Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 14 de Abril de 2026

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A Palavra

Vereador Luis Costa espera que a sensação de justiça, com a prisão do ex-presidente, possa se estender para todos



Da Redação

O Legislador Luis Costa (PR), durante Sessão Ordinária (09) desta segunda, falou sobre a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em tribuna, e lembrou que a corrupção está em todas as esferas da sociedade e se faz necessária justiça.

“Neste final de semana acompanhei pela televisão a prisão do ex-presidente Lula, que foi comemorado por muitas pessoas. Mas em questionamento, decidi não comemorar. Por quê? Eu não quero que apenas ex-presidente vá para cadeia, eu não sou direita e nem esquerda, eu sou centro, sou o povo, e quero que essa mesma justiça se faça com juiz corrupto, ministro corrupto, vereador corrupto, todos que descumprirem a lei, têm que ir para cadeia também”.

Luis Costa continua a sua fala dando uma cutucada a agentes públicos que já passaram por essa Casa de Leis e foram corruptos, seja na vida pessoal, profissional ou pública.

“Pessoas que já estiveram nesta casa, e não tem moral nenhuma, para ficar falando em redes sociais mau do Lula ou que seja de alguém, porque são corruptos também. A corrupção começa com pequenas coisas, furando fila, sonegando impostos, mas tem gente que fala, ‘vamos passar o Brasil a limpo’, contudo isso não adianta. Temos que olhar pra nós mesmos, para nossas atitudes diárias, temos que mudar o nosso caráter”.

Incisivo o legislador dispara, “não é o político que vira ladrão, é o ladrão que vira político”. Luis Costa explica que, quem já tem o comportamento errado no seu dia a dia, quando entra na política, encontra facilidades para fazer coisas erradas e continua propagando a corrupção.

“Este País precisa ter pessoas serias sim, precisa mudar, precisa renovar a política, precisa de pessoas que tem idéias, que faz política para o povo. Eu vou comemorar sim, quando eu ver muito mais pessoas corruptas sendo presas, ai sim vou ter a sensação de justiça. Este País tem que perseverar”. Finaliza Luis Costa.

 



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‘Pouca Sombra’ é preso suspeito de integrar quadrilha que fez o maior assalto de MT


Suspeito é apontado como chefe da logística de mega-assalto em Confresa, sendo uma peça-chave na organização do crime que aterrorizou a cidade em 2023

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu um dos principais suspeitos de integrar a organização criminosa responsável pelo maior roubo da história do Estado, ocorrido em abril de 2023, no município de Confresa.

 

A prisão ocorreu na quarta-feira (8), em Marabá (PA), durante a terceira fase da Operação Pentágono.

Segundo o portal Marabá em Foco, o suspeito conhecido como ‘Pouca Sombra’, Pablo Henrique de Sousa Franco, foi apontado como chefe da logística do ataque.

Na mesma ação, também foi preso Josivan Pereira da Silva, outro investigado por participação no crime.

 

Segundo as investigações, ‘Pouca Sombra’ teria atuado diretamente na estrutura logística da quadrilha, responsável por garantir transporte, rotas de fuga e suporte operacional para a execução do assalto.

 

A Polícia Civil não detalhou, até o momento, todas as atribuições individuais dos suspeitos.

 

Ação em cinco estados

A ofensiva policial cumpre ao todo 97 ordens judiciais em cinco estados, incluindo 27 mandados de prisão, 30 de busca e apreensão e o bloqueio de 40 contas bancárias. As medidas foram autorizadas pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças.

 

De acordo com a Gerência de Combate ao Crime Organizado, o grupo tinha atuação interestadual e estrutura altamente organizada, com divisão em núcleos que incluíam comando financeiro, planejamento, execução e apoio logístico em diferentes regiões do país.

 

As investigações apontam que pelo menos 50 pessoas participaram direta ou indiretamente do crime, que seguiu o modelo conhecido como ‘domínio de cidades’, quando criminosos cercam o município, atacam forças de segurança e causam pânico para facilitar a ação principal.

Confresa foi sitiada

O ataque aconteceu em 9 de abril de 2023, quando cerca de 20 criminosos fortemente armados sitiaram Confresa, a mais de mil quilômetros de Cuiabá. Parte do grupo invadiu o quartel da Polícia Militar, rendeu agentes e incendiou o prédio, enquanto outros destruíam veículos e espalhavam terror pela cidade.

 

O alvo principal era a transportadora de valores Brink’s. Apesar do uso de explosivos de alta potência, o grupo não conseguiu acessar o cofre e acabou fugindo, abandonando veículos e equipamentos utilizados na ação.

 

Segundo o delegado da GCCO, Gustavo Belão, esta fase da operação representa um avanço importante ao atingir integrantes dos núcleos de comando, financiamento e logística, considerados essenciais para a execução do crime.

 

As investigações também revelaram que os recursos movimentados pela organização têm origem em outros roubos de grande porte realizados no país, além de crimes menores usados para lavagem de dinheiro.

 

Após o ataque, 18 suspeitos morreram em confrontos com forças de segurança durante buscas realizadas no Tocantins. Outros envolvidos já haviam sido presos em fases anteriores da operação.

 

A Operação Pentágono integra a estratégia estadual de combate ao crime organizado e conta com apoio de forças policiais de diversos estados, reforçando a atuação conjunta para desarticular quadrilhas com atuação nacional.

Fonte MidiaMax

 


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