Primavera do Leste / MT - Segunda-Feira, 27 de Abril de 2026

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Brasil

Não há sobreviventes em queda de avião em Vinhedo (SP)



A prefeitura de Valinhos informou que não há sobreviventes no avião que caiu, nesta sexta-feira (9), na cidade de Vinhedo, interior de São Paulo. As duas cidades são vizinhas.

A aeronave tinha 62 pessoas a bordo, sendo 58 passageiros e 4 tripulantes. Ainda não se sabe o que provocou a queda. O avião estava em situação regular junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

A aeronave, um ATR-72-500, da Voepass, saiu de Cascavel, no Paraná, às 11h50, e ia em direção ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. A queda aconteceu às 13h28.

De acordo com informações do Balanço Geral, o avião caiu em um condomínio de casas no bairro Capela, em Vinhedo. A Defesa Civil-SP informou que algumas casas na região foram atingidas e, logo em seguida, a aeronave explodiu.

O avião é um ATR-72-500, fabricado em 2010, e estava em situação regular junto à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).



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Polícia

Operação da policia prende faccionados por tráfico e homicídios


A  Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (27), a Operação Codinomes para cumprir 22 ordens judiciais contra integrantes de uma facção criminosa envolvida com tráfico de drogas e homicídios na região de Cáceres (225 km ao oeste de Cuiabá).

 

Ao todo, estão sendo cumpridos 5 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão nas cidades de Cuiabá, Cáceres, Mirassol d’Oeste, Várzea Grande e Primavera do Leste. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias, após parecer favorável do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres.

 

As investigações foram conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) e pela Delegacia Especializada em Repressão aos Crimes de Fronteira. Os trabalhos começaram em julho de 2025 e identificaram cerca de 35 pessoas ligadas à organização criminosa, que atuava de forma estruturada, com divisão de funções para prática de tráfico e crimes violentos em Cáceres.

 

Segundo a Polícia Civil, o grupo mantinha ao menos 32 pontos de venda de drogas no município. Parte das ações era coordenada por integrantes presos no sistema penitenciário.

Entre os investigados está uma mulher conhecida como “Princesa”, apontada como gerente regional da facção e alvo anterior da Operação Coroa Quebrada.

Ainda conforme apurado, detentos repassavam ordens para membros em liberdade monitorarem pessoas supostamente ligadas a facções rivais. O grupo também mantinha um rígido esquema de vigilância territorial, com envio de fotos e vídeos de bairros para acompanhar movimentações policiais e de adversários.

Nome da operação

O nome “Codinomes” faz referência à estratégia dos investigados, que trocavam constantemente de apelidos para dificultar a identificação pelas forças de segurança.

Força-tarefa

A operação mobiliza equipes da Polícia Civil, Polícia Penal, Polícia Militar, por meio do Bope, Rotam, Força Tática, Raio e 6º Batalhão, além do Exército Brasileiro, com apoio do Comando de Fronteira Jauru/66º Batalhão de Infantaria Motorizado.

Também participam equipes da Delegacia Regional de Cáceres, GCCO, Draco de Cuiabá e Derf de Primavera do Leste.

Ao todo, a ação reúne 64 policiais civis, 40 militares, 15 policiais penais e 23 militares do Exército.

Redação MT / Com Assessoria


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