Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 20 de Janeiro de 2026

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Professores relatam desorganização em atribuição de aulas em Cuiabá e VG



Profissionais da Educação que atuam como professores de Apoio Educacional Especializado relataram desorganização no processo de atribuição, na manhã desta quinta-feira (13), no Liceu Cuiabano, em Cuiabá. Segundo eles, o número de profissionais convocados é maior que o número de vagas ofertadas, o que causou uma confusão no local.

 

Reportagem do site esteve no local e constatou que o teatro estava lotado. Uma das profissionais é Layla Lúcia, que chegou por volta das 7h30 e foi surpreendida pela quantidade de pessoas e pelo número de vagas.

 

Para Cuiabá, só há 54 vagas, enquanto Várzea Grande 74. “Olha o tamanho de Cuiabá, como só tem esse número de vagas?”, disse. Nesse caso, a profissional é para acompanhar aluno com necessidades especiais.

 

Mas, as vagas só são disponibilizadas após a Secretaria de Educação (Seduc) validar o processo e a necessidade dos profissionais. “Sentimento de angústia, minha posição é 398 e fui convocada. Tô aqui na sorte, estão chamando desde o número um. Ou seja, tem mais pessoas para o número de vaga”, disse.

A pedagoga Juceleia Diniz Alves afirmou que os educadores foram submetidos a uma humilhação, diante da falta de organização no processo. Contudo, demonstrou esperança em voltar para casa com a vaga de trabalho.

“Fizemos prova seletiva e estamos passando essa humilhação. O sentimento agora é tentar sair daqui atribuída, com uma vaga, com emprego garantido para esse ano. Mas não sabemos se vamos conseguir ou vamos ter que esperar”, disse.

Outro lado

A Seduc foi procurada, mas não retornou até o fechamento. O espaço segue aberto.

GD



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Brasil

Técnico de enfermagem é preso por matar pacientes com injeções letais


Outras duas pessoas foram levadas pela polícia durante investigação sobre envenenamento de pacientes.

Um dos técnicos de enfermagem supeitos de matar pacientes na UTI do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF) também trabalhava em uma UTI neonatal de Brasília.

 

  1. A informação foi dada pelo delegado responsável pelo caso, Mauricio Iacozilli, da Coordenação de Repressão a Homicídio e de Proteção à Pessoa. “Corremos com a investigação porque o autor principal, além de trabalhar nesse hospital, trabalhava também em uma UTI neonatal. Então ficamos muito preocupados que ele pudesse agir contra bebês e crianças”, pontuou o policial.

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