Primavera do Leste / MT - Terca-Feira, 19 de Maio de 2026

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PM fecha baile funk em Várzea Grande (MT) e três homens são presos



Suspeitos serviam bebidas alcoólicas para adolescentes dentro da festa, segundo a PM. Ação ocorreu na madrugada deste domingo (8).

Três homens foram presos por fornecerem bebidas alcoólicas para três adolescentes com idades entre 15 e 16 anos em um baile funk no Jardim Glória II, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, na madrugada deste domingo (8).

A PM foi acionada por vizinhos que reclamaram de perturbação do sossego, devido ao som alto da festa. Segundo a polícia, ao chegarem no local, os PMs encontraram mais de 60 jovens reunidos na festa que ocorria a céu aberto.

No momento em que a polícia chegou ao local, avistou os três suspeitos servindo bebida alcóolica para as adolescentes, o que resultou na prisão em flagrante do trio. Eles foram encmainhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.

Na festa, 11 veículos – sendo sete motocicletas e quatro carros – foram apreendidos por apresentarem irregularidades na documentação, sendo encaminhados ao pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT).

G1 MT



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‘QUEM SOFRE, SOFRE CALADO’ ‘Agressor não tem cara’, alerta delegado sobre crimes sexuais contra menores


Como forma de alertar a população para os crimes sexuais que têm crianças e adolescentes como vítimas, o delegado Ramiro Queiroz, da Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), apontou que “o agressor não tem cara”.

 

“Todos nós temos a cara do agressor. Hoje eu prendi um pai, ele tinha acabado de chegar do trabalho [trabalhava de noite]. Para a sociedade, ele é um trabalhador”, disse o delegado.

 

O preso é um dos 18 alvos da Operação Marco Zero, deflagrada nesta segunda-feira (18), que tem como objetivo combater o crime de estupro de vulnerável em Mato Grosso.

 

Conforme a polícia, 16 alvos estão na Baixada Cuiabana e outros dois entre Pernambuco e Mato Grosso do Sul. O delegado expressou ainda a tristeza de ter que falar sobre um crime tão bárbaro contra uma criança que deveria ser protegida pelo pai.

 

Na verdade, ele era um agressor que, além de bater na filha de oito anos, a amarrava com o cinto e cometia os abusos.

 

“Não entra na minha cabeça uma atitude dessas, um pai ter esse tipo de conduta, pois é ele que teria que proteger e dar segurança para essa criança se tornar um adulto capaz sem nenhum tipo de trauma. Eu me pergunto como está a cabeça dessa menina agora”, lamentou.

 

“Esse crime é cometido entre quatro paredes, quase ninguém testemunha. E, quem sofre, sofre calado. Por isso, é importante observar nossas crianças, se mudam de comportamento, de conduta”, ressaltou o delegado.

 

As investigações reuniram elementos robustos que subsidiaram os pedidos de prisão preventiva ao Poder Judiciário, demonstrando a gravidade dos crimes apurados e a necessidade de resguardar as vítimas, bem como garantir a aplicação da lei penal.

 

“O trabalho da Polícia Civil no enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes é prioridade absoluta, destacando a importância da denúncia e da atuação integrada da rede de proteção”, destacou o delegado.

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