em MT



Carteira não tinha nenhum documento de identificação. João Pedro estava voltando da escolinha de futebol com os amigos quando encontrou a carteira.

Uma criança de 11 anos encontrou uma carteira contendo R$ 1,8 mil quando voltava da escolinha de futebol, no centro de Vila Rica, a 1.276 km de Cuiabá, na segunda-feira (1°). Em seguida, ele deu a carteira para a mãe, que a entregou para a Polícia Militar para tentar identificar o dono.

João Pedro Meireles Araújo contou que estava voltando do treino com os amigos quando encontrou a carteira caída na rua.

“Vi que estava cheia de dinheiro, mas não tinha nenhum documento. Meus amigos queriam dividir o dinheiro, mas achei melhor não. Eu disse a eles que levaria para minha mãe para ela ver o que poderia fazer”, explicou.

O pai de João, Francisco Cêrras da Silva Santo, disse ao G1 que a mãe contou o dinheiro e o guardou de volta na carteira.

“A mãe de um colega do João soube da carteira e decidiu chamar a polícia para que devolvêssemos, pois não tinha nenhuma identificação. Os policiais perguntaram o que faríamos e nós dissemos que era melhor o dinheiro ficar com a polícia para que pudessem encontrar o dono”, contou.

Carteira tinha R$ 1,8 mil e estava sem documentos — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Carteira tinha R$ 1,8 mil e estava sem documentos — Foto: Polícia Militar/Divulgação



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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