Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 22 de Outubro de 2026

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Instituto aponta 40ºC na sexta e 13º C na segunda; confira



Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o final de semana será quente em Mato Grosso, mas uma frente fria pode mudar o cenário. Em Cuiabá, por exemplo, de 40º C na sexta, a temperatura vai para 13º C de mínima na segunda. Confira abaixo a previsão.

 

Segundo o instituto, a previsão para esta sexta-feira (23) em Cuiabá é de clima seco e com muita fumaça, com termômetros marcando entre 30 °C e 40 °C.

 

Já no sábado, varia entre 26 e 36 °C, no domingo a temperatura fica entre 16 °C e 28 °C. Mas o calor começa a dar trégua nesta segunda-feira (26) com mínima de 13 °C.

Em Chapada dos Guimarães (65 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (23), a mínima é de 22 °C e máxima de 40 °C. Já no sábado a temperatura fica entre 18 °C e 38 °C.

 

E a temperatura do município começa a ficar ameno já no domingo, com mínima de 13 °C e máxima de 28 °C. Só na segunda-feira (26) que a temperatura marcando 13 °C de mínima e 37 °C e máxima.

 

Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), a temperatura para esta sexta-feira (23) fica entre 21 °C e 37 °C. Para o fim de semana, os termômetros ficam entre 15 °C e 37 °C.

 

Já em Cáceres (a 225 km de Cuiabá), o fim de semana fica entre 14 e 16 para a máxima, que fica entre 27 °C e 32 °C. A segunda-feira (26), a mínima fica em 13 °C.

 

Ao norte, em Sorriso e Sinop (420 e 500 km de Cuiabá, respectivamente), os termômetros marcam mínima de 22 °C e máxima de 40 °C nesta sexta-feira. No sábado e no domingo, a mínima é de 18 °C e a máxima entre 21 °C e 40 °C.

Gazeta Digital



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política

TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição


Proposta foi escrita pelo vice-presidente da Corte, André Mendonça

TSE faz últimos preparativos para o primeiro turno nas Eleições 2018

Uma minuta de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) prevê que canais de WhatsApp com teor político e mais de 200 mil seguidores sejam desativados nas 48 horas anteriores e 24 horas posteriores ao segundo turno da eleição, marcado para o próximo domingo (25). 

Caso aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.

A minuta com a proposta passou a circular entre os ministros do TSE após o tema ser debatido em reuniões informais realizadas na sexta-feira (16) e na terça-feira (20). O texto foi redigido pelo ministro André Mendonça, vice-presidente da Corte Eleitoral.

Em nota à imprensa, o gabinete de Mendonça informou não se tratar de uma iniciativa pessoal do ministro, mas que coube a ele a autoria da minuta por ser tradição que as normas eleitorais sejam redigidas pelo vice-presidente do TSE.

“O objetivo discutido é proteger a integridade do pleito nas horas que antecedem e sucedem a votação, quando não há tempo hábil para resposta ou correção de conteúdos ilícitos”, diz a nota do gabinete de Mendonça.

A nota acrescenta ainda que o texto foi redigido a partir de um consenso interno, e que “os critérios em análise são objetivos e impessoais e valem igualmente para todos os canais de natureza político-eleitoral de grande alcance, qualquer que seja o candidato, o partido ou a orientação política”.

Caso seja aprovada, a iniciativa deve atingir o canal “Exército do Lula”, que atingiu nesta quarta (21) a marca de 7 milhões de inscritos no aplicativo de mensagens WhatsApp. Também seria desativado o canal “Tropa do Flávio”, que possui 2 milhões de inscritos.

Proposta

O texto da minuta aplica aos canais de transmissão de natureza político-eleitoral com mais de 200 mil seguidores as mesmas restrições que já vigoram sobre o conteúdo impulsionado de campanha, aquele cujo alcance é potencializado mediante pagamento às plataformas.

O texto também considera haver “alcance desproporcional de canais com grande audiência na difusão de conteúdos ilícitos”.

Em outro trecho, a proposta diz ainda que “o período compreendido entre as 48 (quarenta e oito) horas antes e as 24 (vinte e quatro) horas depois da eleição concentra o maior risco de dano irreversível à formação livre da vontade do eleitorado, por não haver tempo hábil para resposta, esclarecimento ou tutela jurisdicional efetiva”.

Controvérsia

A proposta surge após uma disputa de liminares em torno do canal “Exército do Lula”. Na semana passada, o canal foi retirado do ar pelo ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, após pedido da campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro, que alegou disseminação de desinformação.

Logo em seguida, porém, o corregedor-nacional da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, restabeleceu o canal. Ele afirmou não haver elementos que justificassem a medida e que Nunes Marques não poderia ter suspendido o canal por via administrativa, como fez, uma vez que o caso já tramitava pela via judicial em processo relatado pelo próprio corregedor.

Pouco depois, porém, Nunes Marques voltou a suspender o canal, alegando que mesmo sendo administrado por um apoiador, o deputado André Janones (Rede-MG), a ferramenta teria vínculo com a campanha oficial, e portanto deveria estar registrado no TSE como tal.

Por fim, o Exército do Lula acabou sendo liberado pelo presidente do TSE, após o registro ter sido feito pela campanha oficial.

Felipe Pontes – repórter da Agência Brasil


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