Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 19 de Junho de 2026

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Polícia

Jovem assassinada em Várzea Grande planejava deixar o país devido a ameaças do ex-namorado



Novas informações sobre o trágico feminicídio de Vitória Camily Carvalho Silva, de 22 anos, ocorrido no último sábado (15) em Várzea Grande, revelam que a jovem estava em processo de deixar o Brasil devido a constantes ameaças de seu ex-namorado, Helder Lopes de Araújo, de 23 anos.

 

Familiares de Vitória relataram que, temendo por sua segurança, ela havia iniciado os procedimentos para obter visto e passaporte, com o objetivo de se mudar para o exterior. A jovem planejava buscar refúgio em outro país para escapar das perseguições e ameaças de Helder, que não aceitava o término do relacionamento.

 

Mensagens e áudios obtidos pela investigação indicam que Helder ameaçava Vitória regularmente, afirmando que, caso ela retornasse a Várzea Grande, ele a mataria. Mesmo diante das intimidações, a jovem mantinha contato com o ex-namorado, possivelmente por medo de represálias.

Circulam rumores de que Helder teria alegado que o crime foi motivado por um suposto aborto realizado por Vitória. No entanto, até o momento, não há qualquer comprovação ou evidência que sustente essa afirmação. As autoridades continuam investigando todas as circunstâncias que envolveram o caso.

Após o crime, Helder fugiu, mas foi capturado pelapela Polícia Militar na madrugada de domingo (16), na cidade de Rondonópolis, enquanto tentava deixar o estado. Durante a prisão, ele confessou o crime e alegou envolvimento com uma facção criminosa. As investigações prosseguem para esclarecer todos os detalhes e motivações do feminicídio.

 

O caso de Vitória Camily ressalta a urgência de medidas efetivas de proteção para mulheres que sofrem ameaças e violência de ex-companheiros. A sociedade e as autoridades precisam intensificar esforços para prevenir tragédias semelhantes e garantir a segurança das vítimas de violência doméstica e de gênero.

Este trágico episódio reforça a importância de políticas públicas eficazes e da conscientização social para combater o feminicídio e proteger as mulheres em situação de vulnerabilidade.

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Brasil

Após mais de 30 anos, cozinheira em quartel no Nortão reencontra filho com ajuda de policiais militares


Só Notícias/Kelvin Ramirez e Fabiano Marques (fotos: reprodução)

Uma história marcada pela esperança e pela emoção teve um desfecho feliz em União do Sul (169 km de Sinop). Após mais de 30 anos sem contato com o filho, a cozinheira do quartel da Polícia Militar no município, dona Júlia, conseguiu reencontrar o familiar graças ao trabalho realizado por policiais da 26ª Companhia Independente de Força Tática e da Agência Local de Inteligência de Sinop.

Muito querida pelos militares da unidade, dona Júlia convivia há décadas com o desejo de reencontrar o filho, de quem havia perdido contato ao longo da vida. Sensibilizados com a situação, os policiais militares de Sinop, durante diligências em União do Sul, decidiram unir esforços para tentar localizar o paradeiro dele.

A equipe iniciou uma série de diligências, utilizando ferramentas de inteligência, consultas em sistemas, levantamentos de informações e diversos contatos telefônicos em busca de pistas que pudessem levar ao paradeiro do homem. Após semanas de trabalho e inúmeras verificações, os policiais conseguiram identificar e localizar o filho de dona Júlia na cidade de Itatiba, no interior de São Paulo, a cerca de 80 quilômetros da capital paulista.

Em vídeo divulgado pela corporação, dona Júlia aparece emocionada ao falar sobre a realização do sonho de reencontrar o filho após tantos anos de separação. Já o filho, identificado como Herbert, atualmente com 40 anos, também agradeceu o empenho dos militares e destacou a importância da atuação da equipe para tornar possível o reencontro. Ele ainda agradeceu nominalmente aos policiais envolvidos na busca pelo apoio prestado.

 


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