Primavera do Leste / MT - Sábado, 21 de Fevereiro de 2026

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Ex-vereador reage a assalto em casa, atira em ladrão e persegue assaltantes em Cuiabá



O ex-vereador e advogado Faissal Jorge Calil Filho, de 38 anos, reagiu a um assalto na casa dele e baleou um dos ladrões, na manhã desta terça-feira (29), em Cuiabá.

Segundo a Polícia Militar, o rapaz baleado foi identificado como Rodrigo da Silva Moura, de 18 anos. Ele foi encaminhado ao Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (PSMC).

G1 ligou para o ex-vereador, mas as chamadas não foram atendidas.

A tentativa de assalto ocorreu no Bairro Jardim Shangri-La, na capital. Os policiais passam pela Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá, e viram o ex-vereador acenando e pedindo apoio.

Faissal explicou aos policiais que perseguia três assaltantes que invadiram a residência dele momentos antes. Ele afirmou que dois dos suspeitos estavam em um ônibus, que seguia para a região do Coxipó, em Cuiabá, e que um terceiro assaltante estava armado.

O ex-vereador tem posse e registro da arma. Conforme o boletim de ocorrência, o próprio ex-vereador entrou no veículo e retirou os suspeitos do ônibus.

O terceiro assaltante, que estava com a arma, fugiu em direção ao Centro de Cuiabá. Rodrigo foi atingido pelo ex-vereador nas costas e encaminhado para atendimento médico no PSMC.

Faissal comentou que percebeu o assalto quando a irmã dele gritou ‘ladrão!’ e começou a gritar.

O ex-vereador encontrou os três assaltantes no terreno da residência, sendo que um deles apontou a arma e Faissal reagiu. Um boletim de ocorrência foi registrado e a Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) deve começar o procedimento de investigação.

A Polícia Civil informou que Rodrigo foi liberado do PSMC às 9h40 e ainda será ouvido na delegacia.

Outro assalto

Em 2015, Faissal teve a mesma reação ao ser vítima de outro assalto. Naquela ocasião, dois assaltantes foram presos depois de serem perseguidos após arrombarem o carro do então vereador, em Cuiabá. O próprio vereador perseguiu os dois ladrões.

G1 MT



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Hospitais São Lucas e Das Clínicas enviam notificação à Secretária de Saúde, podendo interromper atendimento ao SUS


Os hospitais lamentam a falta de ajuste no contrato e ameaçam suspender o atendimento aos pacientes do SUS encaminhados pela UPA.


No dia 13 de fevereiro de 2026, a direção dos Hospitais São Lucas e das Clínicas de Primavera do Leste enviou uma notificação formal à Secretária Municipal de Saúde, Laura Leandra, alertando sobre a ausência de um reajuste no contrato, o que comprometeria a continuidade dos serviços prestados. O documento destaca que, após sucessivas prorrogações contratuais sem o ajuste necessário, a situação financeira dos hospitais se tornou insustentável, podendo até resultar na interrupção dos atendimentos aos pacientes do SUS.

 

O texto revela que o contrato atual, com término previsto para 28 de fevereiro de 2026, já foi prorrogado anteriormente e que, até a data mencionada, não foi apresentado um novo contrato ou proposta formal por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Em resposta, os hospitais afirmaram que não aceitarão a celebração de um novo termo aditivo nas condições atuais.

 

A medida de não continuar com o contrato atual está relacionada ao descumprimento das condições financeiras necessárias para a manutenção da qualidade no atendimento. A partir de março de 2026, os serviços poderão ser prestados sob novas condições, que envolvem a assinatura de um novo contrato com valores atualizados ou a aplicação de um reajuste provisório de 20% sobre os valores vigentes, até a formalização de um novo acordo.

 

Os hospitais registraram que, caso haja interrupção no serviço após o término da vigência contratual, essa responsabilidade não será imputada aos hospitais, mas sim à Secretaria Municipal de Saúde, que não tomou as medidas administrativas necessárias para resolver a questão de forma tempestiva.

 

A Secretaria Municipal de Saúde ainda não se manifestou oficialmente sobre a situação, mas a expectativa é que um novo ajuste contratual seja negociado o quanto antes para garantir a continuidade dos serviços essenciais à população.


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