Primavera do Leste / MT - Sexta-Feira, 22 de Maio de 2026

HOME / NOTÍCIAS

geral

Instituto aponta 40ºC na sexta e 13º C na segunda; confira



Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o final de semana será quente em Mato Grosso, mas uma frente fria pode mudar o cenário. Em Cuiabá, por exemplo, de 40º C na sexta, a temperatura vai para 13º C de mínima na segunda. Confira abaixo a previsão.

 

Segundo o instituto, a previsão para esta sexta-feira (23) em Cuiabá é de clima seco e com muita fumaça, com termômetros marcando entre 30 °C e 40 °C.

 

Já no sábado, varia entre 26 e 36 °C, no domingo a temperatura fica entre 16 °C e 28 °C. Mas o calor começa a dar trégua nesta segunda-feira (26) com mínima de 13 °C.

Em Chapada dos Guimarães (65 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (23), a mínima é de 22 °C e máxima de 40 °C. Já no sábado a temperatura fica entre 18 °C e 38 °C.

 

E a temperatura do município começa a ficar ameno já no domingo, com mínima de 13 °C e máxima de 28 °C. Só na segunda-feira (26) que a temperatura marcando 13 °C de mínima e 37 °C e máxima.

 

Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), a temperatura para esta sexta-feira (23) fica entre 21 °C e 37 °C. Para o fim de semana, os termômetros ficam entre 15 °C e 37 °C.

 

Já em Cáceres (a 225 km de Cuiabá), o fim de semana fica entre 14 e 16 para a máxima, que fica entre 27 °C e 32 °C. A segunda-feira (26), a mínima fica em 13 °C.

 

Ao norte, em Sorriso e Sinop (420 e 500 km de Cuiabá, respectivamente), os termômetros marcam mínima de 22 °C e máxima de 40 °C nesta sexta-feira. No sábado e no domingo, a mínima é de 18 °C e a máxima entre 21 °C e 40 °C.

Gazeta Digital



COMENTÁRIOS

0 Comentários

Deixe o seu comentário!





*

HOME / NOTÍCIAS

Brasil - Polícia

Bilhetes com ordens do PCC mostram ligação de Deolane com facção


Investigação aponta relação com outras vertentes do crime organizado

Bilhetes que continham ordens internas dos integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) apreendidos em 2019 em um presídio em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, levaram a polícia a abrir a investigação que culminou na Operação Vérnix, deflagrada nesta quinta-feira (21) pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil.

Segundo as informações da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP), os bilhetes não mencionavam o nome da influenciadora e advogada Deolane Bezerra, presa hoje na operação, mas foram o pontapé inicial para as investigações mostrarem que ela recebia valores provenientes de uma transportadora criada pelo PCC, com sede em Presidente Venceslau.

O dinheiro era repassado para outras contas para dificultar o rastreio. Duas dessas contas estão em nome de Deolane, que, segundo as investigações, fazia a lavagem do dinheiro.

Também foram alvo da operação Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília; Alejandro Camacho, irmão de Marcola, também preso em Brasília e notificado sobre a nova ordem de prisão; Paloma Sanches Herbas Camacho, sobrinha de Marcola e apontada como intermediária nos negócios da família, foragida na Espanha; e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, sobrinho de Marcola e apontado como o destinatário do dinheiro lavado da família, que estaria na Bolívia.

Interpol

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais e os investigados entraram na Lista Vermelha da Interpol. Foram expedidos seis mandados de prisões preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

De acordo com o Promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), Lincoln Gakiya, as investigações terem chegado até Marcola e seu irmão Alejandro é importante porque mostram que, apesar de presos, ambos deixaram ordens pendentes e comunicações fora da cadeia.

Gokiya ressalta que as cartas encontradas na penitenciária em 2019 levaram as investigações até a transportadora.

“A empresa pertencia de fato à família Camacho, onde foi lavado esse dinheiro. O Marcola tem mais de 300 anos de pena para cumprir e ele certamente responderá a um novo processo, provavelmente sofrendo condenação nesse caso”, disse.

O promotor ressaltou que certamente haverá desdobramentos da Operação Vérnix, com o envolvimento de Deolane com outras pessoas e também com empresas ligadas a apostas – as bets.

“Nesse período de sete anos, mas principalmente de 2022 em diante, ela teve um aumento muito grande em seu faturamento. Inclusive sem correlação com o trabalho prestado. Então, isso vai gerar sonegação fiscal, vai gerar outras lavagens”, explicou.

Segundo o procurador-geral de Justiça de São Paulo, Paulo Sérgio de Oliveira e Costa, com a abertura dos sigilos bancário e fiscal, a investigação descobriu que Deolane mantém relacionamento com outras vertentes do crime organizado. As investigações revelaram que a influenciadora funciona como uma espécie de caixa do crime organizado.

Costa explica que, pelo poder econômico que a advogada adquiriu ao longo do tempo e influência, o crime organizado deposita esses valores nessa figura pública, e esse dinheiro acaba se misturando com o dinheiro de outras atividades.

“Quando é necessário, esses recursos retornam para o crime organizado. A prisão de uma influencer como essa, com mais de 20 milhões de seguidores, tem caráter pedagógico. Esperamos que cause um efeito de inibição”, afirmou o procurador.

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil


Antenado News