Unemat oferta vagas remanescentes no curso de Medicina
A Universidade do Estado de Mato Grosso disponibilizou 22 vagas da 2ª a 7ª fase abertas por desistência, por meio de processo seletivo para transferência interna e externa de vagas remanescentes ofertado no Campus Universitário Jane Vanini, em Cáceres (217 quilômetros de Cuiabá). O período de inscrição inicia no dia 15 de abril e segue até o dia 9 de maio. A taxa de inscrição no valor de R$ 200 deverá ser paga até o dia 10 de maio. Para os candidatos com direito a isenção de taxa o período de inscrição será de 15 a 18.
Podem concorrer alunos dos cursos de graduação da área da saúde da Unemat, ou seja, de Educação Física e Enfermagem, alunos de curso presencial de Medicina em outras instituições de ensino superior pública ou privada com reconhecimento no Brasil e graduados em outros cursos superior na área de Ciências da Saúde reconhecidas e ou autorizadas no país.
Para se inscrever acesse vestibular.unemat.br, informe o CPF, preencha o formulário com os dados pessoais, insira a fotografia, anexe a documentação exigida e marque a fase/ciclo que pretende concorrer.
A seleção se dará em duas fases de caráter eliminatória e classificatória. A primeira é a homologação da inscrição e a segunda a avaliação do coeficiente de rendimento. O resultado final será publicado no dia 19 de julho. O prazo de envio da documentação em primeira chamada será de 22 a 25 de julho, o início do período letivo 2024/2 em 5 de agosto e a confirmação de matrícula presencial até o dia 16 de agosto.
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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