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Apresentador Marcelo Rezende morre aos 65 anos



Em maio, jornalista revelou doença em entrevista ao ‘Domingo Espetacular’, da TV Record

Marcelo Rezende morreu neste sábado (16), em São Paulo, aos 65 anos, em decorrência de complicações de um câncer no pâncreas, que irradiou para o fígado. A informação foi confirmada pela RecordTV durante apresentação do programa “Cidade Alerta”, que já foi comandado pelo apresentador. O jornalista, que abandonou o tratamento com a medicina tradicional, chegou a ficar internado com pneumonia grave em um hospital na capital paulista, onde foi acompanhado por uma equipe médica. Diagnosticado em maio de 2017, após se sentir cansado, indisposto e sem apetite, o estado de saúde do apresentador se agravou bastante. O âncora do “Cidade Alerta” decidiu fazer um retiro espiritual de sete dias enquanto lutava contra a doença.

Jornalista manteve pensamento positivo e acreditou em sua cura

Em suas postagens nas redes sociais, Marcelo dizia que já se sentia curado, graças à fé. Ele, inclusive, falou em vídeo sobre sua recuperação. “Muita gente vive de boato, e no meu caso até entendo, porque não é toda hora que temos uma informação. O câncer que eu tenho tem altos e baixos, é como uma montanha-russa, mas o importante é que eu estou firme. E aí a cura vai chegar. eu tenho certeza dela, porque Deus está comigo, Deus está contigo”, comentou na ocasião. Nascido em 12 de novembro de 1951 no Rio de Janeiro, Rezende, além de ter cogitado voltar ao trabalho, fez planos para o futuro: “Cada momento que estou vivendo é um desafio. Tem horas que estou bem, tem horas que estou mal. Mas quando estou mal coloco minha cabeça em Deus. E eu tenho um objetivo. Na hora que eu superar, com a ajuda de Deus, tudo que estou passando, sei o que vou fazer da minha vida: ajudar cada vez mais aqueles que precisam, que não tem esperança, que buscam a cura e mostrar que o Espírito Santo está sempre presente na nossa vida. E nosso Pai há de cuidar de cada um. E é preciso ter fé.”

Apresentador morou com namorada após descobrir doença

Sempre muito discreto no que dizia respeito a sua vida pessoal, Rezende assumiu publicamente o namoro com Luciana Lacerda em junho deste ano. O casal, no entanto, estava junto desde fevereiro de 2016. Pai de quatro filhas e um filho, fruto de cinco relacionamentos diferentes, Marcelo passou a morar com a carioca, por quem foi homenageado com uma tatuagem, depois que descobriu a doença. Mãe da pequena Giovanna, ela mostrou apoio ao repórter, que ganhou também mensagens positivas de Geraldo Luís e Milton Neves.

Lembre a trajetória de Marcelo

Marcelo Luiz Rezende Fernandes iniciou sua carreira nos anos 70. Com mais de 40 anos de experiência, o jornalista trabalhou no “Jornal dos Sports” e, em seguida, conseguiu uma recolocação, na “Rádio Globo”. Logo depois, em 1972, o repórter foi convidado para trabalhar como copidesque no jornal “O Globo”, onde ficou sete anos. Marcelo passou ainda pela revista paulistana “Placar”, da Editora Abril. Lá, ele ficou oito anos e meio. Registro raro é sua participação no programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Em 1987, Rezende chegou à televisão, na área de esportes da Rede Globo. Em 1999, no “Linha Direta”, horário nobre do canal, ele iniciou seu percurso como apresentador. No ano de 2010, na TV Bandeirantes, Rezende comandou o “Tribunal na TV”. Depois de deixar a TV Globo, em 2002, passou por três emissoras: Record, Band e RedeTV, onde apresentou o telejornal “RedeTV! News”. No “Cidade Alerta”, da Record, ele conseguiu se manter na TV e popularizar-se com bordões como “Corta pra mim!” e “Bota exclusivo, minha filha, dá trabalho pra fazer”. Por reestruturação na programação da emissora paulista, a primeira passagem dele pelo programa foi curta, entre 2004 e 2005. A segunda iniciou em junho de 2012. Desde então, ao lado do colega comentarista Percival de Souza, ele deu um novo tom ao formato.

 Terra.com

 



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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