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Instituto aponta 40ºC na sexta e 13º C na segunda; confira



Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o final de semana será quente em Mato Grosso, mas uma frente fria pode mudar o cenário. Em Cuiabá, por exemplo, de 40º C na sexta, a temperatura vai para 13º C de mínima na segunda. Confira abaixo a previsão.

 

Segundo o instituto, a previsão para esta sexta-feira (23) em Cuiabá é de clima seco e com muita fumaça, com termômetros marcando entre 30 °C e 40 °C.

 

Já no sábado, varia entre 26 e 36 °C, no domingo a temperatura fica entre 16 °C e 28 °C. Mas o calor começa a dar trégua nesta segunda-feira (26) com mínima de 13 °C.

Em Chapada dos Guimarães (65 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (23), a mínima é de 22 °C e máxima de 40 °C. Já no sábado a temperatura fica entre 18 °C e 38 °C.

 

E a temperatura do município começa a ficar ameno já no domingo, com mínima de 13 °C e máxima de 28 °C. Só na segunda-feira (26) que a temperatura marcando 13 °C de mínima e 37 °C e máxima.

 

Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), a temperatura para esta sexta-feira (23) fica entre 21 °C e 37 °C. Para o fim de semana, os termômetros ficam entre 15 °C e 37 °C.

 

Já em Cáceres (a 225 km de Cuiabá), o fim de semana fica entre 14 e 16 para a máxima, que fica entre 27 °C e 32 °C. A segunda-feira (26), a mínima fica em 13 °C.

 

Ao norte, em Sorriso e Sinop (420 e 500 km de Cuiabá, respectivamente), os termômetros marcam mínima de 22 °C e máxima de 40 °C nesta sexta-feira. No sábado e no domingo, a mínima é de 18 °C e a máxima entre 21 °C e 40 °C.

Gazeta Digital



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política

PISCICULTURA: Deputado Nininho mobiliza Assembleia Legislativa, Governo do Estado e agricultores para fomentar produção de peixe em Mato Grosso


Com recursos do Banco Mundial, deputado trabalha para organizar cadeia produtiva, implantar cooperativas e fortalecer piscicultura em Mato Grosso; iniciativa prevê projeto piloto na Baixada Cuiabana

O deputado estadual Ondanir Bortolini – Nininho (Republicanos) está mobilizando a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o governo estadual e o setor produtivo para reestruturar a piscicultura em Mato Grosso, com foco na Baixada Cuiabana. O parlamentar defende a integração de políticas públicas e a formação de cooperativas para absorver parte dos US$ 100 milhões garantidos junto ao Banco Mundial para a agricultura de pequena escala. A estratégia aponta para a verticalização da produção para retomar o protagonismo do Estado, que atualmente ocupa o sétimo lugar no ranking nacional.

 

Segundo Nininho, a Baixada Cuiabana possui características geográficas que favorecem o pequeno produtor em detrimento da agricultura de larga escala. “A aptidão das áreas aqui é mais voltada para a agricultura familiar e pequena propriedade. Não tem aptidão, muitas vezes, para a agricultura de grande escala. Precisamos achar uma maneira de fomentar essa atividade”, afirma Nininho.

 

A proposta do deputado envolve um consórcio entre a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), a Empaer e universidades. O objetivo é criar uma estrutura que reduza custos operacionais, incluindo a produção regional de alevinos e a instalação de fábricas de ração próprias. “Nós vamos agregar mais valor no nosso produto e diminuir o custo dos insumos, o que faz com que a rentabilidade e a margem de lucro fiquem maiores para os nossos produtores”, explica Nininho.

CRÉDITO E COOPERATIVAS

Um dos pilares do projeto de Nininho visa o acesso a recursos internacionais. De acordo com a Seaf, os investimentos do Banco Mundial serão aplicados nos próximos cinco anos, priorizando ações sustentáveis. Para o deputado, a organização em cooperativas é a chave para que o pequeno piscicultor acesse esses fundos. “Nosso objetivo é estruturar toda essa cadeia. A ideia é criarmos cooperativas para incluir no programa do Banco Mundial, buscando recursos a fundo perdido para apoiar o pequeno produtor”, destaca.

 

A industrialização também está no radar do parlamentar. O parlamentar defende a criação de frigoríficos com certificação federal (Sisp/Sif) para que o peixe mato-grossense alcance novos mercados. “Essa cooperativa vai tirar o selo para poder ter a inspeção federal e vender esse pescado lá fora, não somente no mercado interno, mas no externo também”, projeta Nininho.

 

INTEGRAÇÃO TÉCNICA

 

A viabilidade do plano conta com o suporte da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que propõe um diagnóstico de 800 propriedades para identificar gargalos tecnológicos. “O estudo vai permitir compreender as necessidades dos produtores, aprimorar a compra de insumos e desenvolver tecnologias adequadas à realidade local. O sucesso depende da integração entre pesquisa e produção”, explica o professor Márcio Hoshiba, da UFMT e integrante do Núcleo de Estudos em Pesca e Aquicultura (Nepes).

 

O presidente da Associação Mato-grossense dos Aquicultores (Aquamat), Darci Fornari, defende a integração e a verticalização da produção para aumentar a competitividade. “Temos potencial para sermos o maior produtor de peixe do Brasil. O desafio é fortalecer as cooperativas e reduzir a atuação isolada dos pequenos produtores, que representam 80% do setor. Queremos aplicar o modelo de sucesso das grandes operações também aos pequenos”, comenta.

 

 

 

PROTAGONISMO

 

Mato Grosso produziu 44,5 toneladas de peixe em 2024, com receita estimada em R$ 600 milhões, ocupando atualmente a sétima posição no ranking nacional. Para Nininho, o Estado reúne condições para recuperar o protagonismo no setor, desde que haja planejamento e políticas contínuas de apoio à produção.

 

“Mato Grosso tem os ativos necessários, água e tecnologia, mas carece de gestão integrada. Temos água em abundância e profissionais qualificados. Falta apenas organização e incentivo para retomarmos a liderança”, conclui o parlamentar.

Redação: Sérgio Ober


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