Primavera do Leste / MT - Sábado, 01 de Agosto de 2026

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Brasil

Bolsonaro participa de culto evangélico na manhã deste domingo



Presidente eleito disse que irá governar para todos do país

O presidente eleito Jair Bolsonaro participou na manhã deste domingo (4) de um culto na Igreja Batista Atitude, no Recreio, zona oeste do Rio. Bolsonaro estava acompanhado da mulher Michele.

O presidente eleito deixou sua residência, na Barra da Tijuca pouco antes das 11h e seguiu em um comboio com escolta de policiais federais e de batedores da Polícia Militar.

Ao sair do condomínio onde mora, na Avenida Lúcio Costa, Bolsonaro foi aplaudido e ovacionado com gritos de pessoas que o chamavam de mito.

Durante o culto, com a presença de cerca de 4 mil pessoas, o presidente eleito escolheu os provérbios 4 de 25 a 26 para definir a escolha da sua equipe de governo. “Ninguém faz nada sozinho como tenho dito. Olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Olhe o que Brasil tem e veja o que nós não somos. O problema foi identificado, lá atrás, há 4 anos, quando decidi disputar a Presidência, sem recursos, sem partidos, sem tempo de televisão, com parte da mídia contrária às nossas propostas, mas se isso aconteceu no último domingo 28, só tem uma explicação: foi Deus que decidiu.”

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) participa de culto na Igreja Batista Atitude ao lado da esposa, Michelle Bolsonaro, no Rio de Janeiro
Durante o culto, Bolsonaro agradeceu a consideração, as orações e a confiança que recebeu – Fernando Frazão/Agência Brasil

Presidente de todos

Jair Bolsonaro acrescentou que a possibilidade de sua vitória não foi identificada na campanha. “Nenhum cientista político conseguiu fazer explicar que aquele velho garoto que tinha o apelido de palmito teria chegado onde chegou.”

O presidente eleito agradeceu a maioria dos presentes pelo apoio, a consideração, as orações e a confiança que recebeu. Concordando com o pastor Josué Valandro Jr, afirmou que, a partir de janeiro, será o presidente de todos no Brasil.

“Queremos sim, e, usando agora meu lado militar, seguir os passos de Caxias, o Pacificador. Mas, com a alma livre, tendo Deus acima tudo, buscarmos atender a todos que necessitam. Tenho certeza que, dessa forma, atingiremos o objetivo que não é meu, mas de todos nós.”

Bolsonaro voltou a citar o salmo: “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” e foi aplaudido. “Muito obrigado a todos e que as orações continuem. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, concluiu.

Depois da mensagem no palco do salão de orações, o presidente eleito e a mulher Michelle voltaram para uma cadeira na plateia, de onde acompanharam a mensagem do pastor que está à frente da igreja há 15 anos.

Agência Brasil 



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política

Botelho chama derrota de Jayme de ‘sacanagem’ e diz que política ‘perde muito’ sem senador


Ex-integrante do União Brasil, o deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) lamentou a derrota do senador Jayme Campos na convenção do partido e afirmou que a saída do parlamentar da disputa pelo Palácio Paiaguás representa uma perda para a política de Mato Grosso. Para Botelho, o resultado foi um “desrespeito” à trajetória construída por Jayme ao longo de décadas.

 

“Com muita tristeza. Jayme não merecia isso. Foi senador municipalista, sempre atendeu os políticos. Não digo uma traição, mas acho que foi, de certa forma, uma sacanagem, um desrespeito com toda a história que ele desenvolveu e era reconhecido”, afirmou ao site GD.

 

Botelho também destacou a relação histórica entre Jayme e o governador Mauro Mendes, presidente estadual do União Brasil. Segundo ele, o senador teve papel importante na construção política de Mauro, especialmente na aproximação do então empresário com lideranças do interior de Mato Grosso.

 

“Ele deu muito auxílio para Mauro. Quem levou Mauro ao interior, apresentou e abriu portas do partido foi Jayme”, declarou.

 

Na avaliação do deputado, a política mato-grossense perde com o afastamento de Jayme da disputa pelo Palácio Paiaguás. Botelho classificou o senador como um político de forte articulação e capacidade de diálogo com diferentes grupos. “A política em si perde muito sem o Jayme. É um cara muito político. Atende todos”, disse.

 

Jayme Campos foi derrotado na convenção do União Brasil, realizada na quinta-feira (30), e viu a maioria dos convencionais optar pelo apoio à candidatura do vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) ao Governo de Mato Grosso. A proposta de aliança com Pivetta venceu a candidatura própria defendida por Jayme em uma votação secreta que mobilizou as principais lideranças da sigla.

 

Dos 51 convencionais aptos a votar, 30 escolheram o apoio a Pivetta, enquanto 19 votaram pela candidatura de Jayme. Houve ainda um voto inválido e uma ausência.


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