Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 17 de Setembro de 2026

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Instituto aponta 40ºC na sexta e 13º C na segunda; confira



Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) aponta que o final de semana será quente em Mato Grosso, mas uma frente fria pode mudar o cenário. Em Cuiabá, por exemplo, de 40º C na sexta, a temperatura vai para 13º C de mínima na segunda. Confira abaixo a previsão.

 

Segundo o instituto, a previsão para esta sexta-feira (23) em Cuiabá é de clima seco e com muita fumaça, com termômetros marcando entre 30 °C e 40 °C.

 

Já no sábado, varia entre 26 e 36 °C, no domingo a temperatura fica entre 16 °C e 28 °C. Mas o calor começa a dar trégua nesta segunda-feira (26) com mínima de 13 °C.

Em Chapada dos Guimarães (65 km ao sul de Cuiabá), nesta sexta-feira (23), a mínima é de 22 °C e máxima de 40 °C. Já no sábado a temperatura fica entre 18 °C e 38 °C.

 

E a temperatura do município começa a ficar ameno já no domingo, com mínima de 13 °C e máxima de 28 °C. Só na segunda-feira (26) que a temperatura marcando 13 °C de mínima e 37 °C e máxima.

 

Rondonópolis (a 212 km de Cuiabá), a temperatura para esta sexta-feira (23) fica entre 21 °C e 37 °C. Para o fim de semana, os termômetros ficam entre 15 °C e 37 °C.

 

Já em Cáceres (a 225 km de Cuiabá), o fim de semana fica entre 14 e 16 para a máxima, que fica entre 27 °C e 32 °C. A segunda-feira (26), a mínima fica em 13 °C.

 

Ao norte, em Sorriso e Sinop (420 e 500 km de Cuiabá, respectivamente), os termômetros marcam mínima de 22 °C e máxima de 40 °C nesta sexta-feira. No sábado e no domingo, a mínima é de 18 °C e a máxima entre 21 °C e 40 °C.

Gazeta Digital



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política

TRE-MT JULGA IMPROCEDENTE PEDIDO DE DIREITO DE RESPOSTA APRESENTADO POR LÉO BORTOLIN CONTRA LUIS COSTA E ADRIANO


A Justiça Eleitoral analisou um pedido relacionado a críticas políticas publicadas nas redes sociais.

O ex-prefeito de Primavera do Leste e candidato a deputado estadual Léo Bortolin apresentou à Justiça Eleitoral um pedido de direito de resposta contra os candidatos a deputado federal Luis Costa e Adriano, em razão de um vídeo satírico publicado nas redes sociais.

O pedido foi julgado improcedente pela juíza auxiliar da propaganda do TRE-MT, Glenda Moreira Borges.

Na decisão, a magistrada analisou, entre outros pontos, a referência feita no vídeo a uma decisão da Justiça Eleitoral de 2024 que declarou Léo Bortolin inelegível por oito anos, após o reconhecimento judicial de abuso de poder político e econômico. Segundo a decisão, não seria possível afirmar que a informação sobre a existência daquele julgamento fosse falsa.

A decisão também classificou o conteúdo como “ácido e contundente”, mas entendeu que ele estava inserido no debate político e na crítica à atuação de um agente público, conforme os fundamentos apresentados no processo.

A decisão mencionada ainda pode ser objeto de recursos, conforme as regras processuais aplicáveis.

Após o julgamento, Léo Bortolin recorreu e, segundo as informações divulgadas no processo, também pediu a cassação do registro de candidatura de Luis Costa e a declaração de sua inelegibilidade. A análise desses pedidos dependerá da tramitação e das decisões da Justiça Eleitoral.

Luis Costa declarou que, em sua avaliação, Léo Bortolin estaria recorrendo à Justiça para tentar limitar críticas de adversários.

“Política se debate no voto, no argumento e na democracia. Não se pode querer usar a Justiça para amordaçar adversário político. Quem entra na vida pública precisa estar preparado para receber críticas. O eleitor é quem deve decidir, nas urnas, quais propostas e quais candidatos merecem sua confiança.”, afirmou Luis Costa.

A defesa de Luis Costa foi feita pelos advogados Carlos Felipe Alves Moreira e Milena Carolina Favetti, do escritório Alves Moreira e Marques Advocacia.

📌 O caso envolve a discussão sobre os limites da crítica política, do direito de resposta e da atuação da Justiça Eleitoral durante a campanha. A decisão reforça que o debate político, ainda que duro, ácido e contundente, deve ser enfrentado no campo das ideias e submetido ao julgamento soberano do eleitor nas urnas.

A campanha está começando, e novas manifestações das partes e decisões judiciais ainda podem ocorrer. 

Da redação


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