Projeto CREJU realiza entrega de chocolates para crianças em Primavera do Leste
Ação tradicional de Páscoa contempla alunos matriculados no projeto social
O Projeto Social CREJU realizou, na manhã desta quinta-feira (2), a entrega de chocolates para as crianças e adolescentes atendidos pela iniciativa em Primavera do Leste. A ação, que já é tradição, acontece todos os anos e busca celebrar o período da Páscoa de forma especial com os alunos.
A distribuição foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, garantindo que todos os participantes do projeto fossem contemplados.
Segundo o coordenador do CREJU, Mauro Cardoso, a iniciativa tem um papel importante na valorização das crianças e no fortalecimento dos vínculos.
“Hoje estamos aqui realizando a entrega desses doces para nossas crianças e adolescentes do Projeto CREJU, sabendo da importância da Páscoa. Estamos antecipando essa entrega para que todos possam participar. Essa é uma ação que acontece todos os anos e quero agradecer à Secretaria de Assistência Social por sempre apoiar e contribuir com esse momento especial para nossas crianças”, destacou.
A ação reforça o cuidado com o público atendido pelo projeto, promovendo não apenas a entrega de chocolates, mas também momentos de alegria, acolhimento e inclusão.
A gestão municipal segue apoiando iniciativas e projetos sociais que contribuem para o desenvolvimento e bem-estar da população, demonstrando o compromisso em atender, cuidar e valorizar as famílias de Primavera do Leste.
Fonte: Coordenadoria de Comunicação / Autor: Raiza Nascimento
TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça
TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018
Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25).
Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.
A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.
Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.
“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.
A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.
Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.
Proposta
O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.
O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.
Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.
Controvérsia
A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.
Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.
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