Primavera do Leste / MT - Domingo, 31 de Agosto de 2025

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Primavera III terá eventos culturais todo mês, garante prefeito durante o Quero Mais Cultura



Cultura pva 3

“Cultura, segurança e inclusão para todos” – foi com essa proposta que o 7º Quero Mais Cultura tomou conta da Praça Dito Eletricista, no bairro Primavera III, no último sábado (17). E não foi apenas um evento festivo: o encontro marcou o início de um novo capítulo para a comunidade, que recebeu das mãos do prefeito Sérgio Machnic um compromisso que promete transformar a rotina dos moradores.

Diante de uma multidão animada, com famílias reunidas, crianças brincando e artistas levando alegria ao palco, o prefeito anunciou que ações culturais diversas serão levadas ao bairro pelo menos uma vez por mês. A decisão é fruto de um olhar atento à população que, por muito tempo, esteve à margem das grandes ações públicas.

Segundo o prefeito Sérgio Machnic, “nosso objetivo é descentralizar as ações e fazer parcerias para que toda a população possa ganhar com conhecimento, lazer, cultura e esporte. Estamos preparados para deixar nossa cidade cada dia melhor, mais inclusiva e para todos”, destacou.

Durante o evento, o vereador Rafael Abreu também ressaltou a importância de ações que cheguem a todos os bairros. “Estou feliz em poder viver isso ao lado dos moradores do meu bairro. Quero agradecer ao senhor, prefeito, e reafirmar, diante da população: confiamos na gestão. Um evento por mês é o que precisamos, e esse compromisso foi assumido aqui hoje”, comentou.

Cultura que acolhe e transforma

O evento, realizado em parceria com o Instituto Leverger e a Federação dos Conselhos Municipais de Segurança Pública (Feconseg), uniu cultura e segurança pública de forma inovadora. O público pôde conhecer de perto o trabalho da Polícia Ambiental, o armamento da Força Tática e as ações educativas do Programa Proerd, voltado para a prevenção ao uso de drogas entre crianças e adolescentes.

A dupla Nico e Lau levou ao palco o humor e as tradições mato-grossenses, arrancando risos e aplausos com uma apresentação que reafirma o valor da cultura regional. Além do show principal, o público desfrutou de apresentações culturais locais, comidas típicas, barracas educativas e atrações gratuitas para as crianças, como pipoca e algodão-doce.

Para o secretário municipal de Cultura, Leopoldino André, o sucesso do evento é reflexo de uma gestão que acredita no poder da cultura como instrumento de transformação social.“Essa foi uma ação pensada para as famílias, com atrações para todas as idades. Seguimos as diretrizes de uma gestão humanizada, como propõem o prefeito Sérgio e a vice-prefeita Iva. Já estamos planejando outros projetos para a região, como o Acorde PVA, o bailinho, com muito forró, entre outros”, afirmou.

Segurança pública de mãos dadas com a comunidade

Representando o Conselho de Segurança Pública, Thiago Didomenico reforçou que eventos como este fortalecem a prevenção e o vínculo entre comunidade e instituições. “O Conseg é parceiro em todas as ações que trabalham a prevenção, antes mesmo que o crime aconteça”, pontuou.

Danilo Moraes, presidente da Feconseg, agradeceu à gestão municipal pela abertura e apoio: “Sem o envolvimento da prefeitura, nada disso seria possível. Esse acolhimento nos mostra o quanto é possível fazer mais pelas pessoas, principalmente com ações preventivas e educativas”. Ele ainda parabenizou a gestão por ter esse entendimento.

O tenente Luiz, do 11º Comando Regional da Polícia Militar, reforçou a importância de integrar as crianças e famílias em ações comunitárias: “Estamos aqui para mostrar que segurança pública também se faz com informação e presença. Preparar nossas crianças para dizer não às drogas e ao crime é o caminho para um futuro melhor”.

Compromisso com o presente e o futuro

Para o secretário de cultura, Leopoldino André, o foco é plantar cultura, lazer e cidadania em todos os cantos da cidade. “Esse é mais do que um objetivo: é um compromisso de gestão. E, no bairro Primavera III, reafirmamos o nosso papel como agente de transformação, ouvindo, acolhendo e levando oportunidades para todos. Porque cultura é direito. E ela agora tem endereço certo: o coração da comunidade”, comentou.



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Brasil

Megaoperação identificou crime organizado na ‘economia real e no mercado financeiro’


Investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento controlados por organizações criminosas, com patrimônio de R$ 30 bi

megaoperação deflagrada pela Receita Federal nesta quinta-feira (28) no âmbito de investigações sobre um esquema criminoso no setor de combustíveis foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados diferentes (São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina).

Andrea Costa Chaves, subsecretária de fiscalização da Receita Federal, afirma que as investigações identificaram a invasão do crime organizado “na economia real e no mercado financeiro”. “A estrutura na operação nessa operação envolveu toda a cadeia na parte da economia real: importação, produção, distribuição, comercialização até o consumidor final”, explica.

Já na parte financeira, a atuação do crime organizado aconteceu na ocultação e na blindagem do patrimônio. As investigações identificaram pelo menos 40 fundos de investimento, sendo eles fundos imobiliários e de multimercado, que eram controlados por organizações criminosas. O patrimônio desses fundos era de R$ 30 bilhões.

Segundo o órgão, com esses recursos o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis.

A organização também comprou mais de 100 imóveis, entre eles seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Fintechs e a ‘blindagem do esquema’

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio desses fundos de investimentos que recebiam recursos da fintech, dificultando sua rastreabilidade e dando a ele uma aparência de legalidade.

Perguntas e Respostas

Qual foi a operação realizada pela Receita Federal?

A Receita Federal deflagrou uma megaoperação no dia 28, que foi a maior já realizada contra o crime organizado no Brasil, focando em um esquema criminoso no setor de combustíveis. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em cerca de 350 alvos em oito estados: São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O que foi identificado nas investigações?

As investigações identificaram a invasão do crime organizado na economia real e no mercado financeiro. A subsecretária de fiscalização da Receita Federal, Andrea Costa Chaves, explicou que a operação envolveu toda a cadeia da economia real, incluindo importação, produção, distribuição e comercialização até o consumidor final.

Como o crime organizado atuou no mercado financeiro?

No mercado financeiro, o crime organizado atuou na ocultação e blindagem do patrimônio. Foram identificados pelo menos 40 fundos de investimento, incluindo fundos imobiliários e de multimercado, controlados por organizações criminosas, com um patrimônio total de R$ 30 bilhões.

Quais foram os investimentos feitos com os recursos ilícitos?

Com os recursos obtidos, o grupo adquiriu um terminal portuário, quatro usinas produtoras de álcool (além de outras duas em parceria ou em processo de compra) e 1.600 caminhões para transporte de combustíveis. Também foram comprados mais de 100 imóveis, incluindo seis fazendas no interior de São Paulo, avaliadas em R$ 31 milhões, e uma residência em Trancoso (BA), adquirida por R$ 13 milhões.

Como o dinheiro ilícito era reinvestido?

O dinheiro de origem ilícita era reinvestido em negócios, propriedades e outros investimentos por meio dos fundos de investimento, que recebiam recursos de uma fintech. Isso dificultava a rastreabilidade do dinheiro e conferia uma aparência de legalidade às operações.

R7


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Polícia - Região

PMs serão interrogados por suposto confronto forjado para ‘sumir’ com arma que matou advogado


Por determinação do juiz Moacir Rogério Tortato, os policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Leandro Cardoso, Wailson Alesandro Medeiros Ramos e Wekcerlley Benevides de Oliveira serão interrogados, na próxima segunda-feira (1º), às 14h, na sala de audiência da Justiça Militar, no Fórum de Cuiabá. O grupo é acusado de forjar confronto para “plantar” no local arma usada para matar o advogado Renato Nery.

 

Conforme apurou o GD, além dos militares, também devem ser ouvidas testemunhas e servidores da Polícia Civil. Os 4 PMs respondem a processo por organização criminosa, abuso de autoridade e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito em meio ao caso de um confronto após assalto em que um veículo gol de cor branca foi levado e houve troca de tiros com os suspeitos, resultando na morte de Walteir Lima Cabral e outros dois suspeitos ficaram feridos.

 

O confronto ocorreu em 12 de julho de 2024. A arma supostamente encontrada em posse de um dos criminosos, no local do crime, foi utilizada no assassinato do advogado Renato Gomes Nery, morto em 5 de julho do mesmo ano. Laudo pericial balístico demonstrou que a pistola Glock modelo G17, calibre 9mm foi a mesma utilizada para executar o jurista.

 

Conforme noticiou o GD, o caso ficou conhecido como “Grupo do Gol Branco”, em alusão a grupo de WhatsApp em que os 4 discutiam combinação de versões, preocupação com divergências de depoimentos e indícios de obstrução da justiça, algo revelado após perícia em celulares. Segundo o Ministério Público, os elementos reunidos demonstram que não houve confronto real, mas sim uma “execução deliberada seguida de inovação artificiosa da cena do crime”.

 

No dia 12 deste mês o Conselho Permanente de Justiça, da 11ª Vara Criminal Especializada de Justiça Militar de Cuiabá, por maioria, votou pela revogação parcial das cautelares impostas aos policiais, permitindo que os réus retornem ao serviço militar com porte de arma, além da retirada da tornozeleira eletrônica. Contudo, ainda permanecem as cautelas de proibição de manter contato com vítima e familiares, bem como testemunhas do processo.

 

Eles foram afastados das funções em julho pelo comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), Cláudio Fernando Carneiro Tinoco. Os 4 chegaram a ficar presos preventivamente durante um período, no entanto, foram colocados em liberdade após decisão do juiz Francisco Ney Gaíva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá.


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política

Deputado sugere economizar em parque para comprar Santa Casa


O deputado Júlio Campos (União) foi taxativo ao mostrar solução para que o governo do Estado compre a Santa Casa: reduza investimentos no Parque Novo Mato Grosso.

A solução foi publicada em sua rede social, na sexta-feira (29), um dia após o prazo de propostas para a compra do hospital terminar sem sequer uma oferta. Agora, um novo edital será publicado e o Estado avalia a compra, apesar de Mauro Mendes (União) alegar que não há dinheiro para oferta.

O parque promete ser o maior da América Latina e é objeto de grande apreço pelo governador.


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Polícia

Briga por dívida de cartão: Mulher é condenada a 16 anos por matar marido com facada no peito em Primavera


O Tribunal do Júri da 1ª Vara Criminal de Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) condenou Patrícia Sarmanho Garcia a 16 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado por assassinar Bruno Nazareno Fernandes do Nascimento com uma facada no peito. O julgamento foi realizado essa semana.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Patrícia e Bruno eram conviventes e já apresentavam histórico de agressões. O crime ocorreu no dia 2 de junho de 2023, por volta das 22h, no conjunto de quitinetes do bairro Poncho Verde, em Primavera.

 

A ré discutiu com a vítima sobre a cobrança de um cartão bancário, o agrediu fisicamente e, em seguida, desferiu uma facada no peito da vítima no corredor que dá acesso à residência.

 

Ferido, o rapaz voltou para a parte da frente do conjunto de quitinetes e caiu na calçada da casa de uma vizinha. Apesar de ter sido socorrido, ele não resistiu aos ferimentos.

 

A promotora de Justiça Tessaline Higuchi, da 1ª Promotoria Criminal de Primavera do Leste, apontou que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante dissimulação, dificultando a defesa da vítima. Durante o julgamento, o Conselho de Sentença confirmou a autoria e a materialidade do homicídio e rejeitou o pedido de absolvição.

Fonte Gazeta Digital 


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