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Candidata de Paranatinga é escolhida a mais bela Plus Size do país



Com apenas 20 anos, a jovem Ana Clara Vilela Kowalewski foi eleita a Miss Brasil Plus Size 2018, na noite da última quinta-feira (08/03/2018), em evento realizado no Hotel Michelangelo, em São José do Rio Preto. Ela foi escolhida a mais bela, entre 22 candidatas.

Ana Clara é moradora de Paranatinga, a 381 km de Cuiabá e 1.100 km distante de São José do Rio Preto. Eleita Miss Mato Grosso Plus Size, no dia 27 de dezembro, a mais jovem das competidoras representa a valorização a beleza das mulheres mais cheinhas, comprovando que corpo não dita padrões de beleza.

A coroa foi passada pela Miss Brasil Plus Size 2017 Aline Frade. “É uma honra participar de um concurso que enaltece a beleza feminina na mais original de sua concepção. Aqui participaram mulheres casadas, solteiras e até avós. A coroa será passada não só a mais bela, mas também aquela que tem a obrigação de representar a diversidade da mulher brasileira”, comentou Aline.

Emocionada, Ana Clara comentou sobre a responsabilidade de ser eleita a mulher com as curvas mais belas do país. “Não tem como não se emocionar. Nunca fui dentro dos padrões da indústria da moda. Vou à academia todos os dias e dou o melhor de mim. Representar as mulheres do país vai ser uma experiência única”, disse a jovem.

O concurso teve etapas municipais, regionais, estadual e nacional. Os pré-requisitos para as mulheres se candidatarem era usar manequim 44, sem limite de idade ou altura mínima.

A Miss Simpatia ficou com a Miss Brasília, Ana Paula Saloma. Já a Segunda Princesa ficou com a Miss Pernambuco, Gisele Luz e a Miss Mato Grosso do Sul, Daniela Miziara, levou a Primeira Princesa.

A repórter da Gazeta do Interior, Bia Menegildo, foi uma das juradas do concurso.

Fonte: Portalparanatinga – Foto: Bia Menegildo – Gazeta do Interior



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Opinião - política

Troca de legenda, mesma lógica: Bira muda de partido e recalcula rota para 2026


Charge política.

Por Luis Costa/ Redação

Em Primavera do Leste, a política inova, pelo menos no discurso e na  prática, manual de reposicionamento, onde mudar de partido é menos sobre ideologia e mais sobre encontrar o melhor lugar ao sol.

Bira deixou o PL e desembarcou no Podemos. A justificativa oficial vem carregada de termos nobres: “reorganização”, “maturidade política”, “fortalecimento de grupo”. Tudo muito elegante quase poético , não fosse o fato de que, na prática, trata-se de um movimento clássico de quem decidiu apostar em um campo mais promissor.

Ao sair da base de Wellington Fagundes e se alinhar ao grupo de Max Russi, com conexão direta ao vice-governador Otaviano Pivetta, Bira não apenas mudou de partido. Mudou de eixo de poder. E isso, sim, é o que realmente importa , o resto é narrativa para consumo público.

A nova filiação o posiciona melhor no tabuleiro estadual e, de quebra, mexe no cenário de Primavera, onde disputa espaço com o ex-prefeito Leonardo Bortolin. Com uma legenda mais “leve” como gostam de dizer, tenta ampliar alcance e reduzir resistências. Traduzindo: quer mais voto e menos desgaste, e quem sabe consegue unir muitos primaverenses em torno do projeto com chance de conseguir ter um deputado.

No pacote, entra também o tempero tradicional da política local: fé e articulação caminhando lado a lado. A influência da igreja, representada por lideranças como o pastor Ary Dantas, segue presente, lembrando que, por aqui, espiritualidade e estratégia eleitoral costumam dividir o mesmo púlpito.

Enquanto isso, o apoio do prefeito Sérgio Machnic, em parceria institucional com Max Russi, é apresentado como compromisso com o desenvolvimento e sinal de alinhamento. E é mesmo, alinhamento de grupo que fica ainda mais forte.

Para completar o cenário, Eduardo Botelho deixa o União Brasil e migra para o MDB, garantindo que o tabuleiro continue em movimento suficiente para parecer dinâmico, garantindo quase que uma vaga já no partido, podendo dificultar ainda para Léo.

No fim, a tal “mudança de jogo” existe, mas não exatamente como vendem. O jogo continua o mesmo, o que muda é quem está melhor posicionado nele. E nisso, convenhamos, Bira fez seu movimento no tempo certo.


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