Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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A Palavra

Vereador Luis Costa espera que a sensação de justiça, com a prisão do ex-presidente, possa se estender para todos



Da Redação

O Legislador Luis Costa (PR), durante Sessão Ordinária (09) desta segunda, falou sobre a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em tribuna, e lembrou que a corrupção está em todas as esferas da sociedade e se faz necessária justiça.

“Neste final de semana acompanhei pela televisão a prisão do ex-presidente Lula, que foi comemorado por muitas pessoas. Mas em questionamento, decidi não comemorar. Por quê? Eu não quero que apenas ex-presidente vá para cadeia, eu não sou direita e nem esquerda, eu sou centro, sou o povo, e quero que essa mesma justiça se faça com juiz corrupto, ministro corrupto, vereador corrupto, todos que descumprirem a lei, têm que ir para cadeia também”.

Luis Costa continua a sua fala dando uma cutucada a agentes públicos que já passaram por essa Casa de Leis e foram corruptos, seja na vida pessoal, profissional ou pública.

“Pessoas que já estiveram nesta casa, e não tem moral nenhuma, para ficar falando em redes sociais mau do Lula ou que seja de alguém, porque são corruptos também. A corrupção começa com pequenas coisas, furando fila, sonegando impostos, mas tem gente que fala, ‘vamos passar o Brasil a limpo’, contudo isso não adianta. Temos que olhar pra nós mesmos, para nossas atitudes diárias, temos que mudar o nosso caráter”.

Incisivo o legislador dispara, “não é o político que vira ladrão, é o ladrão que vira político”. Luis Costa explica que, quem já tem o comportamento errado no seu dia a dia, quando entra na política, encontra facilidades para fazer coisas erradas e continua propagando a corrupção.

“Este País precisa ter pessoas serias sim, precisa mudar, precisa renovar a política, precisa de pessoas que tem idéias, que faz política para o povo. Eu vou comemorar sim, quando eu ver muito mais pessoas corruptas sendo presas, ai sim vou ter a sensação de justiça. Este País tem que perseverar”. Finaliza Luis Costa.

 



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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