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Cliente de lanchonete é morto a tiros após discussão por farol alto em Rondonópolis (MT)



Segundo a Polícia Militar, a vítima foi identificada como sendo Fábio Batista da Silva, de 41 anos. Ocorrência foi registrada na madrugada deste domingo (18).

O cliente de uma lanchonete em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, foi morto a tiros após a uma discussão por causa de um farol alto, na madrugada deste domingo (18). Segundo a Polícia Militar, a vítima foi identificada como sendo Fábio Batista da Silva, de 41 anos.

De acordo com o boletim de ocorrência, Fábio foi encontrado morto no local.

À polícia, testemunhas disseram que o homicídio ocorreu depois que um veículo parou de frente para o estabelecimento onde Fábio estava.

Ainda segundo o relato, a vítima se aproximou do veículo e pediu que o condutor abaixasse a luz do farol. Na ocasião, dos dois discutiram e, quando estava retornando para a mesa, Fábio foi atingido com um tiro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e constatou o óbito.

O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

G1 / MT



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Região

MPMT requer interdição de cadeia pública feminina de Cáceres


O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Cáceres, requereu no final da tarde desta quinta-feira (22) a interdição da cadeia feminina do município. A medida foi tomada em razão da existência de infiltrações estruturais e alto risco de incêndio na unidade prisional. O pedido foi direcionado à 1ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres.

De acordo com o MPMT, a cadeia feminina do município não possui Alvará de Segurança Contra Incêndio e Pânico (ASCIP) do Corpo de Bombeiros. Inspeções realizadas no local demonstram uma série de problemas estruturais na unidade, como falta de sistemas de hidrante, de saídas de emergência, de alarme de incêndio, entre outros.

Conforme laudo técnico das instalações elétricas do edifício, encaminhado ao Ministério Público pelo Conselho de Segurança, as “instalações estão em péssimas condições de conservação, com risco gravíssimo de acidentes à população carcerária e aos profissionais da segurança pública responsáveis pelo local, proporcionando alto grau de risco de incêndio a qualquer momento”.

Segundo o promotor de Justiça Marcelo Linhares Ferreira, o Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do MPMT também realizou inspeção técnica na unidade prisional, constatando inconformidades em toda a edificação que interferem diretamente na segurança dos usuários.

“O quadro existente no estabelecimento prisional fere os mais básicos direitos fundamentais do homem, sendo que a medida de interdição visa a resguardar a dignidade da pessoa humana e a proteção de risco à vida e à integridade física das presas”, destacou o promotor de Justiça.

por CLÊNIA GORETH

 

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