Primavera do Leste / MT - Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2026

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Polícia

Motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste é libertado de cativeiro em Barra do Garças



A vítima foi encontrada amarrada e com vários hematomas numa casa usada como cativeiro pelo bandidos que provavelmente estavam atrás de agrotóxicos

A Polícia Civil prendeu, na noite de quarta-feira (10/1), dois suspeitos de manterem em cativeiro um motorista de uma empresa revendedora de agrotóxicos de Primavera do Leste que estava vindo de Goiânia.

O flagrante está sendo acompanhado pelos delegados Adriano Alencar e Antônio Moura. Logo pela manhã, a Civil recebeu as informações de que um veículo Saveiro estava desaparecido e pelo rastreamento constava que ele estaria em Barra do Garças.

Os policiais começaram a procura-lo e encontraram o carro e na sequencia uma residência perto do Nova Barra onde os bandidos mantinham o motorista como refém num cativeiro sem direito a água e nem comida

A vítima L.L.S estava com alguns hematomas. O motorista contou que estava vindo de Goiânia quando perdeu de Piranhas passou a ser seguido pelos bandidos que o abordaram e tomaram a direção do veículo.

A empresa que tem sistema de rastreamento do carro percebeu que o veículo que andava até 120 km estava com uma velocidade acima de 160 na rodovia e entrou em Barra do Garças por ruas fora da rota.

O carro foi localizado perto da chácara da Polícia Civil enquanto que o cativeiro estava um pouco mais a frente. No cativeiro, os policiais encontraram armas e cordas utilizadas pelos bandidos. Na sequencia foram presos dois homens suspeitos sendo que um deles estava no cativeiro.  Os bandidos tiraram a plotagem do veículo e durante as oitivas, a polícia vai esclarecer quais eram as pretensões dos criminosos que arrancaram o plotter do veículo e estava andando com ele pela cidade.

Com informações Araguaia Noticias 



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A Palavra - política

Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa


🚨 Cabral pede apuração de possível compra de votos envolvendo Léo Bortolin e Juarez Costa

O candidato a deputado estadual Everaldo Raul Cabral, o Cabral (PSD), registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil de Primavera do Leste solicitando a apuração de uma possível irregularidade eleitoral envolvendo candidatos durante a campanha.

O registro foi feito no dia 27 de setembro, após Cabral receber um vídeo que, segundo seu relato, estaria circulando em grupos relacionados a candidatos.

Hilux aparece em vídeo

Conforme o relato apresentado à Polícia Civil, uma Toyota Hilux branca, placa OAR6J63, aparece nas imagens com uma estrutura instalada na carroceria. Ainda segundo o comunicante, uma pessoa afirma no vídeo que o veículo seria utilizado para levar produtos para aldeias indígenas, supostamente em nome do candidato a deputado estadual Leonardo Tadeu Bortolin, o Léo Bortolin.

Cabral afirmou também que o vídeo estaria sendo compartilhado em diferentes grupos ligados à campanha eleitoral.

O boletim menciona o artigo 41-A da Lei nº 9.504/1997, dispositivo que trata da captação ilícita de sufrágio.

Denúncia ainda depende de apuração

É importante destacar que o registro policial não comprova, por si só, a existência de compra de votos ou a participação dos candidatos citados.

Até o momento, conforme os documentos apresentados, não há informação sobre perícia do vídeo, confirmação independente das pessoas que aparecem nas imagens ou decisão da Justiça Eleitoral reconhecendo qualquer irregularidade.

O caso foi registrado para que as autoridades adotem as providências cabíveis.

A reportagem também registra que os candidatos citados devem ser procurados para apresentar suas versões e esclarecimentos sobre o conteúdo do vídeo e os fatos narrados no boletim.

A relação de candidatos disponível para as eleições de 2026 identifica Cabral como candidato a deputado estadual pelo PSD e Léo Bortolin como candidato a deputado estadual pelo MDB.

 A informação sobre o suposto transporte para aldeias indígenas é apresentada exclusivamente como relato constante da denúncia, sem afirmar que o fato tenha ocorrido ou que tenha relação comprovada com qualquer candidato.

Com informações Momento MT


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