Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 27 de Marco de 2026

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Instituto aponta 40ºC na sexta e 13º C na segunda; confira



Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o final de semana será quente em Mato Grosso, mas uma frente fria pode mudar o cenário. Em Cuiabá, por exemplo, de 40º C na sexta, a temperatura vai para 13º C de mínima na segunda. Confira abaixo a previsão.

 

Segundo o instituto, a previsão para esta sexta-feira (23) em Cuiabá é de clima seco e com muita fumaça, com termômetros marcando entre 30 °C e 40 °C.

 

Já no sábado, varia entre 26 e 36 °C, no domingo a temperatura fica entre 16 °C e 28 °C. Mas o calor começa a dar trégua nesta segunda-feira (26) com mínima de 13 °C.

Em Chapada dos Guimarães (65 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (23), a mínima é de 22 °C e máxima de 40 °C. Já no sábado a temperatura fica entre 18 °C e 38 °C.

 

E a temperatura do município começa a ficar ameno já no domingo, com mínima de 13 °C e máxima de 28 °C. Só na segunda-feira (26) que a temperatura marcando 13 °C de mínima e 37 °C e máxima.

 

Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), a temperatura para esta sexta-feira (23) fica entre 21 °C e 37 °C. Para o fim de semana, os termômetros ficam entre 15 °C e 37 °C.

 

Já em Cáceres (a 225 km de Cuiabá), o fim de semana fica entre 14 e 16 para a máxima, que fica entre 27 °C e 32 °C. A segunda-feira (26), a mínima fica em 13 °C.

 

Ao norte, em Sorriso e Sinop (420 e 500 km de Cuiabá, respectivamente), os termômetros marcam mínima de 22 °C e máxima de 40 °C nesta sexta-feira. No sábado e no domingo, a mínima é de 18 °C e a máxima entre 21 °C e 40 °C.

Gazeta Digital



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Ministério reúne indígenas para acordo sobre ferrovia que chegará até Lucas do Rio Verde


O governo federal informou hoje que avançou no diálogo com lideranças do povo Xavante da Terra Indígena Marechal Rondon sobre a construção de um trecho de 80 quilômetros da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico), prevista para chegar até Lucas do Rio Verde. As reuniões ocorreram ontem e hoje, em Brasília, sob liderança do Ministério dos Transportes com a participação do ministério dos Povos Indígenas (MPI), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e da Infra S.A.

 

O ministério dos Transportes destacou que conduz projetos de infraestrutura com base na escuta ativa das populações afetadas e na construção conjunta de soluções. “Nosso compromisso é garantir que o desenvolvimento ocorra com responsabilidade e respeito. A Fico é estratégica para o país, mas precisa ser construída com diálogo e legitimidade”, afirmou o subsecretário de Sustentabilidade da pasta, Cloves Benevides.

 

O diretor de Empreendimentos da Infra, André Ludolfo, destacou que o avanço da ferrovia está condicionado ao entendimento com as comunidades. “Este projeto só avançará com diálogo contínuo, transparente e respeitoso com os povos indígenas. Não há hipótese de implementação sem o entendimento das comunidades”, ressaltou.

 

Ao longo das articulações, nove caciques, representantes de vinte e quatro aldeias, apresentaram demandas sobre impactos e contrapartidas do empreendimento, incluindo infraestrutura básica nas comunidades, melhoria de estradas e participação nos benefícios econômicos da ferrovia.

 

“Estamos tratando do futuro da nossa comunidade e isso exige respeito. Somos nós que vivemos na terra e precisamos decidir”, disse o cacique Joenil Waiaudzé, ao defender que a interlocução com o poder público ocorra de forma direta e com resultados concretos para as aldeias.

 

A Fico é um projeto estratégico para a logística nacional, voltado ao escoamento da produção agrícola do Centro-Oeste. Conectada à Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), integra o Corredor Leste-Oeste, ampliando o acesso ferroviário aos portos do Arco Norte. Com 383 quilômetros de extensão, a Fico I liga Água Boa, em Mato Grosso, a Mara Rosa (GO). O segundo trecho, ainda sem previsão para ser iniciado, conectará Mara Rosa a Lucas do Rio Verde.


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JUSTIÇA FEITA! Réus do caso Sara Freitas são condenados com pena máxima pelo assassinato da cantora


Foram condenados à pena máxima na noite desta quarta-feira (25), após julgamento em júri popular, os três acusados pelo assassinato de Sara Freitas. São eles, o ex-marido da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mandante do crime, condenado a 34 anos em regime fechado; Weslen Pablo Correia de Jesus, conhecido como bispo Zadoque, condenado a 28 anos e Victor Gabriel Oliveira Neves, condenado a 33 anos.

De acordo com as investigações, Weslen Pablo, o bispo Zadoque, foi responsável por esfaquear a vítima enquanto ela era imobilizada por Victor Gabriel. Todos foram condenados por feminicídio qualificado, cometido por motivo torpe, com emprego de meio cruel e sem possibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver e associação criminosa.

 

 

Além dos três, um quarto envolvido já havia sido condenado. Trata-se de Gideão Duarte de Lima, acusado de atrair a cantora até o local onde ela foi emboscada e assassinada. Ele foi sentenciado, em abril do ano passado, a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa.

O CRIME

Sara Freitas foi assassinada com mais de 20 golpes de faca e teve o corpo carbonizado. A cantora ficou desaparecida por quatro dias antes de ser encontrada morta, em 27 de outubro de 2023, às margens da BA-093, em Dias D’Ávila.

Fonte: AloJuca


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