Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2026

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Lideranças evangélicas expõem razões para se manifestarem em apoio a Bolsonaro



A pouco mais de uma semana para as eleições presidenciais, diversas lideranças evangélicas vêm se mobilizando para expressar publicamente seu apoio ao candidato Jair Bolsonaro (PSL). Um dos pontos destacados é que o capitão do Exército é o único em condições de vencer as eleições que abraça os valores cristãos e a luta contra o aborto.

O pastor Samuel Câmara foi um dos que se posicionou de maneira mais aberta, recentemente. Presidente da Convenção da Assembleia de Deus no Brasil (CADB), e líder da chamada “Igreja-mãe” da denominação, em Belém (PA), Câmara afirmou que o país está contagiado por uma onda a favor de Bolsonaro.

De acordo com informações do portal JM Notícia, Câmara reuniu mais de mil obreiros da denominação num espaço de eventos, como forma de manter a neutralidade da igreja no assunto. “Fazemos nossa reunião em local neutro, jamais na igreja. Precisamos obedecer às leis como mais uma forma de exercer cidadania”, afirmou.

No encontro, debateram e analisaram o contexto político do Brasil, e a conclusão foi que é hora de guinada. Câmara relatou, durante sua fala, que esteve em Roraima e Amazonas e notou que o povo da região já aderiu ao nome de Bolsonaro.

A mesma postura foi expressa pelo pastor Hidekazu Takayama (PSC-PR), líder da bancada evangélica no Congresso Nacional. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, o deputado federal destacou que essa é a hora para que os cristãos tomem uma posição clara em apoio a Jair Bolsonaro.

“Meus irmãos e amigos, o Brasil está em uma encruzilhada. Por mais que as pesquisas sejam questionáveis, está muito claro que se desenha um quadro de polarização. Não é uma questão de voto útil apenas, trata-se da escolha entre quem pode fazer mudanças e quem quer afundar o país de vez numa crise”, afirmou Takayama.

Destacando que Bolsonaro não é o “candidato perfeito”, Takayama afirmou que é importante que o país não regrida neste momento: “O PT governou o país por 13 anos. Ganhou em 2002, 2006, 2010 e 2014. A mudança começou em 2016, quando tivemos o impeachment de Dilma, resultante de sua incapacidade de gerir o Brasil. Eu fui a favor de seu afastamento porque estávamos a um passo de nos tornarmos uma Venezuela”, recapitulou.

Nesse contexto, o pastor pontuou que essa é a eleição mais importante desde a retomada das eleições diretas para presidente: “Vejam bem o que Lula dizia antes de ser preso. Eles querem o controle de imprensa, o que significa uma censura. Falam em avançar o país, mas seus modelos são o cubano e o regime de Maduro. O plano de governo desse pessoal atingirá em cheio o futuro da nação. Pregam o dividir para conquistar e, pior de tudo, lutam contra a família e pela erotização das nossas crianças. Jamais vamos concordar com isso”, destacou.

“Estou com Bolsonaro por motivos muito simples. Eu o conheço da Câmara e muitas vezes votamos juntos pautas que defendem os valores cristãos que acreditamos. Ele, assim como eu, defende a liberalidade econômica. Precisamos de um Estado menor, enxuto, ágil e sem espaços para corrupção e o toma lá, dá cá”, concluiu.



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A Palavra - política

Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa


🚨 Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa

O candidato a deputado estadual Everaldo Raul Cabral, o Cabral (PSD), registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de Primavera do Leste solicitando a apuração de uma possível irregularidade eleitoral envolvendo candidatos durante a campanha.

O registro foi feito no dia 27 de setembro, após Cabral receber um vídeo que, segundo seu relato, estaria circulando em grupos relacionados a candidatos.

Hilux aparece em vídeo

Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, uma Toyota Hilux branca, placa OAR6J63, aparece nas imagens com uma estrutura instalada na carroceria. Ainda segundo o comunicante, uma pessoa afirma no vídeo que o veículo seria utilizado para levar produtos para aldeias indígenas, supostamente em nome do candidato a deputado estadual Leonardo Tadeu Bortolin, o Léo Bortolin.

Cabral afirmou também que o vídeo estaria sendo compartilhado em diferentes grupos ligados à campanha eleitoral.

O boletim menciona o artigo 41-A da Lei nº 9.504/1997, dispositivo que trata da captação ilícita de sufrágio.

Denúncia ainda depende de apuração

É importante destacar que o registro policial não comprova, por si só, a existência de compra de votos ou a participação dos candidatos citados.

Até o momento, conforme os documentos apresentados, não há informação sobre perícia do vídeo, confirmação independente das pessoas que aparecem nas imagens ou decisão da Justiça Eleitoral reconhecendo qualquer irregularidade.

O caso foi registrado para que as autoridades adotem as providências cabíveis.

A reportagem também registra que os candidatos citados devem ser procurados para apresentar suas versões e esclarecimentos sobre o conteúdo do vídeo e os fatos narrados no boletim.

A relação de candidatos disponível para as eleições de 2026 identifica Cabral como candidato a deputado estadual pelo PSD e Léo Bortolin como candidato a deputado estadual pelo MDB.

 A informação sobre o suposto transporte para aldeias indígenas é apresentada exclusivamente como relato constante da denúncia, sem afirmar que o fato tenha ocorrido ou que tenha relação comprovada com qualquer candidato.

Com informações Momento MT


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