Primavera do Leste / MT - Domingo, 12 de Abril de 2026

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Polícia Civil prende ladrão e recupera moto



Armas, droga, produtos recuperou e acusado Adélson Junior Neves de Araujo

A Polícia Civil conseguiu recuperar uma moto e ferramentas roubadas, a prisão aconteceu na manhã de quarta-feira, 31, no bairro Parque Eldorado em Primavera do Leste. A moto foi tomada de assalto no final da tarde de terça-feira, 30, em frente à Escola Novo Horizonte, a vítima presta serviço de eletricista e trabalhava na escola, ao sair foi abordado por um homem armado com um revolver calibre 38, relatos da vítima afirma que o assaltante agiu de forma violenta ameaçando disparar a todo tempo.

Carlos Souza chefe de investigações da Derf

Os policias começaram as investigações e hoje conseguiu localizar a moto que já estava com a placa adulterada, na residência um menor também suspeito de fazer parte de outras ações criminosas em Primavera do Leste foi aprendido, com eles foram encontrados 3 armas sendo uma pistola calibre restrito de uso das Forças Armadas, um revolver 38, uma espingarda calibre 22, droga, ferramentas levadas junto com a motocicleta e corrente de ouro.

Segundo o chefe de investigações da Derf – Delegacia de Roubos O acusado Adelson Junior Neves de Araujo, possui diversas passagens pela policia, “o acusado responde por diversos crimes, inclusive esta usando tornozeleira eletrônica, entre os crimes suspeita até mesmo de um latrocínio, agradeço a colaboração da equipe, também do judiciário que é parceiro das nossas ações mantendo o criminoso preso”, afirma policial Carlos Souza.  



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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