Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 05 de Janeiro de 2026

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Max cita ‘máfia da saúde’ e crê em avanço com OSS no Hospital Central



O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Max Russi (PSB), declarou que existe uma “máfia dentro da saúde” e que, por conta disso, muitas coisas não avançam no setor. O parlamentar acredita que a vinda da Organização Social de Saúde (OSS) Albert Einstein para administrar o Hospital Central em Cuiabá pode ser a solução para problemas enfrentados há décadas em mato-grossense, em especial para desafogar atendimentos que vêm do interior para a Capital.

 

“Com o Hospital Central e demais hospitais que estão sendo construídos não vem o pessoal para Cuiabá, serão atendidos no interior. Isso é um sistema. Organizar melhor esse sistema de saúde do estado, fazer regulação, onde vai fazer procedimentos, organizar esse gasto. Existe uma máfia dentro da saúde, infelizmente, que não deixa muitas coisas avançarem, nós precisamos quebrar isso”, disse à imprensa na quarta-feira (16).

 

Na quarta, os deputados estaduais aprovaram, o projeto de Lei que autoriza a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein atuar como Organização Social de Saúde (OSS) na gestão Hospital Central, em Cuiabá. A previsão é de que o valor do contrato fique em R$ 34 milhões menais e o início do atendimento é esperado para setembro deste ano. Russi entende que o papel da Casa de Leis diante da vinda da OSS Albert Einstein para a capital deve ser de fiscalização e indicar rompimento de contrato, caso as exigências não sejam atendidas.

 

“A vinda do Einstein vai trazer qualidade, ajudar os nossos profissionais com qualificação. Nós precisamos, e a imprensa também tem esse papel, é de fiscalizar, acompanhar e fazer com que dê certo, fazer que se realize um serviço de excelência. Se não realizar, do jeito que está vindo, volta”, alertou.

 

Em relação à Santa Casa, o deputado avaliou que “o fechamento por parte do estado é um caminho sem volta” e vê a situação com preocupação, em especial pela unidade ser referência no atendimento pediátrico.

 

Contudo, garantiu que a ALMT dará apoio por meio da Assembleia Financeira e está à disposição para que a gestão municipal tenha suporte caso reivindique o papel de gerir a Santa Casa. Ele ainda mencionou que se o prefeito Abilio Brunini tiver um bom projeto e decida assumir o espaço, terá seu apoio, já que a medida também refletirá não só na Capital como nos municípios do interior.

 

“Já passou da hora de Cuiabá ter um atendimento para as nossas crianças. Eu recebo reclamação de mães que procuram atendimento e não encontram. E nada é pior para um pai, um avô, quando você vê o seu filho, seu neto, com dor. Você procurar uma unidade de saúde, não saber onde é que você vai. Quanto menos condição a pessoa tem, mais difícil se torna isso”, externou.

GD



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Brasil

Pintada é Atropelada na BR-070 e Morre Próximo a Primavera do Leste


Índios da etnia Xavante levaram o animal para a aldeia, afirmaram que faria churrasco

Onça

https://www.instagram.com/reel/DTGWZerD1r2/?igsh=MTF6bjdsc2J0YmFucw==

Na tarde deste sábado (3), um triste incidente foi registrado na BR-070, nas proximidades de Primavera do Leste, quando uma onça-pintada foi atropelada e morreu no local. O acidente gerou comoção e foi registrado por diversos motoristas que passavam pela rodovia.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram várias pessoas ao redor do animal, com algumas delas comentando sobre a possível carenagem do carro envolvido, que estaria nas imediações. Testemunhas relataram que o acidente aconteceu de forma repentina, e não foi possível evitar o atropelamento.

O fato gerou ainda uma situação curiosa: membros da etnia Xavante, que vivem na região, chegaram ao local e, em um gesto de respeito à fauna local, afirmaram que iriam levar o corpo da onça para sua aldeia. De acordo com eles, o animal seria alimentado como parte de suas práticas culturais.

A onça-pintada, conhecida por seu porte e beleza, é uma espécie emblemática da fauna brasileira, mas que enfrenta sérias ameaças devido à destruição de seu habitat natural e à caça ilegal. Casos como esse, infelizmente, têm sido mais frequentes, e a necessidade de preservar a biodiversidade e a vida selvagem torna-se ainda mais urgente.

Autoridades ambientais devem investigar o ocorrido e avaliar as circunstâncias do atropelamento, enquanto a comunidade local, incluindo os indígenas, busca dar um tratamento condizente à grandeza do animal.


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