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Criança de 2 anos morre com suspeita de H1N1 em Primavera do Leste



A criança entrou na UPA na segunda-feira (14) com insuficiência respiratória, febre e secreção. Exames laboratoriais vão ser feitos pra diagnosticar se a morte foi ou não por H1N1.

Uma criança de 2 anos morreu com suspeita de H1N1 nessa quarta-feira (16) em Primavera do Leste. O menino morreu depois de ser internado com insuficiência respiratória.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde de Primavera do Leste, a suspeita é de que a morte tenha sido causada pelo vírus H1N1.

A criança entrou na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Primavera do Leste na segunda-feira (14) com insuficiência respiratória, febre e secreção.

Ainda de acordo com a secretaria, ele foi encaminhado ao Hospital das Clínicas, que tem convênio com o município, e morreu.

Exames laboratoriais vão ser feitos pra diagnosticar se a morte foi ou não por H1N1. Segundo a secretaria, não há prazo pra sair o resultado do exame.

Fonte: G1 MT



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MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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