Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 30 de Abril de 2026

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Senadores por MT Wellington e Jayme Campos votaram pela derrubada do decreto das armas, Juiza Selma votou favorável



Texto contra a flexibilização das regras para a posse e o porte de armas no Brasil recebeu apoio de 47 parlamentares

O Senado Federal contabilizou na noite desta terça-feira (18) 47 votos pela derrubada do Decreto 9785/2019, que flexibilizava as regras para a posse e o porte de armas no Brasil. Outros 28 parlamentares apoiaram a proposta do presidente Bolsonaro.

A decisão foi baseada no PDL (Projeto de Decreto Legislativo) 233/2019 aprovado na CCJ contra o texto assinado por Bolsonaro. Para isso, votaram “Sim” os parlamentares contra o decreto das armas e “Não” os favoráveis à proposta inicial do governo.

A derrubada efetiva do decreto ainda precisa ser aprovada em votação na Câmara dos Deputados.

Confira a seguir como votou cada um dos senadores presentes na sessão:

Alessandro Vieira (CIDADANIA-SE) – Sim
Alvaro Dias (PODEMOS-PR) – Sim
Angelo Coronel (PSD-BA) – Não
Antonio Anastasia (PSDB-MG) – Sim
Arolde de Oliveira (PSD-RJ) – Não
Carlos Viana (PSD-MG) – Não
Chico Rodrigues (DEM-RR) – Não
Cid Gomes (PDT-CE) – Sim
Ciro Nogueira (PP-PI) – Não
Confúcio Moura (MDB-RO) – Sim
Daniella Ribeiro (PP-PB) – Sim
Dário Berger (MDB-SC) – Não
Eduardo Braga (MDB-AM) – Sim
Eduardo Girão (PODEMOS-CE) – Sim
Eduardo Gomes (MDB-TO) – Não
Eliziane Gama (CIDADANIA-MA) – Sim
Elmano Férrer (PODEMOS-PI) – Não
Esperidião Amin (PP-SC) – Sim
Fabiano Contarato (REDE-ES) – Sim
Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) – Não
Flávio Arns (REDE-PR) – Sim
Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – Não
Humberto Costa (PT-PE) – Sim
Izalci Lucas (PSDB-DF) – Não
Jaques Wagner (PT-BA) – Sim
Jarbas Vasconcelos (MDB-PE) – Sim
Jayme Campos (DEM-MT) – Sim
Jean Paul Prates (PT-RN) – Sim
Jorge Kajuru (PSB-GO) – Sim
Jorginho Mello (PL-SC) – Não
José Maranhão (MDB-PB) – Sim
José Serra (PSDB-SP) – Sim
Juíza Selma (PSL-MT) – Não
Kátia Abreu (PDT-TO) – Sim
Lasier Martins (PODEMOS-RS) – Não
Leila Barros (PSB-DF) – Sim
Lucas Barreto (PSD-AP) – Não
Luis Carlos Heinze (PP-RS) – Não
Luiz do Carmo (MDB-GO) – Não
Mailza Gomes (PP-AC) – Não
Major Olimpio (PSL-SP) – Não
Mara Gabrilli (PSDB-SP) – Sim
Marcelo Castro (MDB-PI) – Sim
Marcio Bittar (MDB-AC) – Não
Marcos do Val (CIDADANIA-ES) – Não
Marcos Rogério (DEM-RO) – Não
Mecias de Jesus (PRB-RR) – Sim
Nelsinho Trad (PSD-MS) – Não
Omar Aziz (PSD-AM) – Sim
Oriovisto Guimarães (PODEMOS-PR) – Sim
Otto Alencar (PSD-BA) – Sim
Paulo Paim (PT-RS)  – Sim
Paulo Rocha (PT-PA) – Sim
Plínio Valério (PSDB-AM) – Sim
Randolfe Rodrigues (REDE-AP) – Sim
Reguffe (S/Partido-DF) – Sim
Renan Calheiros (MDB-AL) – Sim
Renilde Bulhões (PROS-AL) – Sim
Roberto Rocha (PSDB-MA) – Não
Rodrigo Cunha (PSDB-AL) – Sim
Rodrigo Pacheco (DEM-MG) – Sim
Rogério Carvalho (PT-SE) – Sim
Romário (PODEMOS-RJ) – Sim
Rose de Freitas (PODEMOS-ES) – Sim
Simone Tebet (MDB-MS) – Sim
Soraya Thronicke (PSL-MS) – Não
Styvenson Valentim (PODEMOS-RN) – Sim
Tasso Jereissati (PSDB-CE) – Sim
Telmário Mota (PROS-RR) – Não
Vanderlan Cardoso (PP-GO) – Não
Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) – Sim
Wellington Fagundes (PL-MT) – Sim
Weverton (PDT-MA) – Sim
Zenaide Maia (PROS-RN) – Sim
Zequinha Marinho (PSC-PA) – Não



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Opinião - política

Diárias oficiais coincidem com evento político em Cuiabá e levantam questionamentos


Relatórios apontam viagens institucionais, mas datas coincidem com lançamento de campanha eleitoral; ausência em programa de saúde local também chama atenção

Viagens oficiais com destino a Cuiabá, justificadas como cumprimento de agenda institucional, têm levantado questionamentos após análise de documentos públicos. Relatórios assinados por assessores e servidores indicam participação em reuniões na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), com retorno ao município no dia seguinte.

No entanto, as datas dessas viagens coincidem com o período do lançamento da campanha de Léo, realizado na capital. A sobreposição entre compromissos oficialmente descritos como institucionais e um evento político levanta dúvidas sobre a real natureza das agendas cumpridas.

Os documentos registram pagamentos de diárias, incluindo R$ 1.500,00 destinados a Gisely Fernanda Pereira da Silva e R$ 250,00 para Elnatan Oliveira Reis Medeiros, além de outros valores vinculados a deslocamentos com roteiro semelhante: ida à capital, participação em reunião e retorno no dia seguinte.

Relatórios assinados por Gustavo Saint Clair Ferreira Caldeira e Valmislei Alves dos Santos reforçam a justificativa de “cumprimento de agenda parlamentar”, enquanto registros adicionais indicam participação de Gisele Ferreira Ferraz em reuniões na AMM e no INCRA.

Do ponto de vista formal, a documentação apresenta todos os elementos exigidos: declarações de comparecimento, assinaturas e descrição das atividades realizadas.

Ainda assim, a coincidência com um evento político relevante levanta questionamentos sobre o uso de recursos públicos para deslocamentos que podem não ter caráter exclusivamente institucional.

Contraste com agenda local de saúde

Outro ponto que chama atenção é o contraste entre essas agendas na capital e a atuação local dos envolvidos.

Parte dos nomes associados às viagens aparece com frequência em críticas à situação da saúde pública em Primavera do Leste. No entanto, não há registro de presença de alguns desses críticos no lançamento do programa “Vira Saúde”, iniciativa voltada à melhoria do atendimento à população no próprio município.

A ausência em um evento diretamente ligado à saúde pública local reforça o debate sobre prioridades e coerência entre discurso e prática.

Transparência e resultado

Embora os documentos estejam formalmente corretos, especialistas em gestão pública destacam que a transparência não se limita à comprovação de deslocamentos e reuniões, mas também envolve a demonstração de resultados concretos dessas agendas.

Até o momento, não há detalhamento público sobre os impactos diretos dessas viagens para a população.

Diante disso, permanecem as perguntas:

Qual foi o retorno efetivo dessas agendas?
E qual o limite entre compromisso institucional e participação em atividades de natureza política?


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