Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 23 de Outubro de 2026

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Atletas de Futsal pedem apoio para fomentar o esporte em Primavera do Leste



Da Redação

Suar a camisa, dentro e fora da quadra, tem sido o dilema que os 35 atletas de futsal da escola família FBI têm passado. Os treinos são todos os dias das 20h às 21h30, sendo feminino e masculino. O local é meio improvisado, a quadra mirim que fica em frente à praça de eventos, no centro da cidade. O espaço público é a única alternativa para o treino, porque o grupo de atletas não tem apoio nenhum.

O jeito é sair do treino, trocar a camisa, e ir para as ruas pedir apoio, já que o time feminino e masculino está participando da Liga Mato-grossense, e para continuar competindo precisam de patrocínio para custear as despesas de viagem, alimentação, uniforme, pomadas, entre outras demandas.

Recentemente o time feminino de futsal trouxe para Primavera do Leste, pela Liga Mato-grossense, o segundo lugar no campeonato realizado na arena pantanal em Cuiabá. Mas esta é apenas uma das competições que os atletas têm representado nossa cidade. Pegar a estrada!… É com essa galera, porque já foram para Lucas do Rio Verde, Torixoreu, Barra do Garças, Novo São Joaquim, Nova Brasilândia, e isso tudo foi custeado pelos próprios atletas e amigos.

Mas para alavancar o nome da cidade, com o esporte, o que a família FBI precisa mesmo, é de ajuda, apoio, patrocínio, seja qual for o nome usado, os atletas querem títulos, querem representar bem nossa cidade e trazer muitos troféus para Primavera do Leste.

Gostou? Quer participar ou conhecer mais a escola de futsal família FBI? Dê uma passadinha lá. Agora se você quer ajudar financeiramente, procure o técnico, Marcelo Saul Quintas, no telefone (66) 9 9963-9681, e faça parte deste sonho, de levar o futsal Primaverense para todos os cantos de nosso País.



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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