Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 03 de Abril de 2026

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Unemat oferta vagas remanescentes no curso de Medicina



A Universidade do Estado de Mato Grosso disponibilizou 22 vagas da 2ª a 7ª fase abertas por desistência, por meio de processo seletivo para transferência interna e externa de vagas remanescentes ofertado no Campus Universitário Jane Vanini, em Cáceres (217 quilômetros de Cuiabá). O período de inscrição inicia no dia 15 de abril e segue até o dia 9 de maio. A taxa de inscrição no valor de R$ 200 deverá ser paga até o dia 10 de maio. Para os candidatos com direito a isenção de taxa o período de inscrição será de 15 a 18.

Podem concorrer alunos dos cursos de graduação da área da saúde da Unemat, ou seja, de Educação Física e Enfermagem, alunos de curso presencial de Medicina em outras instituições de ensino superior pública ou privada com reconhecimento no Brasil e graduados em outros cursos superior na área de Ciências da Saúde reconhecidas e ou autorizadas no país.

Para se inscrever acesse vestibular.unemat.br, informe o CPF, preencha o formulário com os dados pessoais, insira a fotografia, anexe a documentação exigida e marque a fase/ciclo que pretende concorrer.

A seleção se dará em duas fases de caráter eliminatória e classificatória. A primeira é a homologação da inscrição e a segunda a avaliação do coeficiente de rendimento. O resultado final será publicado no dia 19 de julho. O prazo de envio da documentação em primeira chamada será de 22 a 25 de julho, o início do período letivo 2024/2 em 5 de agosto e a confirmação de matrícula presencial até o dia 16 de agosto.



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Opinião - política

Troca de legenda, mesma lógica: Bira muda de partido e recalcula rota para 2026


Charge política.

Por Luis Costa/ Redação

Em Primavera do Leste, a política inova, pelo menos no discurso e na  prática, manual de reposicionamento, onde mudar de partido é menos sobre ideologia e mais sobre encontrar o melhor lugar ao sol.

Bira deixou o PL e desembarcou no Podemos. A justificativa oficial vem carregada de termos nobres: “reorganização”, “maturidade política”, “fortalecimento de grupo”. Tudo muito elegante quase poético , não fosse o fato de que, na prática, trata-se de um movimento clássico de quem decidiu apostar em um campo mais promissor.

Ao sair da base de Wellington Fagundes e se alinhar ao grupo de Max Russi, com conexão direta ao vice-governador Otaviano Pivetta, Bira não apenas mudou de partido. Mudou de eixo de poder. E isso, sim, é o que realmente importa , o resto é narrativa para consumo público.

A nova filiação o posiciona melhor no tabuleiro estadual e, de quebra, mexe no cenário de Primavera, onde disputa espaço com o ex-prefeito Leonardo Bortolin. Com uma legenda mais “leve” como gostam de dizer, tenta ampliar alcance e reduzir resistências. Traduzindo: quer mais voto e menos desgaste, e quem sabe consegue unir muitos primaverenses em torno do projeto com chance de conseguir ter um deputado.

No pacote, entra também o tempero tradicional da política local: fé e articulação caminhando lado a lado. A influência da igreja, representada por lideranças como o pastor Ary Dantas, segue presente, lembrando que, por aqui, espiritualidade e estratégia eleitoral costumam dividir o mesmo púlpito.

Enquanto isso, o apoio do prefeito Sérgio Machnic, em parceria institucional com Max Russi, é apresentado como compromisso com o desenvolvimento e sinal de alinhamento. E é mesmo, alinhamento de grupo que fica ainda mais forte.

Para completar o cenário, Eduardo Botelho deixa o União Brasil e migra para o MDB, garantindo que o tabuleiro continue em movimento suficiente para parecer dinâmico, garantindo quase que uma vaga já no partido, podendo dificultar ainda para Léo.

No fim, a tal “mudança de jogo” existe, mas não exatamente como vendem. O jogo continua o mesmo, o que muda é quem está melhor posicionado nele. E nisso, convenhamos, Bira fez seu movimento no tempo certo.


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