Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 31 de Marco de 2026

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Motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste é libertado de cativeiro em Barra do Garças



A vítima foi encontrada amarrada e com vários hematomas numa casa usada como cativeiro pelo bandidos que provavelmente estavam atrás de agrotóxicos

A Polícia Civil prendeu, na noite de quarta-feira (10/1), dois suspeitos de manterem em cativeiro um motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste que estava vindo de Goiânia.

O flagrante está sendo acompanhado pelos delegados Adriano Alencar e Antônio Moura. Logo pela manhã, a Civil recebeu as informações de que um veículo Saveiro estava desaparecido e pelo rastreamento constava que ele estaria em Barra do Garças.

Os policiais começaram a procura-lo e encontraram o carro e na sequencia uma residência perto do Nova Barra onde os bandidos mantinham o motorista como refém num cativeiro sem direito a água e nem comida

A vítima L.L.S estava com alguns hematomas. O motorista contou que estava vindo de Goiânia quando perdeu de Piranhas passou a ser seguido pelos bandidos que o abordaram e tomaram a direção do veículo.

A empresa que tem sistema de rastreamento do carro percebeu que o veículo que andava até 120 km estava com uma velocidade acima de 160 na rodovia e entrou em Barra do Garças por ruas fora da rota.

O carro foi localizado perto da chácara da Polícia Civil enquanto que o cativeiro estava um pouco mais a frente. No cativeiro, os policiais encontraram armas e cordas utilizadas pelos bandidos. Na sequencia foram presos dois homens suspeitos sendo que um deles estava no cativeiro.  Os bandidos tiraram a plotagem do veículo e durante as oitivas, a polícia vai esclarecer quais eram as pretensões dos criminosos que arrancaram o plotter do veículo e estava andando com ele pela cidade.

Com informações Araguaia Noticias 



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Polícia

Assessor vereador preso: polícia revela estrutura por trás da morte de engenheiro em Primavera


 A Polícia Civil bateu cedo e bateu firme. Na manhã desta segunda-feira (30), a Operação Linha de Mando avançou no caso do engenheiro Afrelino Baptistella Júnior, executado a tiros em 2022. Teve prisão em flagrante, mandados cumpridos e peça importante da engrenagem criminosa exposta.

 

Segundo consta, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal, em endereços ligados a suspeitos que fariam parte da cadeia de comando do assassinato.

 

O crime, registrado em 22 de novembro de 2022, foi direto e sem chance de reação. Um homem em uma motocicleta emparelhou com o carro da vítima e abriu fogo. O engenheiro morreu no local. Uma médica que estava com ele sobreviveu.

 

A linha de investigação é clara: execução planejada. Emboscada. Nada de latrocínio.

 

De acordo com a Polícia Civil, há indícios de crime encomendado, com divisão de funções. Mandante, intermediador e executor. Entre os investigados aparecem um possível mandante, a esposa dele, um policial militar e um ex-policial militar apontado como autor dos disparos.

 

A motivação, segundo consta, gira em torno de conflitos pessoais. Ciúmes, ameaças e desentendimentos.

 

Durante a operação, um dos alvos acabou preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo. Na casa dele, os policiais encontraram uma pistola carregada, munições na câmara e no carregador, além de mais munições dentro de um veículo.

 

Celulares, documentos e a arma foram apreendidos. Todo o material vai passar por perícia. A suspeita é que a arma tenha ligação direta com o homicídio.

 

O delegado Eric Martins afirmou que a operação é mais uma etapa para fechar o quebra-cabeça e responsabilizar todos os envolvidos.

Até agora, os nomes não foram divulgados.

Mas o cerco está fechando.


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