Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 14 de Outubro de 2026

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Motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste é libertado de cativeiro em Barra do Garças



A vítima foi encontrada amarrada e com vários hematomas numa casa usada como cativeiro pelo bandidos que provavelmente estavam atrás de agrotóxicos

A Polícia Civil prendeu, na noite de quarta-feira (10/1), dois suspeitos de manterem em cativeiro um motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste que estava vindo de Goiânia.

O flagrante está sendo acompanhado pelos delegados Adriano Alencar e Antônio Moura. Logo pela manhã, a Civil recebeu as informações de que um veículo Saveiro estava desaparecido e pelo rastreamento constava que ele estaria em Barra do Garças.

Os policiais começaram a procura-lo e encontraram o carro e na sequencia uma residência perto do Nova Barra onde os bandidos mantinham o motorista como refém num cativeiro sem direito a água e nem comida

A vítima L.L.S estava com alguns hematomas. O motorista contou que estava vindo de Goiânia quando perdeu de Piranhas passou a ser seguido pelos bandidos que o abordaram e tomaram a direção do veículo.

A empresa que tem sistema de rastreamento do carro percebeu que o veículo que andava até 120 km estava com uma velocidade acima de 160 na rodovia e entrou em Barra do Garças por ruas fora da rota.

O carro foi localizado perto da chácara da Polícia Civil enquanto que o cativeiro estava um pouco mais a frente. No cativeiro, os policiais encontraram armas e cordas utilizadas pelos bandidos. Na sequencia foram presos dois homens suspeitos sendo que um deles estava no cativeiro.  Os bandidos tiraram a plotagem do veículo e durante as oitivas, a polícia vai esclarecer quais eram as pretensões dos criminosos que arrancaram o plotter do veículo e estava andando com ele pela cidade.

Com informações Araguaia Noticias 



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Polícia

Relatório sigiloso interrompe júri do caso Giovani em Primavera do Leste


Julgamento foi encerrado após apresentação de documento que não constava nos autos; nova sessão está prevista para janeiro de 2027.

O Tribunal do Júri que analisava o caso da morte de Giovani Henrique Oliveira Lopes foi interrompido na terça-feira (13), no Fórum de Primavera do Leste (MT), após a defesa apresentar um relatório sigiloso que, segundo as informações divulgadas, não constava anteriormente no processo.

 

Diante da apresentação do documento durante a sessão, a juíza responsável decidiu dissolver o Conselho de Sentença, encerrando o julgamento sem que os jurados pudessem decidir sobre a responsabilidade criminal dos acusados.

 

Um novo júri está previsto para janeiro de 2027. A data exata ainda não foi divulgada, e o conteúdo do relatório permanece sob sigilo.

 

Depoimentos foram ouvidos antes da interrupção

 

O julgamento começou na manhã de terça-feira, mais de oito anos após a morte de Giovani. Antes de a sessão ser interrompida, os jurados acompanharam depoimentos relacionados ao crime.

 

Durante o julgamento, Giovana Lopes, esposa da vítima, relatou os acontecimentos que antecederam o homicídio. Segundo seu depoimento, Giovani retornou do Encontro de Violeiros, em Poxoréu, com o nariz quebrado, após se envolver em uma briga.

 

Cerca de dez minutos depois, três homens teriam chegado à residência. A testemunha afirmou que tentou impedir a entrada deles e se colocou à frente do marido para protegê-lo.

 

Ainda conforme o relato apresentado em plenário, ela foi puxada e caiu no chão. Na sequência, Giovani foi atingido por um disparo na cabeça. O filho do casal, que tinha quatro anos na época, estava na residência.

 

Crime aconteceu em maio de 2018

 

Giovani Henrique Oliveira Lopes tinha 23 anos quando foi morto, em 1º de maio de 2018, dentro da própria residência, em Poxoréu.

 

De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso, o caso teria começado após uma colisão entre veículos no estacionamento do Encontro de Violeiros. O episódio teria provocado uma discussão e agressões envolvendo Giovani e o policial penal Fábio Domingos.

 

A acusação sustenta que, depois de deixar o evento e retornar para casa, Giovani teria sido seguido. Homens teriam chegado ao imóvel, se identificado como policiais e entrado na residência.

 

Segundo o Ministério Público, Fábio Domingos é apontado como autor do disparo que matou a vítima. Ele e Carlos Jesus de Oliveira respondem por homicídio qualificado.

 

Josane Francisca Dias de Souza também integra o processo, respondendo por acusação de disparo de arma de fogo relacionada à confusão ocorrida anteriormente no estacionamento da festa.

 

Patrício Francisco Dias, que também respondia pelo homicídio, morreu durante a tramitação do processo. A Justiça declarou extinta sua punibilidade.

 

Novo julgamento deve ocorrer em janeiro de 2027

 

O processo tramitava inicialmente em Poxoréu, mas a Justiça determinou que o Tribunal do Júri fosse realizado em Primavera do Leste.

 

Com a dissolução do Conselho de Sentença, será necessário convocar novos jurados para analisar o caso em outra sessão.

 

A expectativa é que o julgamento seja retomado em janeiro de 2027, quando o crime estará próximo de completar nove anos.

 

Até a realização do novo júri, não haverá veredicto do Conselho de Sentença sobre as acusações analisadas nessa sessão.

 

Antenado News — Informação e jornalismo regional.


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