Primavera do Leste / MT - Quinta-Feira, 07 de Maio de 2026

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Polícia

Motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste é libertado de cativeiro em Barra do Garças



A vítima foi encontrada amarrada e com vários hematomas numa casa usada como cativeiro pelo bandidos que provavelmente estavam atrás de agrotóxicos

A Polícia Civil prendeu, na noite de quarta-feira (10/1), dois suspeitos de manterem em cativeiro um motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste que estava vindo de Goiânia.

O flagrante está sendo acompanhado pelos delegados Adriano Alencar e Antônio Moura. Logo pela manhã, a Civil recebeu as informações de que um veículo Saveiro estava desaparecido e pelo rastreamento constava que ele estaria em Barra do Garças.

Os policiais começaram a procura-lo e encontraram o carro e na sequencia uma residência perto do Nova Barra onde os bandidos mantinham o motorista como refém num cativeiro sem direito a água e nem comida

A vítima L.L.S estava com alguns hematomas. O motorista contou que estava vindo de Goiânia quando perdeu de Piranhas passou a ser seguido pelos bandidos que o abordaram e tomaram a direção do veículo.

A empresa que tem sistema de rastreamento do carro percebeu que o veículo que andava até 120 km estava com uma velocidade acima de 160 na rodovia e entrou em Barra do Garças por ruas fora da rota.

O carro foi localizado perto da chácara da Polícia Civil enquanto que o cativeiro estava um pouco mais a frente. No cativeiro, os policiais encontraram armas e cordas utilizadas pelos bandidos. Na sequencia foram presos dois homens suspeitos sendo que um deles estava no cativeiro.  Os bandidos tiraram a plotagem do veículo e durante as oitivas, a polícia vai esclarecer quais eram as pretensões dos criminosos que arrancaram o plotter do veículo e estava andando com ele pela cidade.

Com informações Araguaia Noticias 



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Elizeu diz que dinheiro apreendido tem comprovação e nega crime


O deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) se defendeu publicamente das acusações oriundas da Operação Emenda Oculta, Núcleo de Ações de Competência Originária (NACO), do Ministério Público Estadual (MPE), que o acusa de desviar recursos de emendas parlamentares por meio de convênios com institutos de fomento de cultura e esportes.

 

Segundo ele, o valor de R$ 150 mil em espécie apreendidos em sua casa seria de salário, verba indenizatória e aposentadoria da Polícia Militar. “Esse valor que foi recolhido por parte da investigação também está declarado na minha declaração de imposto de renda. Além de tudo isso, também foi recolhido extrato de comprovante de saque, valor da minha conta mesmo. Aí tem o salário, tem verba indenizatória que é sacada, que é movimentada e isso também foi anexado ao recolhimento”, disse.

 

O parlamentar afirma que tem costume em guardar dinheiro em espécie em sua casa, e que isso já foi declarado durante o período eleitoral em anos anteriores.

 

“Assim como em 2018 eu fui candidato a deputado estadual e que eu ainda morava no bairro Altos da Serra, na minha residência tinha 150 mil reais, principalmente ano eleitoral. Agora, no ano de 2022, candidato à minha reeleição, declarado cerca de 170, 180 mil reais também”, completou.

 

O deputado também defendeu a destinação de suas emendas parlamentares no valor de R$ 7,7 milhões nos últimos 3 anos, alegando que foi investimento na educação militar por meio de kits de uniforme de educação física para escolas militares.   “É uma entrega que impacta na vida do cidadão, principalmente dessas famílias, dessas mais de 25 escolas militares por todo o estado de Mato Grosso. Inclusive, na maioria delas, eu estive pessoalmente fazendo essas entregas”, defendeu.

 

Já em relação à declaração do Partido Novo, de que irá puni-lo, caso se comprovem as acusações, Elizeu afirmou que isso é normal com alguém que está sendo investigado, mas que a punição só deve ocorrer após o trânsito em julgado. ‘Eu estou tranquilo, não fizemos nada de errado. E agora estamos esperando ter acesso aos autos para fazer a defesa dentro do processo”, pontuou.

 

Operação  

 

A Operação Emenda Oculta foi deflagrada após a descoberta de um vídeo que registrou um suposto repasse de propina. Entre os alvos confirmados até o momento estão o deputado estadual Elizeu Nascimento (Novo) e do irmão dele, vereador por Cuiabá, Cezinha Nascimento (União).

 

Conforme apurado pelo site Gazeta , o material foi localizado em um celular apreendido durante a Operação Gorjeta e se tornou peça-chave para o avanço das investigações, que levaram aos nomes de Cezinha e Elizeu Nascimento.  Ainda segundo a apuração, investigadores identificaram que agentes políticos estariam direcionando emendas parlamentares para dois institutos: o Instituto Social Mato-Grossense (ISMAT) e o Instituto Brasil Central (IBRACE), com o objetivo de desviar os recursos destinados às entidades.

 

Para viabilizar o esquema, conforme a investigação, era utilizada a empresa Sem Limites Esporte e Evento LTDA, que recebia valores dos institutos e posteriormente repassava quantias aos parlamentares responsáveis pelas emendas.

 

A Operação Emenda Oculta é um desdobramento da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso em 27 de janeiro de 2026. Na ocasião, a investigação apontou um possível esquema de desvio de cerca de R$ 3 milhões em emendas parlamentares na Câmara Municipal e na Secretaria de Esportes de Cuiabá, resultando no afastamento de Chico 2000.

Fonte: Gazeta Digital


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